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Marcelo Oliveira decide sair candidato a deputado federal

Único vereador do PT em Mauá mira Brasília em 2018 e dará sequência à série histórica de projetos petistas da cidade que disputam vaga


Junior Carvalho

27/11/2017 | 07:00


Um dos únicos quadros do PT do Grande ABC que ainda não havia definido candidatura em 2018, o vereador de Mauá Marcelo Oliveira (PT) sinalizou internamente que sairá a deputado federal no ano que vem. O Diário apurou que o petista não anunciou oficialmente o projeto porque ainda pretende conversar com lideranças do PT na região, entre elas o presidente estadual da sigla, o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho, que é pré-candidato da legenda ao Palácio dos Bandeirantes, o que deve ocorrer nos próximos dias.

Único vereador do PT em Mauá e hoje na oposição, Marcelo vinha resistindo em apostar em projeto à Câmara dos Deputados no ano que vem para se dedicar ao mandato e fortalecer seu nome à disputa municipal de 2020, quando o petismo tentará voltar ao comando do Paço mauaense.

Pesou a favor da escolha pela candidatura, porém, o fato de o partido não ter outros quadros das cidades de Mauá, Ribeirão e Rio Grande da Serra para a disputa por vaga em Brasília. O campo de candidaturas de outros partidos dos três municípios também está indefinido. Além disso, o petista quer ajudar a fortalecer a chapa federal que pretende impulsionar a possível candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência no ano que vem.

Se concretizada, a candidatura de Marcelo dará continuidade à sequência histórica do PT de Mauá nas disputas por cadeira na Câmara Federal. Há 20 anos. o PT mauaense aposta em quadros próprios como candidatos a deputado federal. Em duas ocasiões, inclusive, o projeto rendeu mandato provisório aos petistas da cidade.

Na eleição de 1998, então presidente da Câmara, Helcio Silva disputou o cargo pela primeira vez. Na ocasião, durante o primeiro governo do PT na cidade, recebeu 41.672 votos (33.297 só em Mauá), desempenho que não o elegeu, mas alçou o petista ao patamar de candidato a federal mais votado da cidade.

Quatro anos depois, no pleito de 2002, ainda com o partido no comando da Prefeitura, foi a vez do também parlamentar Wagner Rubinelli (hoje no PCdoB) disputar a cadeira. Recebeu 81.339 sufrágios e ficou como suplente. No ano seguinte, porém, assumiu mandato interinamente com a licença de petistas que foram alocados no recém-eleito governo Lula.

Em 2006, o candidato do PT mauaense foi o ex-prefeito Oswaldo Dias, que havia deixado o comando do Paço dois anos antes. Recebeu 84.449 votos e também foi derrotado. No pleito de 2010, Helcio voltou a representar o partido na briga por vaga em Brasília e novamente ficou na suplência. Porém,em 2013, já no cargo de vice-prefeito, renunciou ao mandato na cidade para assumir mandato tampão. Tentou a reeleição em 2014, mas não obteve êxito – recebeu 43.872 adesões.

À Assembleia, sigla se divide entre Donisete e Oswaldo Dias
Disputa interna entre os ex-prefeitos de Mauá por candidatura a deputado estadual divide o PT da cidade. Após perder a reeleição em 2016, Donisete Braga (2013-2016) ensaia retorno à Assembleia Legislativa. Porém, esbarra na intenção de seu antecessor, o também ex-prefeito Oswaldo Dias (1997-2004 e 2009-2012) de disputar apoio interno pela candidatura estadual.

A sigla ainda não bateu o martelo em qualquer uma das candidaturas. Petistas da cidade apostam, inclusive, no lançamento dos dois projetos ao Parlamento paulista, assim como ocorreu em eleições passadas. Também há rumores de que, para garantir o projeto, Donisete estaria disposto a sair candidato a deputado estadual por outras siglas. O petista já foi sondado, inclusive, pelo PTB e pelo PDT.

Em publicações recentes nas redes sociais, porém, Donisete exaltou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Percepção cresce nas ruas e reforça o que todas as pesquisas mostram: é Lula de novo para tirar o Brasil desse caos social e do retrocesso que esse governo vem impondo ao País”.



