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Países ocidentais apoiam governo de união na Líbia



08/04/2016 | 00:04


Reino Unido, França e Rússia apoiaram o governo de união da Líbia, intermediado pela Organização das Nações Unidos (ONU), e pediram pelo apoio da comunidade internacional nos esforços para reunir e estabilizar o país profundamente dividido.

O embaixador russo para a ONU, Vitaly Churkin, disse que criar uma autoridade central que possa trabalhar efetivamente no país é especialmente importante "em razão da ameaça terrorista" e da presença de combatentes do Estado Islâmico.

Alguns países ocidentais veem o novo governo, cujo líder chegou na capital, Tripoli, na semana passada, como a melhor esperança para encerrar o caos e unir todas as facções contra um afiliado cada vez mais poderoso do Estado Islâmico, que tomou a cidade de Sirte.

Um outro governo, sediado na cidade oriental de Tobruk, ainda se opõe ao corpo apoiado pela ONU.

Churkin disse que "é bom que algum progresso tenha sido feito, mas a situação no país continua perto da catástrofe".

O embaixador da França na ONU, François Delattre, disse que o governo de união tem uma "oportunidade histórica" de criar as condições para a estabilizar e converter o "caos que o EI instaurou".

Já o embaixador britânico, Matthew Rycroft, saudou "as boas notícias" de que o líder do novo governo, Fayez Serraj, já está em Tripoli. Ele destacou a importância de um processo "passo-a-passo" para acelerar o estabelecimento de um governo estável e bem-sucedido. Fonte: Associated Press.



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Países ocidentais apoiam governo de união na Líbia


08/04/2016 | 00:04


Reino Unido, França e Rússia apoiaram o governo de união da Líbia, intermediado pela Organização das Nações Unidos (ONU), e pediram pelo apoio da comunidade internacional nos esforços para reunir e estabilizar o país profundamente dividido.

O embaixador russo para a ONU, Vitaly Churkin, disse que criar uma autoridade central que possa trabalhar efetivamente no país é especialmente importante "em razão da ameaça terrorista" e da presença de combatentes do Estado Islâmico.

Alguns países ocidentais veem o novo governo, cujo líder chegou na capital, Tripoli, na semana passada, como a melhor esperança para encerrar o caos e unir todas as facções contra um afiliado cada vez mais poderoso do Estado Islâmico, que tomou a cidade de Sirte.

Um outro governo, sediado na cidade oriental de Tobruk, ainda se opõe ao corpo apoiado pela ONU.

Churkin disse que "é bom que algum progresso tenha sido feito, mas a situação no país continua perto da catástrofe".

O embaixador da França na ONU, François Delattre, disse que o governo de união tem uma "oportunidade histórica" de criar as condições para a estabilizar e converter o "caos que o EI instaurou".

Já o embaixador britânico, Matthew Rycroft, saudou "as boas notícias" de que o líder do novo governo, Fayez Serraj, já está em Tripoli. Ele destacou a importância de um processo "passo-a-passo" para acelerar o estabelecimento de um governo estável e bem-sucedido. Fonte: Associated Press.

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