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Reforma política e representatividade

A reforma política não pode vir de cima para baixo como imposição de congressistas mais...


Dgabc

14/11/2011 | 00:00


Artigo

A reforma política não pode vir de cima para baixo como imposição de congressistas mais interessados em tirar vantagens. A reforma deve ser submetida à sociedade, sob consulta popular, afinal o povo é o agente principal da democracia e ele não pode mais ficar à margem das decisões importantes do País. Graças ao imoral voto obrigatório, velhos políticos, com ideias ultrapassadas, teimam em não arredar pé do Parlamento, e equivocam-se ao pensar que são insubstituíveis e que estão contribuindo com suas experiências. Experiência política só serve para o comodismo, para o descaminho e para a manutenção do estado viciado de tirar vantagem, como se encontra hoje o Brasil. Mandato político não é profissão, mas exercício temporário. Tem prazo certo e não deveria ser renovado por reeleição, para oportunizar a oxigenação da vida parlamentar através de novas cabeças pensantes. Ninguém é insubstituível, somente Deus.

Qual é a dificuldade para consultar a sociedade sobre a reforma política? Não se trata de formalizar apenas uma pergunta para obter resposta ‘sim' ou ‘não'. Mas questionário amplo, dirigido ao povo, abordando propostas que já estão na internet. Por exemplo: sobre o voto facultativo, voto distrital puro, distrital misto, lista fechada, reeleição, voto secreto no Congresso, financiamento de campanha, redução do número de parlamentares no Brasil etc. Só no Congresso Nacional, inchado e inoperante, temos 81 senadores e 513 deputados. A quantidade de vereadores, no País, é excrescência.

A demagógica representatividade excessiva só atrapalha a aprovação dos pleitos e dá despesa inútil à Nação. Precisamos de qualidade e não de quantidade representativa. Assim, os dados da consulta popular seriam analisados e processados, pela maior incidência de respostas ‘sim', para constar da reforma política. Aí sim teríamos reforma política mais aproximada dos anseios democráticos do povo brasileiro. Financiamento público de campanha, jamais em qualquer situação. Já são suficientes o Fundo Partidário e os espaços de propaganda política em rádio e televisão, bem como o uso da internet. O poder público tem que financiar a sociedade necessitada e não a classe política. Política não é profissão. País pobre como o nosso não pode continuar gastando milhões de reais para eleger um parlamentar: isso é uma vergonha!

Júlio César Cardoso é bacharel em Direito.

PALAVRA DO LEITOR

Terra de ninguém

É inaceitável que a Prefeitura de São Bernardo não fiscalize bares que funcionam à revelia com mesas em calçada, tirando espaço do pedestre, com música alta, falatórios, e, às vezes, até consumo de drogas, em rua residencial e depois do horário permitido por lei. Esses são os principais problemas que os moradores têm enfrentado na Rua Grã-Bretanha, vizinha da recém-inaugurada inspetoria da Guarda Civil Municipal, que funciona 24 horas e, supostamente, deveria trazer segurança e inibir esse tipo de abuso. O bairro Taboão é prejudicado porque Diadema tem lei idônea que obriga os bares a fechar às 22h. E o que acontece? Os clientes migram para o Taboão, São Bernardo, que nessa questão é terra de ninguém. Outra reivindicação não atendida é o estacionamento de carros dos dois lados da rua, que complica o trânsito numa via de mão dupla.

Clarinda Pires, São Bernardo

Tem de fazer!

O teste do bafômetro deveria ser exame obrigatório para todos os motoristas, sobretudo para aqueles envolvidos em acidentes de trânsito. Não é decente essa liberdade do infrator se recusar a fazer o teste. Todos têm de fazer. Se houver recusa na realização, automaticamente deveria ficar caracterizado no registro policial de ocorrência que o infrator estava alcoolizado. É preciso acabar com essa prerrogativa que só beneficia ricos e filhinhos de papai.

Habib Saguiah Neto, Marataízes (ES)

Sugestão

Na coluna Olhos do Diário sobre a degradação de pontos e abrigos de ônibus (dia 10), gostei da imagem que mostra um abrigo, em Diadema, com jardim suspenso. Nesse caso sabemos que foi obra do acaso, mas é ótima ideia e deveria ser usada em todos os abrigos de ônibus. Só quem já esteve em um sabe o quanto esses abrigos são quentes, em geral são telhas de amianto ou policarbonato translúcido. Jardim bonito sobre os abrigos ameniza a temperatura sob ele deixando a longa espera por ônibus mais refrescante e confortável. Sem contar que deixa aspecto urbanístico mais bonito e retém água da chuva, ajudando na prevenção de enchentes. São ideias simples assim que solucionam problemas do cidadão.