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Marcelo Oliveira decide sair candidato a deputado federal

Único vereador do PT em Mauá mira Brasília em 2018 e dará sequência à série histórica de projetos petistas da cidade que disputam vaga

Junior Carvalho

27/11/2017 | 07:00


Um dos únicos quadros do PT do Grande ABC que ainda não havia definido candidatura em 2018, o vereador de Mauá Marcelo Oliveira (PT) sinalizou internamente que sairá a deputado federal no ano que vem. O Diário apurou que o petista não anunciou oficialmente o projeto porque ainda pretende conversar com lideranças do PT na região, entre elas o presidente estadual da sigla, o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho, que é pré-candidato da legenda ao Palácio dos Bandeirantes, o que deve ocorrer nos próximos dias.

Único vereador do PT em Mauá e hoje na oposição, Marcelo vinha resistindo em apostar em projeto à Câmara dos Deputados no ano que vem para se dedicar ao mandato e fortalecer seu nome à disputa municipal de 2020, quando o petismo tentará voltar ao comando do Paço mauaense.

Pesou a favor da escolha pela candidatura, porém, o fato de o partido não ter outros quadros das cidades de Mauá, Ribeirão e Rio Grande da Serra para a disputa por vaga em Brasília. O campo de candidaturas de outros partidos dos três municípios também está indefinido. Além disso, o petista quer ajudar a fortalecer a chapa federal que pretende impulsionar a possível candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência no ano que vem.

Se concretizada, a candidatura de Marcelo dará continuidade à sequência histórica do PT de Mauá nas disputas por cadeira na Câmara Federal. Há 20 anos. o PT mauaense aposta em quadros próprios como candidatos a deputado federal. Em duas ocasiões, inclusive, o projeto rendeu mandato provisório aos petistas da cidade.

Na eleição de 1998, então presidente da Câmara, Helcio Silva disputou o cargo pela primeira vez. Na ocasião, durante o primeiro governo do PT na cidade, recebeu 41.672 votos (33.297 só em Mauá), desempenho que não o elegeu, mas alçou o petista ao patamar de candidato a federal mais votado da cidade.

Quatro anos depois, no pleito de 2002, ainda com o partido no comando da Prefeitura, foi a vez do também parlamentar Wagner Rubinelli (hoje no PCdoB) disputar a cadeira. Recebeu 81.339 sufrágios e ficou como suplente. No ano seguinte, porém, assumiu mandato interinamente com a licença de petistas que foram alocados no recém-eleito governo Lula.

Em 2006, o candidato do PT mauaense foi o ex-prefeito Oswaldo Dias, que havia deixado o comando do Paço dois anos antes. Recebeu 84.449 votos e também foi derrotado. No pleito de 2010, Helcio voltou a representar o partido na briga por vaga em Brasília e novamente ficou na suplência. Porém,em 2013, já no cargo de vice-prefeito, renunciou ao mandato na cidade para assumir mandato tampão. Tentou a reeleição em 2014, mas não obteve êxito – recebeu 43.872 adesões.

À Assembleia, sigla se divide entre Donisete e Oswaldo Dias
Disputa interna entre os ex-prefeitos de Mauá por candidatura a deputado estadual divide o PT da cidade. Após perder a reeleição em 2016, Donisete Braga (2013-2016) ensaia retorno à Assembleia Legislativa. Porém, esbarra na intenção de seu antecessor, o também ex-prefeito Oswaldo Dias (1997-2004 e 2009-2012) de disputar apoio interno pela candidatura estadual.

A sigla ainda não bateu o martelo em qualquer uma das candidaturas. Petistas da cidade apostam, inclusive, no lançamento dos dois projetos ao Parlamento paulista, assim como ocorreu em eleições passadas. Também há rumores de que, para garantir o projeto, Donisete estaria disposto a sair candidato a deputado estadual por outras siglas. O petista já foi sondado, inclusive, pelo PTB e pelo PDT.

Em publicações recentes nas redes sociais, porém, Donisete exaltou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Percepção cresce nas ruas e reforça o que todas as pesquisas mostram: é Lula de novo para tirar o Brasil desse caos social e do retrocesso que esse governo vem impondo ao País”.

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