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Sistemas de amortização são diferencial em crédito imobiliário


Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

03/11/2009 | 07:01


Pagar parcelas de um imóvel durante 30 anos, ou 360 meses, pode parecer um bicho de sete cabeças. Mas os bancos aplicam fórmulas nos financiamentos como forma de tornar a prestação ‘mais leve'. Enquanto paga, o mutuário vai amortizando sua dívida.

Amortização é a fatia da prestação destinada ao pagamento do crédito. O restante é referente aos juros sobre a dívida total. Os sistemas de amortização mais conhecidos são SAC (Sistema de Amortização Constante), TP (Tabela Price) e Sacre (Sistema de Amortização Crescente). Enquanto a fatia de amortização no SAC é fixa e a prestação diminui de acordo com a liquidação da dívida, no Sacre ela é crescente, o que resulta na redução do débito mais rapidamente.

Pelo sistema TP, o valor da amortização por prestação é progressivo durante o financiamento, mas as parcelas são calculadas como fixas e corrigidas pela inflação. "Antes nós fazíamos muitos financiamentos com a TP. Agora, a CEF (Caixa Econômica Federal) só utiliza o SAC", afirma o gerente de negócios para a região da CEF, Leomar Antonuci.

CONSÓRCIO - Alguns bancos oferecem os serviços de consórcios para os interessados em adquirir a casa própria.

No consórcio, os gestores organizam grupos de interessados. Eles pagam prestações fixas referentes à divisão do valor financiado pelo números de meses. Os contratos devem ser sorteados para o cliente receber o crédito. Uma vez por mês o prêmio (valor do financiamento) é sorteado. "Quanto mais gente no grupo, mais pessoas são sorteadas", destaca o gerente executivo de crédito e financiamento do BB (Banco do Brasil), Sérgio Augusto Kurovski.

No sistema consórcio não são cobrados juros. "O consórcio é interessante por ter apenas taxa de administração de 17%, além do seguro", diz Kurovski, do BB.

 



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Sistemas de amortização são diferencial em crédito imobiliário

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

03/11/2009 | 07:01


Pagar parcelas de um imóvel durante 30 anos, ou 360 meses, pode parecer um bicho de sete cabeças. Mas os bancos aplicam fórmulas nos financiamentos como forma de tornar a prestação ‘mais leve'. Enquanto paga, o mutuário vai amortizando sua dívida.

Amortização é a fatia da prestação destinada ao pagamento do crédito. O restante é referente aos juros sobre a dívida total. Os sistemas de amortização mais conhecidos são SAC (Sistema de Amortização Constante), TP (Tabela Price) e Sacre (Sistema de Amortização Crescente). Enquanto a fatia de amortização no SAC é fixa e a prestação diminui de acordo com a liquidação da dívida, no Sacre ela é crescente, o que resulta na redução do débito mais rapidamente.

Pelo sistema TP, o valor da amortização por prestação é progressivo durante o financiamento, mas as parcelas são calculadas como fixas e corrigidas pela inflação. "Antes nós fazíamos muitos financiamentos com a TP. Agora, a CEF (Caixa Econômica Federal) só utiliza o SAC", afirma o gerente de negócios para a região da CEF, Leomar Antonuci.

CONSÓRCIO - Alguns bancos oferecem os serviços de consórcios para os interessados em adquirir a casa própria.

No consórcio, os gestores organizam grupos de interessados. Eles pagam prestações fixas referentes à divisão do valor financiado pelo números de meses. Os contratos devem ser sorteados para o cliente receber o crédito. Uma vez por mês o prêmio (valor do financiamento) é sorteado. "Quanto mais gente no grupo, mais pessoas são sorteadas", destaca o gerente executivo de crédito e financiamento do BB (Banco do Brasil), Sérgio Augusto Kurovski.

No sistema consórcio não são cobrados juros. "O consórcio é interessante por ter apenas taxa de administração de 17%, além do seguro", diz Kurovski, do BB.

 

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