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Polícia Civil investiga mais dois PMs em Sto.André


Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

14/06/2011 | 07:08


Após prender na sexta-feira dois policiais militares suspeitos de envolvimento na morte de quatro jovens no Jardim Santo André, a Polícia Civil do município admite a possibilidade de que outros dois militares tenham participado do crime, que ocorreu na Sexta-Feira Santa. O inquérito que investiga o caso ficará pronto entre 30 e 60 dias.

O delegado Sérgio Simionato, titular do setor de Homicídios da Seccional de Santo André, conta ter recebido denúncias anônimas a respeito da participação dos outros dois policiais militares. "Estamos investigando a possibilidade de haver outros dois. Até o momento, não sabemos os motivos que levaram esses policiais a terem cometido os homicídios", comentou.

Os nomes dos policiais suspeitos não foram divulgados para não atrapalhar o andamento das investigações.

A Corregedoria da Polícia Militar declarou que também não descarta a hipótese de outros policiais no caso.

Prisões

Na sexta-feira, os dois policiais foram presos em serviço e levados para a Penitenciária Militar Romão Gomes, onde permanecerão por 30 dias, no mínimo. A Polícia Militar não forneceu os dados dos policiais, com o argumento de que a reclusão é temporária e, portanto, pode ser revertida.

Histórico

A chacina ocorreu no dia 11 de junho em uma viela do Jardim Santo André, periferia do município. Quatro jovens foram mortos com tiros de pistolas calibre 380 e ponto 40 - esta, de uso exclusivo da Polícia Militar.

Foram assassinados o cabeleireiro Luís Fernando da Silva Egea, 19 anos, o cobrador de ônibus Fábio Bacilieri, 23, o estudante Felipe Dias Rodrigues, 16, e o desempregado Robert William Rodrigues, 25. As três primeiras vítimas foram obrigadas a se ajoelhar, viradas para a parede, e em seguida receberam balas na cabeça e nas costas. O último jovem passava pelo local, presenciou a cena e foi executado em seguida. Nenhum dos rapazes tinha antecedentes criminais e, segundo as famílias, não tinham envolvimento com drogas.



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Polícia Civil investiga mais dois PMs em Sto.André

Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

14/06/2011 | 07:08


Após prender na sexta-feira dois policiais militares suspeitos de envolvimento na morte de quatro jovens no Jardim Santo André, a Polícia Civil do município admite a possibilidade de que outros dois militares tenham participado do crime, que ocorreu na Sexta-Feira Santa. O inquérito que investiga o caso ficará pronto entre 30 e 60 dias.

O delegado Sérgio Simionato, titular do setor de Homicídios da Seccional de Santo André, conta ter recebido denúncias anônimas a respeito da participação dos outros dois policiais militares. "Estamos investigando a possibilidade de haver outros dois. Até o momento, não sabemos os motivos que levaram esses policiais a terem cometido os homicídios", comentou.

Os nomes dos policiais suspeitos não foram divulgados para não atrapalhar o andamento das investigações.

A Corregedoria da Polícia Militar declarou que também não descarta a hipótese de outros policiais no caso.

Prisões

Na sexta-feira, os dois policiais foram presos em serviço e levados para a Penitenciária Militar Romão Gomes, onde permanecerão por 30 dias, no mínimo. A Polícia Militar não forneceu os dados dos policiais, com o argumento de que a reclusão é temporária e, portanto, pode ser revertida.

Histórico

A chacina ocorreu no dia 11 de junho em uma viela do Jardim Santo André, periferia do município. Quatro jovens foram mortos com tiros de pistolas calibre 380 e ponto 40 - esta, de uso exclusivo da Polícia Militar.

Foram assassinados o cabeleireiro Luís Fernando da Silva Egea, 19 anos, o cobrador de ônibus Fábio Bacilieri, 23, o estudante Felipe Dias Rodrigues, 16, e o desempregado Robert William Rodrigues, 25. As três primeiras vítimas foram obrigadas a se ajoelhar, viradas para a parede, e em seguida receberam balas na cabeça e nas costas. O último jovem passava pelo local, presenciou a cena e foi executado em seguida. Nenhum dos rapazes tinha antecedentes criminais e, segundo as famílias, não tinham envolvimento com drogas.

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