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Bombril trilha carreira para jovens


Aline Mazzo
Especial para o Diário

28/08/2005 | 08:02


"Queremos devolver à comunidade toda a confiança que ela depositou na nossa empresa." É dessa maneira que o diretor de Recursos Humanos da Bombril, Luis Antônio Carelli, explica a motivação para o projeto social 1001 Oportunidades Bombril. A iniciativa, implementada em março, ajuda a combater a evasão escolar e contribui para a melhoria da qualidade pedagógica. Para isso, proporciona atividades esportivas, culturais e educacionais para crianças e adolescentes carentes do Montanhão, em São Bernardo. A empresa mantém projetos em Pernambuco e em Minas Gerais.

"Tudo começou quando o novo presidente da Bombril assumiu o cargo, em novembro de 2004. Ele decidiu que cada unidade da empresa deveria ter um projeto social", conta Carelli. Na filial de São Bernardo, deveria atender à "educação básica de qualidade", definido pela ONU (Organização das Nações Unidas) como uma das oito diretrizes para mudar o mundo.

Para o 1001 Oportunidades Bombril foram escolhidos 60 participantes, com idades entre 8 e 16 anos, que têm baixa renda familiar. Metade veio da Emeb Padre Léo Comissari, e a outra da EE Brasília Tonde de Lima, ambas no Montanhão.

Os jovens inseridas no programa têm rotina agitada. Eles vão à escola no período da manhã e, na saída, um ônibus da Bombril os leva à empresa. No local, almoçam e fazem sua higiene pessoal. Depois, estão preparados para as aulas de reforço escolar, informática, esportes e música.

O participante pode escolher duas modalidades esportivas entre judô, jiu-jitsu, capoeira, e atividades coletivas, como futebol, vôlei e basquete. Já na parte de música, eles podem optar entre teoria musical, violão e coral. E todos participam das aulas de reforço escolar e informática. "Aproveitamos que o clube dos funcionários ficava ocioso durante o dia", conta.

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Quando os participantes do programa completarem 17 anos, \r\nterão garantidas vagas de trabalho na Bombril. Basta escolher a área em que \r\ndesejam trabalhar, que a empresa investirá no jovem, com cursos de capacitação \r\nprofissional.

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Gente do ABC - Idealismo na ponta do giz

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Fabio Leite<br>Especial para o Diário

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Como boa aluna que foi, nunca deixou de responder a uma \r\nchamada nas incontáveis manifestações das quais participou. Como professora que \r\né, e orgulha-se disso, jamais abandonou a luta pela valorização da educação. \r\nTrajando sua insubstituível beca, hoje meio avermelhada pelos efeitos das bombas \r\nde gás lacrimogêneo que enfrentou durante a repressão militar nas décadas de 60, \r\n70 e 80, Glória Apparecida Shimabuco, ou somente professora Glorinha, 68 anos, \r\ntornou-se uma eterna guerrilheira na defesa do ensino público. Suas armas: um \r\ngiz e o quadro negro.

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A trajetória começou aos 12 anos, depois que um "mal \r\nsúbito" tirou a vida de seus pais. Inspirada na carreira da mãe e da avó, \r\ndecidiu que seria professora. "Com 12 anos eu já era revolucionária. Meu sonho \r\nera ser professora", conta. Na instituição de ensino Dr. Franscisco Thomaz de \r\nCarvalho, em Casa Branca, interior do Estado de São Paulo, aprendeu aos 18 anos \r\nque lecionar ia além das salas de aula. Em uma época em que havia mais homens do \r\nque mulheres no magistério, venceu toda e qualquer forma de preconceito. De \r\ntímida menina mineira de Guaxupé, passou a ter status e a incorporar um espírito \r\nde liderança. "O professor naquela época era chamado de doutor, pertencia à \r\nelite", lembra.",1]);//-->

Cada criança recebe a bolsa auxílio de R$ 50 mensais. Para isso, o aluno não pode faltar às aulas da escola nem ao projeto, que acontece às terças, quartas e quintas-feiras. "Isso incentiva a criança a não largar o projeto para ter de trabalhar."

Quando os participantes do programa completarem 17 anos, terão garantidas vagas de trabalho na Bombril. Basta escolher a área em que desejam trabalhar, que a empresa investirá no jovem, com cursos de capacitação profissional.


