Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 12 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Cultura & Lazer

cultura@dgabc.com.br | 4435-8364

Mariana Aydar de volta


Julio Ibelli
Especial para o Diário

17/09/2008 | 07:10


A interpretação da música Tunuka, cantada no dialeto crioulo, de origem africana, terá um significado todo especial para a cantora Mariana Aydar na próxima sexta-feira, quando ela sobe ao palco do Teatro no Sesc Santo André. "Fiquei sabendo que a comunidade de Cabo Verde aí na cidade é grande", explica, em referência ao país africano onde a língua é falada.

Na apresentação, marcada para as 21h (ainda restam ingressos à venda), a revelação da MPB vem embalada por um show realizado no fim de semana com João Bosco, e a convite dele, no Auditório Ibirapuera. "Foi um aprendizado, não é a qualquer hora que se canta com um mestre", pondera. Até o pedido por uma música no repertório de Bosco ela teve atendido, Casa de Marimbondo.

Mas não são apenas encontros com os ídolos que movimentam a vida de Mariana. Na semana passada, durante passagem pelo Rio de Janeiro, ela terminou o processo de escolha para o repertório do segundo CD, que deve ser lançado no começo de 2009. "Eu não vou falar nada sobre as músicas", ela brinca. "O disco muda muito, daqui a duas semanas pode já ser outro", completa.

O trabalho terá a produção de Kassin, ex-Acabou La Tequila (clássico grupo carioca), e hoje na banda +2, formada com Moreno Veloso, filho de Caetano, e ainda Domenico Lancelotti. Pela mão dele também já passaram nomes como Adriana Calcanhotto, o próprio Caetano Veloso, Jorge Mautner, Los Hermanos, Thalma de Freitas e Vanessa da Mata.

A força motriz que inspira o sucessor de Kavita 1 (debute da cantora) e ainda não tem nome, é de ordem existencial, admite Mariana. A partir de outubro e até o fim do ano, quando acontece a gravação, ela deve externar toda a natureza do homem com que tomou contato desde que, em suas palavras, se atirou rápido demais no mundo de gente grande - o que pode ser entendido como sua primeira incursão pela indústria fonográfica.

"Comecei a ver coisas estranhas em mim e nos outros, ambições e desejos", explica. "Mas faz parte do amadurecimento." O Sesc Santo André fica na Rua Tamarutaca, 302, tel.: 4469-1200.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Mariana Aydar de volta

Julio Ibelli
Especial para o Diário

17/09/2008 | 07:10


A interpretação da música Tunuka, cantada no dialeto crioulo, de origem africana, terá um significado todo especial para a cantora Mariana Aydar na próxima sexta-feira, quando ela sobe ao palco do Teatro no Sesc Santo André. "Fiquei sabendo que a comunidade de Cabo Verde aí na cidade é grande", explica, em referência ao país africano onde a língua é falada.

Na apresentação, marcada para as 21h (ainda restam ingressos à venda), a revelação da MPB vem embalada por um show realizado no fim de semana com João Bosco, e a convite dele, no Auditório Ibirapuera. "Foi um aprendizado, não é a qualquer hora que se canta com um mestre", pondera. Até o pedido por uma música no repertório de Bosco ela teve atendido, Casa de Marimbondo.

Mas não são apenas encontros com os ídolos que movimentam a vida de Mariana. Na semana passada, durante passagem pelo Rio de Janeiro, ela terminou o processo de escolha para o repertório do segundo CD, que deve ser lançado no começo de 2009. "Eu não vou falar nada sobre as músicas", ela brinca. "O disco muda muito, daqui a duas semanas pode já ser outro", completa.

O trabalho terá a produção de Kassin, ex-Acabou La Tequila (clássico grupo carioca), e hoje na banda +2, formada com Moreno Veloso, filho de Caetano, e ainda Domenico Lancelotti. Pela mão dele também já passaram nomes como Adriana Calcanhotto, o próprio Caetano Veloso, Jorge Mautner, Los Hermanos, Thalma de Freitas e Vanessa da Mata.

A força motriz que inspira o sucessor de Kavita 1 (debute da cantora) e ainda não tem nome, é de ordem existencial, admite Mariana. A partir de outubro e até o fim do ano, quando acontece a gravação, ela deve externar toda a natureza do homem com que tomou contato desde que, em suas palavras, se atirou rápido demais no mundo de gente grande - o que pode ser entendido como sua primeira incursão pela indústria fonográfica.

"Comecei a ver coisas estranhas em mim e nos outros, ambições e desejos", explica. "Mas faz parte do amadurecimento." O Sesc Santo André fica na Rua Tamarutaca, 302, tel.: 4469-1200.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;