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Estímulo do Fed pode causar alta dos juros, diz Miyao



13/11/2013 | 05:22


O conselheiro do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) Ryuzo Miyao afirmou nesta quarta-feira a líderes empresariais na cidade de Matsumoto que a decisão do Fed de não reduzir o programa de estímulos pode causar um aumento não intencional da taxa de juros. Além disso, ele afirmou que está ciente de ligeiros riscos para a economia, citando as incertezas sobre as economias emergentes e a nova discussão sobre as condições fiscais dos Estados Unidos que deve acontecer no início de 2014.

"Eu mesmo sou consciente dos riscos de deterioração de alguma forma", afirmou Miyao, acrescentando que a economia japonesa poderia continuar a se recuperar moderadamente.

Além disso, Miyao disse que as economias emergentes, com exceção da China, estão enfrentando alguns riscos de deterioração, já que alguns desses países está enfrentando problemas estruturais, como déficit em conta corrente.

"Também devemos dar atenções aos possíveis desenvolvimentos no debate fiscal dos Estados Unidos, já que isso pode determinar os rumos da recuperação norte-americana e das economias globais", afirmou o conselheiro do BoJ.

Além disso, Miyao afirmou que é necessário prestar atenção ao atraso da recuperação econômica global. O conselheiro do BoJ reforçou que o país está no caminho certo para atingir a meta de inflação de 2%.

Seus comentários antecedem a reunião de política monetário do BoJ, prevista para a próxima semana. Muitos economistas esperam que o banco central japonês mantenha a sua taxa de juros inalterada depois que o BoJ manteve a sua visão otimista sobre o crescimento e a inflação na sua perspectiva econômica divulgada no final de outubro. Fonte: Dow Jones Newswires.



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Estímulo do Fed pode causar alta dos juros, diz Miyao


13/11/2013 | 05:22


O conselheiro do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) Ryuzo Miyao afirmou nesta quarta-feira a líderes empresariais na cidade de Matsumoto que a decisão do Fed de não reduzir o programa de estímulos pode causar um aumento não intencional da taxa de juros. Além disso, ele afirmou que está ciente de ligeiros riscos para a economia, citando as incertezas sobre as economias emergentes e a nova discussão sobre as condições fiscais dos Estados Unidos que deve acontecer no início de 2014.

"Eu mesmo sou consciente dos riscos de deterioração de alguma forma", afirmou Miyao, acrescentando que a economia japonesa poderia continuar a se recuperar moderadamente.

Além disso, Miyao disse que as economias emergentes, com exceção da China, estão enfrentando alguns riscos de deterioração, já que alguns desses países está enfrentando problemas estruturais, como déficit em conta corrente.

"Também devemos dar atenções aos possíveis desenvolvimentos no debate fiscal dos Estados Unidos, já que isso pode determinar os rumos da recuperação norte-americana e das economias globais", afirmou o conselheiro do BoJ.

Além disso, Miyao afirmou que é necessário prestar atenção ao atraso da recuperação econômica global. O conselheiro do BoJ reforçou que o país está no caminho certo para atingir a meta de inflação de 2%.

Seus comentários antecedem a reunião de política monetário do BoJ, prevista para a próxima semana. Muitos economistas esperam que o banco central japonês mantenha a sua taxa de juros inalterada depois que o BoJ manteve a sua visão otimista sobre o crescimento e a inflação na sua perspectiva econômica divulgada no final de outubro. Fonte: Dow Jones Newswires.

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