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Siraque acusa Ivete de usar a máquina


Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

13/11/2007 | 08:57


Um dia após perder o primeiro turno da prévia petista em Santo André por uma diferença de sete votos para a vice-prefeita Ivete Garcia (1.076 contra 1.069, leia arte ao lado), o deputado estadual Vanderlei Siraque afirma estar confiante em uma vitória no segundo turno, no dia 25.

“Quem terá de reverter o quadro é o outro lado. Tive um resultado muito bom se levarmos em consideração que travei uma disputa contra uma máquina organizada”, avalia. Mesmo recebendo o apoio do prefeito João Avamileno, o deputado nega ter sido beneficiado pela estrutura governamental. “É diferente, pois ele não pressionou funcionários e fez campanha como militante.”

Siraque mudou o discurso adotado antes da eleição do último domingo, quando elogiava a campanha de Ivete. “Depois de analisar melhor, vimos que foi uma baixaria.”

O petista acusa o primeiro escalão da Prefeitura de usar carros oficiais para buscar militantes para a votação e, principalmente, de pressionar comissionados a votar em Ivete. Ele fez referência a Rosana Denaldi (Habitação) e Vânia Barbosa do Nascimento (Saúde).

“Sei de quase 100 pessoas que me apoiavam mas não votaram em mim.” Ainda segundo Siraque, alguns secretários teriam oferecido cargos na Prefeitura em troca de votos a Ivete.

O deputado também criticou, sem citar o nome, Matilde Ribeiro (ministra da Igualdade Racial). “É vergonhoso uma ministra sair de Brasília para fazer boca-de-urna.”

Apesar das reclamações, Siraque aposta em uma unidade do partido ao final do segundo turno. E diz que o cenário não se repetirá no dia 25 porque “o prefeito tomará as devidas providências e exigirá parcimônia”.

Resposta - Por meio da sua assessoria, Ivete Garcia negou as acusações e afirmou que não entrará em guerra. “A segunda etapa da eleição será conduzida com a mesma tranqüilidade da primeira, porque os inimigos estão fora do PT.”


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Siraque acusa Ivete de usar a máquina

Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

13/11/2007 | 08:57


Um dia após perder o primeiro turno da prévia petista em Santo André por uma diferença de sete votos para a vice-prefeita Ivete Garcia (1.076 contra 1.069, leia arte ao lado), o deputado estadual Vanderlei Siraque afirma estar confiante em uma vitória no segundo turno, no dia 25.

“Quem terá de reverter o quadro é o outro lado. Tive um resultado muito bom se levarmos em consideração que travei uma disputa contra uma máquina organizada”, avalia. Mesmo recebendo o apoio do prefeito João Avamileno, o deputado nega ter sido beneficiado pela estrutura governamental. “É diferente, pois ele não pressionou funcionários e fez campanha como militante.”

Siraque mudou o discurso adotado antes da eleição do último domingo, quando elogiava a campanha de Ivete. “Depois de analisar melhor, vimos que foi uma baixaria.”

O petista acusa o primeiro escalão da Prefeitura de usar carros oficiais para buscar militantes para a votação e, principalmente, de pressionar comissionados a votar em Ivete. Ele fez referência a Rosana Denaldi (Habitação) e Vânia Barbosa do Nascimento (Saúde).

“Sei de quase 100 pessoas que me apoiavam mas não votaram em mim.” Ainda segundo Siraque, alguns secretários teriam oferecido cargos na Prefeitura em troca de votos a Ivete.

O deputado também criticou, sem citar o nome, Matilde Ribeiro (ministra da Igualdade Racial). “É vergonhoso uma ministra sair de Brasília para fazer boca-de-urna.”

Apesar das reclamações, Siraque aposta em uma unidade do partido ao final do segundo turno. E diz que o cenário não se repetirá no dia 25 porque “o prefeito tomará as devidas providências e exigirá parcimônia”.

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