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PM de RO divulga nota para tranqüilizar população


Do Diário OnLine

23/04/2004 | 17:14


Mediante à repercussão da rebelião na penitenciária de Urso Branco, em Porto Velho (Rondônia), o Comando Geral da PM (Polícia Militar) divulgou nesta sexta-feira uma nota tranqüilizando a população.

De acordo com o texto, os serviços básicos de atendimento à sociedade foram mantidos. "A população pode permanecer tranqüila, pois mesmo diante de fatos tão graves, o policiamento de rotina foi mantido e o atendimento através do telefone 190 continua disponível", diz a nota.

Confira o texto da PM na íntegra:

O Comando Geral da Polícia Militar, irmanado com os sentimentos de todo povo de Rondônia e, diante da repercussão nacional e internacional dos atos bárbaros e desumanos ocorridos na Reserva Roosevelt e na Casa de Detenção Dr. José Mário Alves da Silva, Urso Branco, não mediu esforços para que os conflitos fossem resolvidos de maneira pacífica, pautada no respeito aos direitos humanos e no sentido de poupar vidas.

A população pode permanecer tranqüila, pois mesmo diante de fatos tão graves, o policiamento de rotina foi mantido e o atendimento através do telefone 190 continua disponível.

A Polícia Militar está presente nos dois focos de conflito, com a tropa de choque e reforço de policiais atuando, mesmo após a rendição dos rebelados no Urso Branco, ocorrido graças ao alto grau de profissionalismo dos policiais militares no gerenciamento da crise ocasionada pelos presos.

A Secretaria Nacional de Segurança Pública, órgão subordinado ao Ministério da Justiça, no caso do presídio Urso Branco, juntou-se ao Estado para melhorar as condições de trabalho, articulando o apoio da PM do Mato Grosso, que disponibilizou efetivo, mas não foi necessário o envio de tropa, somado ao apoio material obtido anteriormente com a PM do Acre após contato direto entre os respectivos Comandos Gerais, numa demonstração inequívoca de união entre as Corporações dos Estados.

Devido a imprevisibilidade dos conflitos, policiais do interior do Estado foram deslocados à Porto Velho onde estão sendo empregados.

O êxito da missão começou a ser construído no início da rebelião, quando os policiais militares componentes da guarda do presídio evitaram a fuga em massa dos apenados, confinando a crise para o interior dos muros do Urso Branco, protegendo a sociedade portovelhense e permitindo o início das negociações para a retida das 170 pessoas inocentes, consideradas reféns, as quais poderiam ter sido usados como escudos humanos contra a força policial do Estado.

O resultado das mortes dos apenados não dependeu das ações da Polícia Militar, mas sim de atos de selvageria praticados entre os próprios presos.

Ressala-se o alto grau de eficiência demonstrado pelos negociadores, Ten Cel PM Valter e 1º Ten PM Marcos Freire, nas pessoas dos quais parabenizo todos os Oficiais e Praças envolvidos direta e indiretamente no controle da rebelião no Urso Branco e na reserva de Roosevelt, pela abnegação, dedicação e empenho.

Todas as medidas adotadas proporcionaram a preservação da ordem no Município de Espigão do Oeste, e evitaram, na Capital, fugas de presidiários ou morte de pessoas inocentes.

A Polícia Militar está mobilizada para continuar proporcionando segurança a população rondoniense.

Quartel do Comando Geral, Porto Velho, 23 de Abril de 2004

Angelina dos Santos Correia Ramires - Coronel PM

Comandante Geral



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PM de RO divulga nota para tranqüilizar população

Do Diário OnLine

23/04/2004 | 17:14


Mediante à repercussão da rebelião na penitenciária de Urso Branco, em Porto Velho (Rondônia), o Comando Geral da PM (Polícia Militar) divulgou nesta sexta-feira uma nota tranqüilizando a população.

De acordo com o texto, os serviços básicos de atendimento à sociedade foram mantidos. "A população pode permanecer tranqüila, pois mesmo diante de fatos tão graves, o policiamento de rotina foi mantido e o atendimento através do telefone 190 continua disponível", diz a nota.

Confira o texto da PM na íntegra:

O Comando Geral da Polícia Militar, irmanado com os sentimentos de todo povo de Rondônia e, diante da repercussão nacional e internacional dos atos bárbaros e desumanos ocorridos na Reserva Roosevelt e na Casa de Detenção Dr. José Mário Alves da Silva, Urso Branco, não mediu esforços para que os conflitos fossem resolvidos de maneira pacífica, pautada no respeito aos direitos humanos e no sentido de poupar vidas.

A população pode permanecer tranqüila, pois mesmo diante de fatos tão graves, o policiamento de rotina foi mantido e o atendimento através do telefone 190 continua disponível.

A Polícia Militar está presente nos dois focos de conflito, com a tropa de choque e reforço de policiais atuando, mesmo após a rendição dos rebelados no Urso Branco, ocorrido graças ao alto grau de profissionalismo dos policiais militares no gerenciamento da crise ocasionada pelos presos.

A Secretaria Nacional de Segurança Pública, órgão subordinado ao Ministério da Justiça, no caso do presídio Urso Branco, juntou-se ao Estado para melhorar as condições de trabalho, articulando o apoio da PM do Mato Grosso, que disponibilizou efetivo, mas não foi necessário o envio de tropa, somado ao apoio material obtido anteriormente com a PM do Acre após contato direto entre os respectivos Comandos Gerais, numa demonstração inequívoca de união entre as Corporações dos Estados.

Devido a imprevisibilidade dos conflitos, policiais do interior do Estado foram deslocados à Porto Velho onde estão sendo empregados.

O êxito da missão começou a ser construído no início da rebelião, quando os policiais militares componentes da guarda do presídio evitaram a fuga em massa dos apenados, confinando a crise para o interior dos muros do Urso Branco, protegendo a sociedade portovelhense e permitindo o início das negociações para a retida das 170 pessoas inocentes, consideradas reféns, as quais poderiam ter sido usados como escudos humanos contra a força policial do Estado.

O resultado das mortes dos apenados não dependeu das ações da Polícia Militar, mas sim de atos de selvageria praticados entre os próprios presos.

Ressala-se o alto grau de eficiência demonstrado pelos negociadores, Ten Cel PM Valter e 1º Ten PM Marcos Freire, nas pessoas dos quais parabenizo todos os Oficiais e Praças envolvidos direta e indiretamente no controle da rebelião no Urso Branco e na reserva de Roosevelt, pela abnegação, dedicação e empenho.

Todas as medidas adotadas proporcionaram a preservação da ordem no Município de Espigão do Oeste, e evitaram, na Capital, fugas de presidiários ou morte de pessoas inocentes.

A Polícia Militar está mobilizada para continuar proporcionando segurança a população rondoniense.

Quartel do Comando Geral, Porto Velho, 23 de Abril de 2004

Angelina dos Santos Correia Ramires - Coronel PM

Comandante Geral

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