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Campos e companhia

A lei de criação da UFABC estabeleceu que ela tem sede no município de Santo André.


Dgabc

27/04/2013 | 00:00


A lei de criação da UFABC estabeleceu que ela tem sede no município de Santo André. Essa escolha não foi gratuita. Ela se deu porque Santo André teve a visão da importância que uma universidade federal poderia ter no desenvolvimento da região, e saiu na frente no esforço de atração do campus sede, através da doação de terreno municipal no bairro Bangu. Essa doação, por sua vez, estava inserida no Programa de Revitalização do Eixo Tamanduatehí, programa da Prefeitura que pretendia recuperar toda a área que circunda o campus.

Hoje, o impacto transformador da UFABC sobre essa área já é evidente, pela quantidade de alunos e servidores que por ela circulam. Com o tempo, tanto o número de pessoas como a variedade de públicos interessados deverão aumentar, na medida em que a universidade se firmar como polo cultural, científico e tecnológico.

As oportunidades abertas para o entorno do campus - tanto para a universidade como para a cidade e os cidadãos - são muitas, mas requerem planejamento adequado dos poderes públicos, que pressupõe o diálogo entre a UFABC e os órgãos municipais e estaduais responsáveis por diversos aspectos urbanísticos, como o zoneamento, o trânsito, a iluminação, a Segurança etc. Nesse sentido, é muito auspiciosa a atual aproximação da Prefeitura de Santo André com a UFABC. Esperamos que ela possa resultar num conjunto de ações programáticas para dar ao entorno do campus a feição urbanística adequada para integrá-lo à sua vizinhança de forma harmoniosa.

Ainda que a reitoria esteja empenhada em fazer do campus, ‘da porta para dentro', local seguro e confortável, adequado à convivência acadêmica, não queremos que ele seja oásis em meio à ‘selva de pedra'. Pelo contrário, queremos e precisamos que o campus, ‘da porta para fora', seja o centro dinamizador de um bairro aprazível, que tenha condições de abrigar uma residência universitária de padrão mundial num município atuante, numa região protagonista, num País soberano. Queremos que o campus seja logradouro da cidade, polo da convivialidade urbana, cenário de resgate da cidadania. É um sonho, mas é com sonhos - e muito trabalho - que se constrói o futuro. Foi a partir de sonhos que chegamos até aqui. Agora, trata-se de mudar a vocação de uma região. Não se faz isso sem a mobilização efetiva do poder público em todos os níveis.

Helio Waldman é reitor da Universidade Federal do ABC.

Palavra do Leitor

Solução

A classe política brasileira não tem seriedade! A reforma política está empacada, ninguém quer votá-la, claro, não querem acabar com as benesses do poder e ficam adiando. O correto seria fazê-la da seguinte forma: reduzir a quantidade de 513 deputados federais para apenas três por Estado, igual à proporção de senadores. Isso por mandato geraria economia de aproximadamente R$ 1 bilhão, que poderia ser investido na Saúde e Educação. Também acabar com os partidos políticos, que servem somente aos interesses de poucos, a maioria é formada por comissões provisórias que podem ser destituídas por interesses dos caciques. Não custa sonhar, ainda não pagamos imposto para isso, por enquanto.

Ailton Gomes

Ribeirão Pires

Ranking

O Brasil caiu 25 posições em um ranking que mede o ritmo de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 166 países, elaborado com dados do FMI (Fundo Monetário Internacional). Mais uma vez, eu, simples brasileira, pergunto a todos os outros: o que o tal Partido dos Trabalhadores está fazendo de bom pelo nosso País? Deus tenha misericórdia da nossa Nação.

