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Volks vai fabricar novo Golf no Paraná

Serão investidos R$ 520 milhões; valor se soma aos R$ 8,7 bilhões planejados até 2016


Leone Farias
do Diário Enviado à Brasília

04/10/2013 | 07:00


 A Volkswagen vai investir R$ 520 milhões para produzir o novo Golf, geração 7, na fábrica paranaense da companhia, localizada em São José dos Pinhais. O anúncio do investimento foi dado ontem, em Brasília, pelo presidente da montadora no Brasil, Thomas Schmall, que se reuniu à tarde com a presidente Dilma Rousseff para comunicá-la da decisão da empresa.

O modelo atualmente é importado da Alemanha. Como as obras na fábrica do Paraná estão começando agora, deve levar até dois anos para que o carro chegue ao mercado.

Para a nacionalização, contou como fator importante o incentivo dado pelo programa Inovar-Auto, que oferece redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os carros produzidos no País.

Questionado pelo Diário em relação a aportes na unidade de São Bernardo para substituir modelos que vão sair de linha – caso da Kombi e do Gol Geração 4 –, Schmall garantiu que outras fábricas, inclusive a do Grande ABC, também serão alvo de investimentos nos próximos anos.

O valor de R$ 520 milhões em São José dos Pinhais se soma aos R$ 8,7 bilhões já planejados para o Brasil de 2012 até 2016. Ou seja, agora a empresa pretende aportar R$ 9,2 bilhões nesse período.

Schmall afirmou que a montadora demonstra confiança em relação ao mercado brasileiro, que é o segundo maior para o grupo fora da Alemanha (o primeiro é a China). Ele projeta que em 2018 toda a indústria automotiva nacional terá vendas de 5 milhões de carros, bem mais que os 3,85 milhões estimados para este ano.

O executivo assinalou ainda que a decisão de fazer o Golf geração 7 – junto com a introdução do novo Gol (que sai da linha de montagem de São Bernardo) e do novo Voyage – se insere no plano de renovar o portfólio no Brasil, para ter apenas plataformas globais (ou seja, carros que têm produção em diversas unidades fabris pelo mundo).

Para a fábrica paranaense, o investimento deverá significar a ampliação de 20% da capacidade produtiva – ou seja, pode passar de 840 para 1.000 unidades por dia – e também, a depender do mercado, contratações de 400 a 700 pessoas. Essa unidade conta hoje com 3.500 funcionários.



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Volks vai fabricar novo Golf no Paraná

Serão investidos R$ 520 milhões; valor se soma aos R$ 8,7 bilhões planejados até 2016

Leone Farias
do Diário Enviado à Brasília

04/10/2013 | 07:00


 A Volkswagen vai investir R$ 520 milhões para produzir o novo Golf, geração 7, na fábrica paranaense da companhia, localizada em São José dos Pinhais. O anúncio do investimento foi dado ontem, em Brasília, pelo presidente da montadora no Brasil, Thomas Schmall, que se reuniu à tarde com a presidente Dilma Rousseff para comunicá-la da decisão da empresa.

O modelo atualmente é importado da Alemanha. Como as obras na fábrica do Paraná estão começando agora, deve levar até dois anos para que o carro chegue ao mercado.

Para a nacionalização, contou como fator importante o incentivo dado pelo programa Inovar-Auto, que oferece redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os carros produzidos no País.

Questionado pelo Diário em relação a aportes na unidade de São Bernardo para substituir modelos que vão sair de linha – caso da Kombi e do Gol Geração 4 –, Schmall garantiu que outras fábricas, inclusive a do Grande ABC, também serão alvo de investimentos nos próximos anos.

O valor de R$ 520 milhões em São José dos Pinhais se soma aos R$ 8,7 bilhões já planejados para o Brasil de 2012 até 2016. Ou seja, agora a empresa pretende aportar R$ 9,2 bilhões nesse período.

Schmall afirmou que a montadora demonstra confiança em relação ao mercado brasileiro, que é o segundo maior para o grupo fora da Alemanha (o primeiro é a China). Ele projeta que em 2018 toda a indústria automotiva nacional terá vendas de 5 milhões de carros, bem mais que os 3,85 milhões estimados para este ano.

O executivo assinalou ainda que a decisão de fazer o Golf geração 7 – junto com a introdução do novo Gol (que sai da linha de montagem de São Bernardo) e do novo Voyage – se insere no plano de renovar o portfólio no Brasil, para ter apenas plataformas globais (ou seja, carros que têm produção em diversas unidades fabris pelo mundo).

Para a fábrica paranaense, o investimento deverá significar a ampliação de 20% da capacidade produtiva – ou seja, pode passar de 840 para 1.000 unidades por dia – e também, a depender do mercado, contratações de 400 a 700 pessoas. Essa unidade conta hoje com 3.500 funcionários.

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