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No Twitter, deputado Major Vitor Hugo nega existência de acordo



21/10/2019 | 17:14


O conflito público entre as alas bivarista e bolsonarista do PSL, que ganhou novos capítulos nesta segunda-feira, 21, parece longe de acabar. Pelo Twitter, o deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), que é líder do governo na Câmara Federal, negou que tenha havido um acordo entre as partes mediado pelo ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos.

Segundo o deputado, Ramos o contatou para informar que não havia qualquer acerto entre os parlamentares, contradizendo Júnior Bozzella (PSL-SP), que mais cedo mencionou um "armistício" entre as partes. O acordo incluiria, segundo Bozzella, a permanência de Delegado Waldir (PSL-GO) da liderança no PSL na Câmara até janeiro de 2020. A permanência de Waldir no cargo viria em troca do fim da suspensão das atividades partidárias de cinco parlamentares ligados a Bolsonaro.

"O ministro Ramos esclareceu que não fez qualquer acerto, que apenas manteve conversas preliminares e que não havia me falado nem mesmo sobre essas conversas porque não tinha havido avanços", escreveu Vitor Hugo no Twitter.

Também no Twitter, o deputado Filipe Barros (PSL-PR), que integra a ala bolsonarista do partido, deixou claro que a disputa pela liderança deve perdurar.

"Se apresentarem 10 listas para manter o Waldir na liderança, apresentaremos 11. Se apresentarem 20 listas para manter o Waldir na liderança, apresentaremos 21", tuitou Barros.



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No Twitter, deputado Major Vitor Hugo nega existência de acordo


21/10/2019 | 17:14


O conflito público entre as alas bivarista e bolsonarista do PSL, que ganhou novos capítulos nesta segunda-feira, 21, parece longe de acabar. Pelo Twitter, o deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), que é líder do governo na Câmara Federal, negou que tenha havido um acordo entre as partes mediado pelo ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos.

Segundo o deputado, Ramos o contatou para informar que não havia qualquer acerto entre os parlamentares, contradizendo Júnior Bozzella (PSL-SP), que mais cedo mencionou um "armistício" entre as partes. O acordo incluiria, segundo Bozzella, a permanência de Delegado Waldir (PSL-GO) da liderança no PSL na Câmara até janeiro de 2020. A permanência de Waldir no cargo viria em troca do fim da suspensão das atividades partidárias de cinco parlamentares ligados a Bolsonaro.

"O ministro Ramos esclareceu que não fez qualquer acerto, que apenas manteve conversas preliminares e que não havia me falado nem mesmo sobre essas conversas porque não tinha havido avanços", escreveu Vitor Hugo no Twitter.

Também no Twitter, o deputado Filipe Barros (PSL-PR), que integra a ala bolsonarista do partido, deixou claro que a disputa pela liderança deve perdurar.

"Se apresentarem 10 listas para manter o Waldir na liderança, apresentaremos 11. Se apresentarem 20 listas para manter o Waldir na liderança, apresentaremos 21", tuitou Barros.

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