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Paulo Serra tenta intermediar impasse entre Tersa e BNDES

/Marina Brandão/27/12/15 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Reforma no espaço fica impedida por pendência jurídica; banco cobra quitação de R$ 18 mi


Fábio Martins
do Diário do Grande ABC

10/06/2017 | 07:00


O prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), reiniciou processo de negociação para tentar acordo que resolva pendência jurídica entre o Tersa (Terminal Rodoviário de Santo André) e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que se arrasta desde o começo dos anos 2000, ainda na gestão de Celso Daniel (PT, morto em 2002).

O equipamento público, localizado no bairro Campestre, foi construído e é operado pela iniciativa privada. A instituição financeira não reconhece valor de R$ 18 milhões repassados pelos concessionários (tem a permissão para realizar os serviços). O tucano viajou na quinta-feira ao Rio de Janeiro tendo como alvo auxiliar na solução do impasse.

De acordo com informações, os concessionários quitaram pagamento a banco intermediário, só que esse dinheiro não foi transferido. O BNDES pediu 30 dias de prazo, segundo Paulo Serra, para analisar discussão desarquivada entre as partes – a Prefeitura não está envolvida diretamente no imbróglio. “Vamos aguardar esse período e verificar se a proposta tem andamento”, alegou o chefe do Executivo, considerando que a retomada do diálogo “foi relativamente boa”. O Paço projeta fazer revitalização no terminal, hoje com espaços ociosos. “Atualmente, o que impede qualquer tipo de investimento, desenvolvimento no local, é essa dívida”, pontuou. “O banco, inclusive, executa o Tersa, que tem as contas penhoradas.”

O Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito), por exemplo, estava instalado no equipamento, mas foi transferido para o Poupatempo, no Atrium Shopping. O tucano tem interesse em levar órgãos públicos para o espaço dentro de plano para economizar gastos com aluguel. “Se (o Tersa) estivesse completamente liberado daria levar vistorias da SATrans (empresa que gerencia o transporte municipal), imóveis, cartórios eleitorais. Poderia dar uso que teve um dia”, pontuou Paulo Serra. “Está deteriorando. Queremos iniciar processo de recuperação, de salvação”, emendou.

Governos anteriores também planejaram reforma no local, no entanto, não houve efetivação do compromisso. O atual prefeito prevê a necessidade de investimento da ordem de R$ 300 mil. (Colaborou Vanessa de Oliveira) 



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Paulo Serra tenta intermediar impasse entre Tersa e BNDES

Reforma no espaço fica impedida por pendência jurídica; banco cobra quitação de R$ 18 mi

Fábio Martins
do Diário do Grande ABC

10/06/2017 | 07:00


O prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), reiniciou processo de negociação para tentar acordo que resolva pendência jurídica entre o Tersa (Terminal Rodoviário de Santo André) e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que se arrasta desde o começo dos anos 2000, ainda na gestão de Celso Daniel (PT, morto em 2002).

O equipamento público, localizado no bairro Campestre, foi construído e é operado pela iniciativa privada. A instituição financeira não reconhece valor de R$ 18 milhões repassados pelos concessionários (tem a permissão para realizar os serviços). O tucano viajou na quinta-feira ao Rio de Janeiro tendo como alvo auxiliar na solução do impasse.

De acordo com informações, os concessionários quitaram pagamento a banco intermediário, só que esse dinheiro não foi transferido. O BNDES pediu 30 dias de prazo, segundo Paulo Serra, para analisar discussão desarquivada entre as partes – a Prefeitura não está envolvida diretamente no imbróglio. “Vamos aguardar esse período e verificar se a proposta tem andamento”, alegou o chefe do Executivo, considerando que a retomada do diálogo “foi relativamente boa”. O Paço projeta fazer revitalização no terminal, hoje com espaços ociosos. “Atualmente, o que impede qualquer tipo de investimento, desenvolvimento no local, é essa dívida”, pontuou. “O banco, inclusive, executa o Tersa, que tem as contas penhoradas.”

O Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito), por exemplo, estava instalado no equipamento, mas foi transferido para o Poupatempo, no Atrium Shopping. O tucano tem interesse em levar órgãos públicos para o espaço dentro de plano para economizar gastos com aluguel. “Se (o Tersa) estivesse completamente liberado daria levar vistorias da SATrans (empresa que gerencia o transporte municipal), imóveis, cartórios eleitorais. Poderia dar uso que teve um dia”, pontuou Paulo Serra. “Está deteriorando. Queremos iniciar processo de recuperação, de salvação”, emendou.

Governos anteriores também planejaram reforma no local, no entanto, não houve efetivação do compromisso. O atual prefeito prevê a necessidade de investimento da ordem de R$ 300 mil. (Colaborou Vanessa de Oliveira) 

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