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Fiel embala Corinthians contra o Coritiba


Das Agências

03/08/2005 | 08:43


O Corinthians recorre mais uma vez ao estádio do Pacaembu lotado para chegar à tão sonhada liderança do Campeonato Brasileiro. Há três rodadas o time luta para alcançar este posto. Com uma vitória simples, às 20h30 de quarta-feira, contra o Coritiba, e um tropeço da Ponte Preta diante do Flamengo, no Rio de Janeiro, o clube chega ao topo da tabela. Mas o problema é que justamente na semana com mais chances de finalmente assumir o primeiro lugar, o time está à beira de um ataque de nervos.

Se não bastasse o desafio de vencer os paranaenses para apagar a derrota contra o Santos, ocorrida no último domingo, o técnico Márcio Bittencourt tem de contornar brigas políticas no clube e muitas dicas na escalação.

O treinador está indignado com reclamações contra a defesa (33 gols sofridos) e com possíveis sugestões de Kia Joorabchian na utilização de atletas da MSI. “Quem escala o time sou eu”, desabafou. “Até porque a cabeça que está a prêmio é a minha”. E vai além. “Tenho o controle total do grupo. Quando sentir que isso não está mais acontecendo, pego meu boné e vou embora”.

O técnico garante que pressões de fora não interferem em seu trabalho. Citou o descontraído treino realizado terça-feira para justificar suas palavras. Mas só falou sobre polêmicas: a saída de Marinho (vai para a reserva) e a volta de Carlos Alberto (nesta quarta-feira deve ficar no banco).

Diante de tantos problemas para administrar, o treinador muda a escalação. “Vínhamos bem no 4-4-2 e, com o retorno de Marcelo Mattos (estava suspenso), teríamos de tirar um zagueiro. Optei pelo Marinho”, disse.

Mesmo com a mudança na formação da equipe, Bittencourt não deve alterar o posicionamento tático de seus jogadores. Marcelo Mattos atuará mais recuado, na função de um terceiro zagueiro para proteger a dupla Sebá e Betão. Assim, Mascherano continua com liberdade para dar o primeiro combate e, nos contragolpes, ajudar a equipe na ligação entre a defesa e o setor ofensivo.

Outra alteração será na lateral-direita. Edson cumpre suspensão por ter levado cartão vermelho no clássico com o Santos. Assim, Coelho entra em seu lugar e passa a ser mais uma importante alternativa nas cobrança de faltas e escanteios ao lado de Roger.

Com as duas mudanças na defesa, a preocupação de Bittencourt é evitar que o time continue a média de mais de dois sofridos por jogo. Terça-feira, após o rachão, o treinador comandou um cansativo treino de posicionamento de marcação. “A bola não pode passar por vocês” e “aqui não deve haver teatro” foram algumas das orientações.

Desfalque – O volante Mascherano foi convocado pelo técnico Jose Pekerman para defender a Argentina dia 17 num amistoso contra a Hungria. Assim, o jogador não atuará na estréia do Corinthians na Sul-Americana, diante do Goiás.


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Fiel embala Corinthians contra o Coritiba

Das Agências

03/08/2005 | 08:43


O Corinthians recorre mais uma vez ao estádio do Pacaembu lotado para chegar à tão sonhada liderança do Campeonato Brasileiro. Há três rodadas o time luta para alcançar este posto. Com uma vitória simples, às 20h30 de quarta-feira, contra o Coritiba, e um tropeço da Ponte Preta diante do Flamengo, no Rio de Janeiro, o clube chega ao topo da tabela. Mas o problema é que justamente na semana com mais chances de finalmente assumir o primeiro lugar, o time está à beira de um ataque de nervos.

Se não bastasse o desafio de vencer os paranaenses para apagar a derrota contra o Santos, ocorrida no último domingo, o técnico Márcio Bittencourt tem de contornar brigas políticas no clube e muitas dicas na escalação.

O treinador está indignado com reclamações contra a defesa (33 gols sofridos) e com possíveis sugestões de Kia Joorabchian na utilização de atletas da MSI. “Quem escala o time sou eu”, desabafou. “Até porque a cabeça que está a prêmio é a minha”. E vai além. “Tenho o controle total do grupo. Quando sentir que isso não está mais acontecendo, pego meu boné e vou embora”.

O técnico garante que pressões de fora não interferem em seu trabalho. Citou o descontraído treino realizado terça-feira para justificar suas palavras. Mas só falou sobre polêmicas: a saída de Marinho (vai para a reserva) e a volta de Carlos Alberto (nesta quarta-feira deve ficar no banco).

Diante de tantos problemas para administrar, o treinador muda a escalação. “Vínhamos bem no 4-4-2 e, com o retorno de Marcelo Mattos (estava suspenso), teríamos de tirar um zagueiro. Optei pelo Marinho”, disse.

Mesmo com a mudança na formação da equipe, Bittencourt não deve alterar o posicionamento tático de seus jogadores. Marcelo Mattos atuará mais recuado, na função de um terceiro zagueiro para proteger a dupla Sebá e Betão. Assim, Mascherano continua com liberdade para dar o primeiro combate e, nos contragolpes, ajudar a equipe na ligação entre a defesa e o setor ofensivo.

Outra alteração será na lateral-direita. Edson cumpre suspensão por ter levado cartão vermelho no clássico com o Santos. Assim, Coelho entra em seu lugar e passa a ser mais uma importante alternativa nas cobrança de faltas e escanteios ao lado de Roger.

Com as duas mudanças na defesa, a preocupação de Bittencourt é evitar que o time continue a média de mais de dois sofridos por jogo. Terça-feira, após o rachão, o treinador comandou um cansativo treino de posicionamento de marcação. “A bola não pode passar por vocês” e “aqui não deve haver teatro” foram algumas das orientações.

Desfalque – O volante Mascherano foi convocado pelo técnico Jose Pekerman para defender a Argentina dia 17 num amistoso contra a Hungria. Assim, o jogador não atuará na estréia do Corinthians na Sul-Americana, diante do Goiás.

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