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Futuro da ciclofaixa de lazer permanece incerto dentro do Paço de Santo André

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

15/03/2017 | 07:00


 Suspensa pela Prefeitura de Santo André desde o dia 29 de janeiro para revisão do projeto, a ciclofaixa de lazer que opera aos domingos no município segue com futuro incerto dentro do Paço andreense. A menos de 20 dias para o fim do prazo dado pelo prefeito Paulo Serra (PSDB) para que a administração apresente estudo específico sobre a política cicloviária da cidade, a gestão permanece em tratativas com instituições privadas para bater o martelo sobre a continuidade ou não do serviço.

Implantada há dois anos, com custo estimado à época em R$ 5 milhões, quando Paulo Serra era secretário de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos do governo Carlos Grana (PT), a ciclofaixa de lazer vinha nos últimos meses apresentando queda significativa de público. Com 7,85 quilômetros de faixas destinadas para as bicicletas, a estrutura apresentava média de 4.500 frequentadores por domingo, número bem abaixo dos 10 mil ciclistas projetados inicialmente.

Para reverter o quadro, o atual chefe do Executivo propôs paralisação do serviço para análise do projeto. A ideia inicial do Paço era a de que no período de dois meses de suspensão do circuito a administração fizesse força-tarefa em busca de parcerias com a iniciativa privada para baratear o custo do projeto.

Na ocasião, Paulo Serra chegou afirmar que o Executivo estava negociando o patrocínio da ciclofaixa de lazer com ao menos três empresas privadas – discurso já adotado anteriormente quando o prefeito era secretário. No entanto, desde então a Prefeitura optou por não avançar no assunto.

Questionada ontem sobre possíveis avanços no tema, a administração optou por se calar sobre o assunto, ressaltando em nota somente a informação de que o prazo para suspensão da ciclofaixa vence no dia 29. A expectativa é a de que na data o prefeito se pronuncie oficialmente a respeito do tema.

Enquanto isso, o Paço permanece sem previsão de mudanças no atual contrato renovado em janeiro, ao custo de R$ 2,8 milhões, com a empresa World Center Comércio, para gerenciamento da ciclofaixa. Apesar de suspenso, o serviço segue sendo pago pelo Paço.  



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Futuro da ciclofaixa de lazer permanece incerto dentro do Paço de Santo André

Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

15/03/2017 | 07:00


 Suspensa pela Prefeitura de Santo André desde o dia 29 de janeiro para revisão do projeto, a ciclofaixa de lazer que opera aos domingos no município segue com futuro incerto dentro do Paço andreense. A menos de 20 dias para o fim do prazo dado pelo prefeito Paulo Serra (PSDB) para que a administração apresente estudo específico sobre a política cicloviária da cidade, a gestão permanece em tratativas com instituições privadas para bater o martelo sobre a continuidade ou não do serviço.

Implantada há dois anos, com custo estimado à época em R$ 5 milhões, quando Paulo Serra era secretário de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos do governo Carlos Grana (PT), a ciclofaixa de lazer vinha nos últimos meses apresentando queda significativa de público. Com 7,85 quilômetros de faixas destinadas para as bicicletas, a estrutura apresentava média de 4.500 frequentadores por domingo, número bem abaixo dos 10 mil ciclistas projetados inicialmente.

Para reverter o quadro, o atual chefe do Executivo propôs paralisação do serviço para análise do projeto. A ideia inicial do Paço era a de que no período de dois meses de suspensão do circuito a administração fizesse força-tarefa em busca de parcerias com a iniciativa privada para baratear o custo do projeto.

Na ocasião, Paulo Serra chegou afirmar que o Executivo estava negociando o patrocínio da ciclofaixa de lazer com ao menos três empresas privadas – discurso já adotado anteriormente quando o prefeito era secretário. No entanto, desde então a Prefeitura optou por não avançar no assunto.

Questionada ontem sobre possíveis avanços no tema, a administração optou por se calar sobre o assunto, ressaltando em nota somente a informação de que o prazo para suspensão da ciclofaixa vence no dia 29. A expectativa é a de que na data o prefeito se pronuncie oficialmente a respeito do tema.

Enquanto isso, o Paço permanece sem previsão de mudanças no atual contrato renovado em janeiro, ao custo de R$ 2,8 milhões, com a empresa World Center Comércio, para gerenciamento da ciclofaixa. Apesar de suspenso, o serviço segue sendo pago pelo Paço.  

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