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Faltam lixeiras nas ruas do Centro de Diadema


Sérgio Vieira
Do Diário do Grande ABC

14/08/2005 | 09:20


Andar pela ruas do Centro de Diadema e encontrar uma lixeira pública está cada vez mais difícil. Em muitas ruas, não há sequer um cesto. Há situações em que o problema se transforma em verdadeira "dor de cabeça" para boa parte das cerca de 30 mil pessoas que circulam nessa região todos os dias. Essa é a conclusão do estudo feito pelo vereador Lauro Michels (PSDB), que encontrou apenas 13 lixeiras nas principais ruas da área central da cidade.

"A Prefeitura não busca soluções para resolver esse problema. Isso é falta de responsabilidade. Sem a lixeira, o prefeito José de Filippi Júnior está incentivando a população a jogar o lixo no chão", critica Michels.

Além da pesquisa, o tucano também apresentou sugestões para minimizar o problema. Entre as propostas estão a instalação de pelo menos uma lixeira a cada 50 metros e telefones públicos, nas esquinas que têm faixas de pedestres, para que a população possa denunciar diretamente à Prefeitura os eventuais casos de vandalismo. Michels também propõe parceria do poder público com o comércio local, que arcaria com as despesas da instalação dos cestos em troca de espaço publicitário.

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Diadema, José Manuel Vieira de Mello, acredita que se houver iniciativa da Prefeitura, certamente os comerciantes aceitarão a parceria. "Realmente hoje há carência de lixeiras no Centro. Agora é preciso um pouco mais de disposição política para mudar essa situação", diz. Ele também acha que é necessário mudar a consciência da população, explicando a importância da preservação de equipamentos públicos.

Segundo o estudo, não foi encontrada nenhuma lixeira nas avenidas Antônio Piranga (em frente à Câmara), Manoel da Nóbrega, Alda (entre a praça Castelo Branco e o Hospital Municipal), na rua São Jorge, na praça Castelo Branco, na praça Camões, entre outras. Até mesmo na rua Graciosa, em frente ao Teatro Clara Nunes, inaugurado no último mês de abril, não há cesto de lixo. Na praça da Moça – principal local de eventos públicos na cidade – há apenas uma lixeira, mesmo número encontrado na praça em frente à Igreja Matriz.

A Prefeitura diz que em 2002 foram instaladas 20 lixeiras na região da praça Castelo Branco, quando o espaço foi reformado. No mesmo período, foram instalados 70 cestos de lixo em oito regiões da cidade. Mas, por conta das depredações, foi adotada a postura de apenas instalar lixeiras quando forem feitas reformas na região. A Prefeitura não soube informar quantos cestos de lixo existem hoje na cidade.



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Faltam lixeiras nas ruas do Centro de Diadema

Sérgio Vieira
Do Diário do Grande ABC

14/08/2005 | 09:20


Andar pela ruas do Centro de Diadema e encontrar uma lixeira pública está cada vez mais difícil. Em muitas ruas, não há sequer um cesto. Há situações em que o problema se transforma em verdadeira "dor de cabeça" para boa parte das cerca de 30 mil pessoas que circulam nessa região todos os dias. Essa é a conclusão do estudo feito pelo vereador Lauro Michels (PSDB), que encontrou apenas 13 lixeiras nas principais ruas da área central da cidade.

"A Prefeitura não busca soluções para resolver esse problema. Isso é falta de responsabilidade. Sem a lixeira, o prefeito José de Filippi Júnior está incentivando a população a jogar o lixo no chão", critica Michels.

Além da pesquisa, o tucano também apresentou sugestões para minimizar o problema. Entre as propostas estão a instalação de pelo menos uma lixeira a cada 50 metros e telefones públicos, nas esquinas que têm faixas de pedestres, para que a população possa denunciar diretamente à Prefeitura os eventuais casos de vandalismo. Michels também propõe parceria do poder público com o comércio local, que arcaria com as despesas da instalação dos cestos em troca de espaço publicitário.

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Diadema, José Manuel Vieira de Mello, acredita que se houver iniciativa da Prefeitura, certamente os comerciantes aceitarão a parceria. "Realmente hoje há carência de lixeiras no Centro. Agora é preciso um pouco mais de disposição política para mudar essa situação", diz. Ele também acha que é necessário mudar a consciência da população, explicando a importância da preservação de equipamentos públicos.

Segundo o estudo, não foi encontrada nenhuma lixeira nas avenidas Antônio Piranga (em frente à Câmara), Manoel da Nóbrega, Alda (entre a praça Castelo Branco e o Hospital Municipal), na rua São Jorge, na praça Castelo Branco, na praça Camões, entre outras. Até mesmo na rua Graciosa, em frente ao Teatro Clara Nunes, inaugurado no último mês de abril, não há cesto de lixo. Na praça da Moça – principal local de eventos públicos na cidade – há apenas uma lixeira, mesmo número encontrado na praça em frente à Igreja Matriz.

A Prefeitura diz que em 2002 foram instaladas 20 lixeiras na região da praça Castelo Branco, quando o espaço foi reformado. No mesmo período, foram instalados 70 cestos de lixo em oito regiões da cidade. Mas, por conta das depredações, foi adotada a postura de apenas instalar lixeiras quando forem feitas reformas na região. A Prefeitura não soube informar quantos cestos de lixo existem hoje na cidade.

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