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Ex-premiê pede renúncia de presidente do Paquistão


Da AFP

13/11/2007 | 09:32


A ex-primeira-ministra do Paquistão Benazir Bhutto pediu nesta terça-feira a renúncia do presidente paquistanês, o general Pervez Musharraf, em uma entrevista por telefone ao canal britânico Sky News TV concedida na residência em que se encontra em prisão domiciliar.

"Afirmamos que Musharraf deve sair. Acabou a época da ditadura", afirmou Bhutto na residência de um líder de seu partido em Lahore (leste do país), local cercado pela polícia, que a mantém em prisão domiciliar para impedir sua presença em uma "longa marcha" de protesto contra o estado de exceção instaurado por Musharraf no início do mês.

Cerco- A residência está cercada por mais de 1.100 oficiais da polícia, assim como os acessos à casa. Para garantir que Bhutto não deixe o local e nem receba visitas, as forças de segurança utilizaram arame farpado, barreiras de madeira e contêineres.

Bhutto pretendia organizar uma "longa marcha" de Lahore a Islamabad para protestar contra o estado de exceção e pedir a renúncia de Musharraf, mas o protesto foi proibido, a estrada bloqueada e a líder de oposição colocada em prisão domiciliar.

Apelo- A ex-premiê pediu à comunidade internacional que retire o apoio ao general Pervez Musharraf e disse que chegou o momento de que ele abandone os cargos de presidente e de comandante das Forças Armadas.

"O general Musharraf deve partir. Deve renunciar a suas funções de presidente e de chefe das Forças Armadas", declarou Benazir Bhutto por telefone na residência de Lahore.

"Peço à comunidade internacional que deixe de apoiá-lo, que cesse de sustentar o homem cuja ditadura ameaça afundar esta potência nuclear no caos", acrescentou no 10º dia do estado de exceção instaurado por Musharraf.

Partidários da ex-primeira-ministra paquistanesa realizaram nesta terça-feira em Lahore uma manifestação contra o presidente Pervez Musharraf, mas sem a presença de sua líder.

Militantes do PPP (Partido do Povo Paquistanês) se reuniram em uma estrada onde centenas de carros partiram em procissão em direção à cidade de Kasur, perto da fronteira com a Índia, afirmou o presidente do PPP na província de Pendjab, Shah Mahmud Qureshi.



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Ex-premiê pede renúncia de presidente do Paquistão

Da AFP

13/11/2007 | 09:32


A ex-primeira-ministra do Paquistão Benazir Bhutto pediu nesta terça-feira a renúncia do presidente paquistanês, o general Pervez Musharraf, em uma entrevista por telefone ao canal britânico Sky News TV concedida na residência em que se encontra em prisão domiciliar.

"Afirmamos que Musharraf deve sair. Acabou a época da ditadura", afirmou Bhutto na residência de um líder de seu partido em Lahore (leste do país), local cercado pela polícia, que a mantém em prisão domiciliar para impedir sua presença em uma "longa marcha" de protesto contra o estado de exceção instaurado por Musharraf no início do mês.

Cerco- A residência está cercada por mais de 1.100 oficiais da polícia, assim como os acessos à casa. Para garantir que Bhutto não deixe o local e nem receba visitas, as forças de segurança utilizaram arame farpado, barreiras de madeira e contêineres.

Bhutto pretendia organizar uma "longa marcha" de Lahore a Islamabad para protestar contra o estado de exceção e pedir a renúncia de Musharraf, mas o protesto foi proibido, a estrada bloqueada e a líder de oposição colocada em prisão domiciliar.

Apelo- A ex-premiê pediu à comunidade internacional que retire o apoio ao general Pervez Musharraf e disse que chegou o momento de que ele abandone os cargos de presidente e de comandante das Forças Armadas.

"O general Musharraf deve partir. Deve renunciar a suas funções de presidente e de chefe das Forças Armadas", declarou Benazir Bhutto por telefone na residência de Lahore.

"Peço à comunidade internacional que deixe de apoiá-lo, que cesse de sustentar o homem cuja ditadura ameaça afundar esta potência nuclear no caos", acrescentou no 10º dia do estado de exceção instaurado por Musharraf.

Partidários da ex-primeira-ministra paquistanesa realizaram nesta terça-feira em Lahore uma manifestação contra o presidente Pervez Musharraf, mas sem a presença de sua líder.

Militantes do PPP (Partido do Povo Paquistanês) se reuniram em uma estrada onde centenas de carros partiram em procissão em direção à cidade de Kasur, perto da fronteira com a Índia, afirmou o presidente do PPP na província de Pendjab, Shah Mahmud Qureshi.

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