Charles Gomes De França Jr, São Bernardo

Ela manda

Quando pensamos que já havíamos escutado de tudo, eis que vêm as bravatas dos caciques do PDT em reunião da executiva do partido em Brasília para discutir as decisões a serem tomadas. O que o ministro Carlos Lupi e caciques do seu partido precisam entender é que a presidente Dilma Rousseff é a chefe, foi aleita democraticamente para nomear e demitir qualquer ministro ou funcionário que tenha cargo de confiança no governo. O que fizeram foi total falta de respeito com a autoridade da presidente, que com certeza não pode nem deve aceitar pressão de quem quer que seja para mantê-lo no cargo, principalmente alguém envolvido com corrupção e desvio de dinheiro público. O que também não pode é a presidente agir só quando é pressionada pela imprensa ou pela sociedade civil através das redes sociais. Vamos acabar com essa corja, Dilma.

Turíbio Liberatto, São Caetano

Caminhão na rua

Muito boa a proibição de caminhões grandes em horários de pico (Setecidades, dia 8). Mas fica a pergunta: onde ficarão esses caminhões? Estacionados na Avenida Robert Kennedy? Há dias em que usam os dois lados da avenida como estacionamento, não deixam via de acesso às ruas, dificultam a visão estacionando nas esquinas. Estacionam em local proibido. Param até em fila dupla. Sugiro às nossas autoridades que cobrem pátios de manobra para as empresas de grande porte e muitas outras espalhadas por São Bernardo. Essas empresas usam as ruas públicas como estacionamento e não pagam IPTU como propriedade privada.

Eliandra Mara Caparroz, São Bernardo

Ruas de lazer

Ao lermos a reportagem Grande ABC precisa de mais ruas de lazer (Setecidades, dia 7), concordamos que as cidades da região deveriam ter mais ruas de lazer. Gostaríamos que ampliassem também para os sábados e tivessem pistas de skate e patins, campos de futebol, eventos de dança e música, além de campeonatos e gincanas. Poderiam plantar mais árvores. Graças às ruas de lazer, a população ganha mais opções de lazer e divertimento, mais liberdade, encontra novas pessoas e pratica esportes.

Alunos do 5º ano D da Emef

Senador Flaquer, São Caetano



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Reforma política e representatividade

A reforma política não pode vir de cima para baixo como imposição de congressistas mais...

Dgabc

14/11/2011 | 00:00


Artigo

A reforma política não pode vir de cima para baixo como imposição de congressistas mais interessados em tirar vantagens. A reforma deve ser submetida à sociedade, sob consulta popular, afinal o povo é o agente principal da democracia e ele não pode mais ficar à margem das decisões importantes do País. Graças ao imoral voto obrigatório, velhos políticos, com ideias ultrapassadas, teimam em não arredar pé do Parlamento, e equivocam-se ao pensar que são insubstituíveis e que estão contribuindo com suas experiências. Experiência política só serve para o comodismo, para o descaminho e para a manutenção do estado viciado de tirar vantagem, como se encontra hoje o Brasil. Mandato político não é profissão, mas exercício temporário. Tem prazo certo e não deveria ser renovado por reeleição, para oportunizar a oxigenação da vida parlamentar através de novas cabeças pensantes. Ninguém é insubstituível, somente Deus.

Qual é a dificuldade para consultar a sociedade sobre a reforma política? Não se trata de formalizar apenas uma pergunta para obter resposta ‘sim' ou ‘não'. Mas questionário amplo, dirigido ao povo, abordando propostas que já estão na internet. Por exemplo: sobre o voto facultativo, voto distrital puro, distrital misto, lista fechada, reeleição, voto secreto no Congresso, financiamento de campanha, redução do número de parlamentares no Brasil etc. Só no Congresso Nacional, inchado e inoperante, temos 81 senadores e 513 deputados. A quantidade de vereadores, no País, é excrescência.

A demagógica representatividade excessiva só atrapalha a aprovação dos pleitos e dá despesa inútil à Nação. Precisamos de qualidade e não de quantidade representativa. Assim, os dados da consulta popular seriam analisados e processados, pela maior incidência de respostas ‘sim', para constar da reforma política. Aí sim teríamos reforma política mais aproximada dos anseios democráticos do povo brasileiro. Financiamento público de campanha, jamais em qualquer situação. Já são suficientes o Fundo Partidário e os espaços de propaganda política em rádio e televisão, bem como o uso da internet. O poder público tem que financiar a sociedade necessitada e não a classe política. Política não é profissão. País pobre como o nosso não pode continuar gastando milhões de reais para eleger um parlamentar: isso é uma vergonha!

