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Unica critica relatório sobre etanol e alimentos



13/11/2007 | 07:04


Em uma carta enviada nesta segunda-feira à Secretaria Geral das Organizações das Nações Unidas, a Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), ao lado de outras entidades representantes dos biocombustíveis ao redor do mundo, criticou a falta de exatidão do relatório interino sobre o direito ao alimento divulgado pela ONU.

O documento das Nações Unidas aponta que a produção de biocombustíveis eleva os preços dos alimentos. Mas o presidente da Unica, Marcos Jank, afirma que nos últimos três anos, quando os biocombustíveis ganharam espaço, os preços agrícolas subiram apenas 7%, enquanto os preços do petróleo aumentaram mais de 70%.

Para Jank, parte dessa alta dos preços agrícolas deve-se, principalmente, à alta do petróleo, que “encarece a produção de fertilizantes e também o custo do frete”.

“Quem está causando esse aumento dos preços agrícolas é o petróleo e não os biocombustíveis”, alerta.

O presidente da Unica disse que o relatório levou em conta basicamente a situação norte-americana de etanol produzido pelo milho, que provocou aumento nos preços dos alimentos de forma pontual. Porém, ele adverte que esse não é o caso do etanol feito de cana. “Hoje, apesar do boom do etanol e dos biocombustíveis, o Brasil registra preços historicamente baixos tanto de açúcar como de etanol”, contou.

Na carta, também foram destacados os ganhos econômicos e sociais gerados pelos biocombustíveis, como geração de empregos e crescimento da renda.

Para Jank, uma correção no relatório interino é importante porque o documento apresentado em agosto pode levar a uma redução nos investimentos em biocombustíveis. “O primeiro relatório foi feito sem consultas a entidades. Queremos ser consultados pela ONU”, afirma.



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Unica critica relatório sobre etanol e alimentos


13/11/2007 | 07:04


Em uma carta enviada nesta segunda-feira à Secretaria Geral das Organizações das Nações Unidas, a Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), ao lado de outras entidades representantes dos biocombustíveis ao redor do mundo, criticou a falta de exatidão do relatório interino sobre o direito ao alimento divulgado pela ONU.

O documento das Nações Unidas aponta que a produção de biocombustíveis eleva os preços dos alimentos. Mas o presidente da Unica, Marcos Jank, afirma que nos últimos três anos, quando os biocombustíveis ganharam espaço, os preços agrícolas subiram apenas 7%, enquanto os preços do petróleo aumentaram mais de 70%.

Para Jank, parte dessa alta dos preços agrícolas deve-se, principalmente, à alta do petróleo, que “encarece a produção de fertilizantes e também o custo do frete”.

“Quem está causando esse aumento dos preços agrícolas é o petróleo e não os biocombustíveis”, alerta.

O presidente da Unica disse que o relatório levou em conta basicamente a situação norte-americana de etanol produzido pelo milho, que provocou aumento nos preços dos alimentos de forma pontual. Porém, ele adverte que esse não é o caso do etanol feito de cana. “Hoje, apesar do boom do etanol e dos biocombustíveis, o Brasil registra preços historicamente baixos tanto de açúcar como de etanol”, contou.

Na carta, também foram destacados os ganhos econômicos e sociais gerados pelos biocombustíveis, como geração de empregos e crescimento da renda.

Para Jank, uma correção no relatório interino é importante porque o documento apresentado em agosto pode levar a uma redução nos investimentos em biocombustíveis. “O primeiro relatório foi feito sem consultas a entidades. Queremos ser consultados pela ONU”, afirma.

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