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Bombril trilha carreira para jovens

Aline Mazzo
Especial para o Diário

28/08/2005 | 08:02


"Queremos devolver à comunidade toda a confiança que ela depositou na nossa empresa." É dessa maneira que o diretor de Recursos Humanos da Bombril, Luis Antônio Carelli, explica a motivação para o projeto social 1001 Oportunidades Bombril. A iniciativa, implementada em março, ajuda a combater a evasão escolar e contribui para a melhoria da qualidade pedagógica. Para isso, proporciona atividades esportivas, culturais e educacionais para crianças e adolescentes carentes do Montanhão, em São Bernardo. A empresa mantém projetos em Pernambuco e em Minas Gerais.

"Tudo começou quando o novo presidente da Bombril assumiu o cargo, em novembro de 2004. Ele decidiu que cada unidade da empresa deveria ter um projeto social", conta Carelli. Na filial de São Bernardo, deveria atender à "educação básica de qualidade", definido pela ONU (Organização das Nações Unidas) como uma das oito diretrizes para mudar o mundo.

Para o 1001 Oportunidades Bombril foram escolhidos 60 participantes, com idades entre 8 e 16 anos, que têm baixa renda familiar. Metade veio da Emeb Padre Léo Comissari, e a outra da EE Brasília Tonde de Lima, ambas no Montanhão.

Os jovens inseridas no programa têm rotina agitada. Eles vão à escola no período da manhã e, na saída, um ônibus da Bombril os leva à empresa. No local, almoçam e fazem sua higiene pessoal. Depois, estão preparados para as aulas de reforço escolar, informática, esportes e música.

O participante pode escolher duas modalidades esportivas entre judô, jiu-jitsu, capoeira, e atividades coletivas, como futebol, vôlei e basquete. Já na parte de música, eles podem optar entre teoria musical, violão e coral. E todos participam das aulas de reforço escolar e informática. "Aproveitamos que o clube dos funcionários ficava ocioso durante o dia", conta.

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Quando os participantes do programa completarem 17 anos, \r\nterão garantidas vagas de trabalho na Bombril. Basta escolher a área em que \r\ndesejam trabalhar, que a empresa investirá no jovem, com cursos de capacitação \r\nprofissional.

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Gente do ABC - Idealismo na ponta do giz

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Fabio Leite<br>Especial para o Diário

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Como boa aluna que foi, nunca deixou de responder a uma \r\nchamada nas incontáveis manifestações das quais participou. Como professora que \r\né, e orgulha-se disso, jamais abandonou a luta pela valorização da educação. \r\nTrajando sua insubstituível beca, hoje meio avermelhada pelos efeitos das bombas \r\nde gás lacrimogêneo que enfrentou durante a repressão militar nas décadas de 60, \r\n70 e 80, Glória Apparecida Shimabuco, ou somente professora Glorinha, 68 anos, \r\ntornou-se uma eterna guerrilheira na defesa do ensino público. Suas armas: um \r\ngiz e o quadro negro.

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A trajetória começou aos 12 anos, depois que um "mal \r\nsúbito" tirou a vida de seus pais. Inspirada na carreira da mãe e da avó, \r\ndecidiu que seria professora. "Com 12 anos eu já era revolucionária. Meu sonho \r\nera ser professora", conta. Na instituição de ensino Dr. Franscisco Thomaz de \r\nCarvalho, em Casa Branca, interior do Estado de São Paulo, aprendeu aos 18 anos \r\nque lecionar ia além das salas de aula. Em uma época em que havia mais homens do \r\nque mulheres no magistério, venceu toda e qualquer forma de preconceito. De \r\ntímida menina mineira de Guaxupé, passou a ter status e a incorporar um espírito \r\nde liderança. "O professor naquela época era chamado de doutor, pertencia à \r\nelite", lembra.",1]);//-->

Cada criança recebe a bolsa auxílio de R$ 50 mensais. Para isso, o aluno não pode faltar às aulas da escola nem ao projeto, que acontece às terças, quartas e quintas-feiras. "Isso incentiva a criança a não largar o projeto para ter de trabalhar."

Quando os participantes do programa completarem 17 anos, terão garantidas vagas de trabalho na Bombril. Basta escolher a área em que desejam trabalhar, que a empresa investirá no jovem, com cursos de capacitação profissional.

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