Rosângela Caris

Mauá

Resposta

Em relação à carta do leitor Ronnie Della Noce (Tem de peitar, dia 20), informamos que as vias por onde passam as obras do Trecho Leste do Rodoanel possuem sinalização adequada e caminho com proteção para pedestres. No caso específico da Rua Capitão José Lago, apenas o calçamento que acompanha a via no sentido do Centro da cidade já existia antes do início das obras, sendo que a única alteração realizada nesse local foi a inclusão das entradas para a circulação dos veículos do empreendimento. De qualquer forma, para aumentar a segurança de quem está a pé, a concessionária irá reforçar a sinalização para o caminho de trânsito de pedestres nesses locais

Concessionária SPMar

Bruno Daniel

Até alguns dias atrás nossa diretoria só fazia alguma coisa quando era ameaçada de perder o Jaçatuba. Parece que agora tomou jeito. O problema agora é o Bruno Daniel. Aquilo virou uma tapera. Do jeito que está vamos continuar a jogar às quartas-feiras à tarde, e isso não é legal, pois muitos torcedores não podem ir aos jogos nesse horário. Admito que por alguns vexames na Série A-2 deste ano o time merecia ir jogar no campo do Nacional do Parque Novo Oratório. Acho que o prefeito deve esquecer os vexames que passou nos jogos da A-2 e providenciar a reforma do estádio, afinal o Santo André é patrimônio da cidade e não é por causa de algumas lambanças que vamos abandoná-lo.

Donizete Ap. de Souza

Ribeirão Pires

Cala-te!

Misto de revolta, humilhação e vergonha é o que sinto ao ouvir o senador Renan Calheiros, representante do Estado de pior IDH do Brasil, cantar de galo ao desafiar o Supremo Tribunal Federal, quando, na verdade, deveria, isso sim, estar pagando na Justiça os atos de corrupção dos quais foi acusado. Para alguém que fugiu da raia para não ser cassado, o melhor a fazer é ficar quietinho no seu canto sem chamar a atenção.

Luiz Nusbaum

Capital

Crise

Renan Calheiros falou: ‘Vamos dar oportunidade ao Supremo de corrigir seus excessos'. Soa como piada. Quem desrespeita sistematicamente a Constituição? Sempre o Congresso. A última palavra é sempre do Supremo. Afora as dificuldades do governo que, sem rumo, não consegue reordenar a economia, esse comportamento deletério do Congresso em nada ajuda. Já repararam que sua única missão em matéria de economia é só arrumar despesas? Já viram em algum instante se preocuparem em procurar receitas? Estão afundando o País e ainda não perceberam.

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira

Barra (RJ)



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Campos e companhia

A lei de criação da UFABC estabeleceu que ela tem sede no município de Santo André.

Dgabc

27/04/2013 | 00:00


A lei de criação da UFABC estabeleceu que ela tem sede no município de Santo André. Essa escolha não foi gratuita. Ela se deu porque Santo André teve a visão da importância que uma universidade federal poderia ter no desenvolvimento da região, e saiu na frente no esforço de atração do campus sede, através da doação de terreno municipal no bairro Bangu. Essa doação, por sua vez, estava inserida no Programa de Revitalização do Eixo Tamanduatehí, programa da Prefeitura que pretendia recuperar toda a área que circunda o campus.

Hoje, o impacto transformador da UFABC sobre essa área já é evidente, pela quantidade de alunos e servidores que por ela circulam. Com o tempo, tanto o número de pessoas como a variedade de públicos interessados deverão aumentar, na medida em que a universidade se firmar como polo cultural, científico e tecnológico.

As oportunidades abertas para o entorno do campus - tanto para a universidade como para a cidade e os cidadãos - são muitas, mas requerem planejamento adequado dos poderes públicos, que pressupõe o diálogo entre a UFABC e os órgãos municipais e estaduais responsáveis por diversos aspectos urbanísticos, como o zoneamento, o trânsito, a iluminação, a Segurança etc. Nesse sentido, é muito auspiciosa a atual aproximação da Prefeitura de Santo André com a UFABC. Esperamos que ela possa resultar num conjunto de ações programáticas para dar ao entorno do campus a feição urbanística adequada para integrá-lo à sua vizinhança de forma harmoniosa.

Ainda que a reitoria esteja empenhada em fazer do campus, ‘da porta para dentro', local seguro e confortável, adequado à convivência acadêmica, não queremos que ele seja oásis em meio à ‘selva de pedra'. Pelo contrário, queremos e precisamos que o campus, ‘da porta para fora', seja o centro dinamizador de um bairro aprazível, que tenha condições de abrigar uma residência universitária de padrão mundial num município atuante, numa região protagonista, num País soberano. Queremos que o campus seja logradouro da cidade, polo da convivialidade urbana, cenário de resgate da cidadania. É um sonho, mas é com sonhos - e muito trabalho - que se constrói o futuro. Foi a partir de sonhos que chegamos até aqui. Agora, trata-se de mudar a vocação de uma região. Não se faz isso sem a mobilização efetiva do poder público em todos os níveis.