Júlio César Cardoso é bacharel em Direito.

PALAVRA DO LEITOR

Terra de ninguém

É inaceitável que a Prefeitura de São Bernardo não fiscalize bares que funcionam à revelia com mesas em calçada, tirando espaço do pedestre, com música alta, falatórios, e, às vezes, até consumo de drogas, em rua residencial e depois do horário permitido por lei. Esses são os principais problemas que os moradores têm enfrentado na Rua Grã-Bretanha, vizinha da recém-inaugurada inspetoria da Guarda Civil Municipal, que funciona 24 horas e, supostamente, deveria trazer segurança e inibir esse tipo de abuso. O bairro Taboão é prejudicado porque Diadema tem lei idônea que obriga os bares a fechar às 22h. E o que acontece? Os clientes migram para o Taboão, São Bernardo, que nessa questão é terra de ninguém. Outra reivindicação não atendida é o estacionamento de carros dos dois lados da rua, que complica o trânsito numa via de mão dupla.

Clarinda Pires, São Bernardo

Tem de fazer!

O teste do bafômetro deveria ser exame obrigatório para todos os motoristas, sobretudo para aqueles envolvidos em acidentes de trânsito. Não é decente essa liberdade do infrator se recusar a fazer o teste. Todos têm de fazer. Se houver recusa na realização, automaticamente deveria ficar caracterizado no registro policial de ocorrência que o infrator estava alcoolizado. É preciso acabar com essa prerrogativa que só beneficia ricos e filhinhos de papai.

Habib Saguiah Neto, Marataízes (ES)

Sugestão

Na coluna Olhos do Diário sobre a degradação de pontos e abrigos de ônibus (dia 10), gostei da imagem que mostra um abrigo, em Diadema, com jardim suspenso. Nesse caso sabemos que foi obra do acaso, mas é ótima ideia e deveria ser usada em todos os abrigos de ônibus. Só quem já esteve em um sabe o quanto esses abrigos são quentes, em geral são telhas de amianto ou policarbonato translúcido. Jardim bonito sobre os abrigos ameniza a temperatura sob ele deixando a longa espera por ônibus mais refrescante e confortável. Sem contar que deixa aspecto urbanístico mais bonito e retém água da chuva, ajudando na prevenção de enchentes. São ideias simples assim que solucionam problemas do cidadão.

Charles Gomes De França Jr, São Bernardo

Ela manda

Quando pensamos que já havíamos escutado de tudo, eis que vêm as bravatas dos caciques do PDT em reunião da executiva do partido em Brasília para discutir as decisões a serem tomadas. O que o ministro Carlos Lupi e caciques do seu partido precisam entender é que a presidente Dilma Rousseff é a chefe, foi aleita democraticamente para nomear e demitir qualquer ministro ou funcionário que tenha cargo de confiança no governo. O que fizeram foi total falta de respeito com a autoridade da presidente, que com certeza não pode nem deve aceitar pressão de quem quer que seja para mantê-lo no cargo, principalmente alguém envolvido com corrupção e desvio de dinheiro público. O que também não pode é a presidente agir só quando é pressionada pela imprensa ou pela sociedade civil através das redes sociais. Vamos acabar com essa corja, Dilma.

Turíbio Liberatto, São Caetano

Caminhão na rua

Muito boa a proibição de caminhões grandes em horários de pico (Setecidades, dia 8). Mas fica a pergunta: onde ficarão esses caminhões? Estacionados na Avenida Robert Kennedy? Há dias em que usam os dois lados da avenida como estacionamento, não deixam via de acesso às ruas, dificultam a visão estacionando nas esquinas. Estacionam em local proibido. Param até em fila dupla. Sugiro às nossas autoridades que cobrem pátios de manobra para as empresas de grande porte e muitas outras espalhadas por São Bernardo. Essas empresas usam as ruas públicas como estacionamento e não pagam IPTU como propriedade privada.

Eliandra Mara Caparroz, São Bernardo

Ruas de lazer

Ao lermos a reportagem Grande ABC precisa de mais ruas de lazer (Setecidades, dia 7), concordamos que as cidades da região deveriam ter mais ruas de lazer. Gostaríamos que ampliassem também para os sábados e tivessem pistas de skate e patins, campos de futebol, eventos de dança e música, além de campeonatos e gincanas. Poderiam plantar mais árvores. Graças às ruas de lazer, a população ganha mais opções de lazer e divertimento, mais liberdade, encontra novas pessoas e pratica esportes.

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