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Início de médicos cubanos em Ribeirão é adiado


Guilherme Monfardini
Especial para o Diário

19/11/2013 | 07:00


Os três médicos cubanos que trabalharão em Ribeirão Pires pelo programa Mais Médicos, do governo federal, ainda não começaram a atender à população. A Prefeitura havia anunciado o início das atividades nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) para ontem, mas, segundo a Secretaria de Saúde, reunião para decidir pontos estratégicos, como onde irão atuar, e para conferir a documentação de cada profissional adiou o início.

A Prefeitura afirmou que os médicos começarão a clinicar ainda neste mês, mas não divulgou a data.

Orlando Castro Aroche, Orlando Pacheco Santana e Osmany Montoya Hechavarria são formados pela Universidade de Medicina de Cuba e chegaram ao Brasil na segunda fase do programa, no dia 1º de novembro. Eles recebem bolsa de R$ 10 mil, sendo que a maior parte deste valor fica com o governo cubano e com familiares dos profissionais no país de origem. O contrato tem validade de três anos.

A bolsa salário é paga pelo governo e os custos com moradia são financiados pelas prefeituras. 



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Início de médicos cubanos em Ribeirão é adiado

Guilherme Monfardini
Especial para o Diário

19/11/2013 | 07:00


Os três médicos cubanos que trabalharão em Ribeirão Pires pelo programa Mais Médicos, do governo federal, ainda não começaram a atender à população. A Prefeitura havia anunciado o início das atividades nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) para ontem, mas, segundo a Secretaria de Saúde, reunião para decidir pontos estratégicos, como onde irão atuar, e para conferir a documentação de cada profissional adiou o início.

A Prefeitura afirmou que os médicos começarão a clinicar ainda neste mês, mas não divulgou a data.

Orlando Castro Aroche, Orlando Pacheco Santana e Osmany Montoya Hechavarria são formados pela Universidade de Medicina de Cuba e chegaram ao Brasil na segunda fase do programa, no dia 1º de novembro. Eles recebem bolsa de R$ 10 mil, sendo que a maior parte deste valor fica com o governo cubano e com familiares dos profissionais no país de origem. O contrato tem validade de três anos.

A bolsa salário é paga pelo governo e os custos com moradia são financiados pelas prefeituras. 

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