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Acusações de favorecimento racham PSC de Diadema


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

14/11/2011 | 07:02


O clima voltou a ficar turbulento no PSC de Diadema. Depois da debandada no partido, que culminou com a saída do vice-prefeito Gilson Menezes (PSB), integrantes da sigla acusam o presidente do PSC local, Teodózio Gregório da Silva, de tentar articular aliança com o prefeito Mário Reali (PT) sem consulta ao diretório municipal.

Assessor especial da presidência, Durvail Fuschi, o Chicão, afirma que Reali chegou a oferecer cargo de chefe de serviço, cujo salário é de R$ 3.447,42. Chicão diz que negociava a inclusão do PSC na administração petista com o chefe de Gabinete, Osvaldo Misso, e com o diretor da Saned, Walter Rasmussen. Mas Teodózio atravessou o acordo.

 "Ele tentou colocar alguém da família dele no cargo", conta o dirigente partidário. Segundo Chicão, 15 pessoas deixaram a sigla após a desavença com o presidente municipal. "Ele usou o grupo e desarticulou o partido."

Teodózio rebateu as acusações. Garantiu que não indicou ninguém de sua família para ocupar cargos na gestão Reali e que Chicão tentou se beneficiar do quadro do PSC para ficar com o emprego no governo. "Ele nem é do partido. Fazia parte do PSB, não nos trouxe a ficha de desfiliação, mas queria fazer parte da direção do PSC. O grupo dele entrou no PSC com sede de cargos, e não é dessa forma que o PSC trabalha." O caso deverá ser analisado pela executiva estadual.

DEBANDADA

No ano passado, o PSC sofreu grande processo de esvaziamento. A saída de Gilson Menezes para o PSB provocou debandada de lideranças na legenda. A secretária de Cultura, Regina Ponce (PDT), o secretário de Assistência Social, Pedro Soares (PR), os ex-vereadores José Carlos Gonçalves (PR), José Zito da Silva, o Zezito (PR), Antônio Bonfim de Melo, o Titio (PPS), entre outros nomes, abandonaram a legenda. O último a sair do partido foi o vereador Talabi Fahel, que migrou para o PR.



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Acusações de favorecimento racham PSC de Diadema

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

14/11/2011 | 07:02


O clima voltou a ficar turbulento no PSC de Diadema. Depois da debandada no partido, que culminou com a saída do vice-prefeito Gilson Menezes (PSB), integrantes da sigla acusam o presidente do PSC local, Teodózio Gregório da Silva, de tentar articular aliança com o prefeito Mário Reali (PT) sem consulta ao diretório municipal.

Assessor especial da presidência, Durvail Fuschi, o Chicão, afirma que Reali chegou a oferecer cargo de chefe de serviço, cujo salário é de R$ 3.447,42. Chicão diz que negociava a inclusão do PSC na administração petista com o chefe de Gabinete, Osvaldo Misso, e com o diretor da Saned, Walter Rasmussen. Mas Teodózio atravessou o acordo.

 "Ele tentou colocar alguém da família dele no cargo", conta o dirigente partidário. Segundo Chicão, 15 pessoas deixaram a sigla após a desavença com o presidente municipal. "Ele usou o grupo e desarticulou o partido."

Teodózio rebateu as acusações. Garantiu que não indicou ninguém de sua família para ocupar cargos na gestão Reali e que Chicão tentou se beneficiar do quadro do PSC para ficar com o emprego no governo. "Ele nem é do partido. Fazia parte do PSB, não nos trouxe a ficha de desfiliação, mas queria fazer parte da direção do PSC. O grupo dele entrou no PSC com sede de cargos, e não é dessa forma que o PSC trabalha." O caso deverá ser analisado pela executiva estadual.

DEBANDADA

No ano passado, o PSC sofreu grande processo de esvaziamento. A saída de Gilson Menezes para o PSB provocou debandada de lideranças na legenda. A secretária de Cultura, Regina Ponce (PDT), o secretário de Assistência Social, Pedro Soares (PR), os ex-vereadores José Carlos Gonçalves (PR), José Zito da Silva, o Zezito (PR), Antônio Bonfim de Melo, o Titio (PPS), entre outros nomes, abandonaram a legenda. O último a sair do partido foi o vereador Talabi Fahel, que migrou para o PR.

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