Helio Waldman é reitor da Universidade Federal do ABC.

Palavra do Leitor

Solução

A classe política brasileira não tem seriedade! A reforma política está empacada, ninguém quer votá-la, claro, não querem acabar com as benesses do poder e ficam adiando. O correto seria fazê-la da seguinte forma: reduzir a quantidade de 513 deputados federais para apenas três por Estado, igual à proporção de senadores. Isso por mandato geraria economia de aproximadamente R$ 1 bilhão, que poderia ser investido na Saúde e Educação. Também acabar com os partidos políticos, que servem somente aos interesses de poucos, a maioria é formada por comissões provisórias que podem ser destituídas por interesses dos caciques. Não custa sonhar, ainda não pagamos imposto para isso, por enquanto.

Ailton Gomes

Ribeirão Pires

Ranking

O Brasil caiu 25 posições em um ranking que mede o ritmo de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 166 países, elaborado com dados do FMI (Fundo Monetário Internacional). Mais uma vez, eu, simples brasileira, pergunto a todos os outros: o que o tal Partido dos Trabalhadores está fazendo de bom pelo nosso País? Deus tenha misericórdia da nossa Nação.

Rosângela Caris

Mauá

Resposta

Em relação à carta do leitor Ronnie Della Noce (Tem de peitar, dia 20), informamos que as vias por onde passam as obras do Trecho Leste do Rodoanel possuem sinalização adequada e caminho com proteção para pedestres. No caso específico da Rua Capitão José Lago, apenas o calçamento que acompanha a via no sentido do Centro da cidade já existia antes do início das obras, sendo que a única alteração realizada nesse local foi a inclusão das entradas para a circulação dos veículos do empreendimento. De qualquer forma, para aumentar a segurança de quem está a pé, a concessionária irá reforçar a sinalização para o caminho de trânsito de pedestres nesses locais

Concessionária SPMar

Bruno Daniel

Até alguns dias atrás nossa diretoria só fazia alguma coisa quando era ameaçada de perder o Jaçatuba. Parece que agora tomou jeito. O problema agora é o Bruno Daniel. Aquilo virou uma tapera. Do jeito que está vamos continuar a jogar às quartas-feiras à tarde, e isso não é legal, pois muitos torcedores não podem ir aos jogos nesse horário. Admito que por alguns vexames na Série A-2 deste ano o time merecia ir jogar no campo do Nacional do Parque Novo Oratório. Acho que o prefeito deve esquecer os vexames que passou nos jogos da A-2 e providenciar a reforma do estádio, afinal o Santo André é patrimônio da cidade e não é por causa de algumas lambanças que vamos abandoná-lo.

Donizete Ap. de Souza

Ribeirão Pires

Cala-te!

Misto de revolta, humilhação e vergonha é o que sinto ao ouvir o senador Renan Calheiros, representante do Estado de pior IDH do Brasil, cantar de galo ao desafiar o Supremo Tribunal Federal, quando, na verdade, deveria, isso sim, estar pagando na Justiça os atos de corrupção dos quais foi acusado. Para alguém que fugiu da raia para não ser cassado, o melhor a fazer é ficar quietinho no seu canto sem chamar a atenção.

Luiz Nusbaum

Capital

Crise

Renan Calheiros falou: ‘Vamos dar oportunidade ao Supremo de corrigir seus excessos'. Soa como piada. Quem desrespeita sistematicamente a Constituição? Sempre o Congresso. A última palavra é sempre do Supremo. Afora as dificuldades do governo que, sem rumo, não consegue reordenar a economia, esse comportamento deletério do Congresso em nada ajuda. Já repararam que sua única missão em matéria de economia é só arrumar despesas? Já viram em algum instante se preocuparem em procurar receitas? Estão afundando o País e ainda não perceberam.

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira

Barra (RJ)

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