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Lojas de motos lucram com mulheres


Marcelo de Paula
Do Diário do Grande ABC

06/06/2008 | 07:01


O crescimento das vendas de motocicletas no Brasil vem acompanhado do aumento da participação das mulheres nesse mercado. Lojistas do Grande ABC dizem que no início da década elas representavam cerca de 1% do faturamento e atualmente esse percentual está entre 15% e 25%.

Segundo o Sindicato das Auto Moto Escolas do Estado de São Paulo, em 2002, das 169.252 carteiras de habilitação categoria A emitidas, 30.696, o equivalente a 18,13% do total, foram para condutoras do sexo feminino. Em 2007, essa participação subiu para 24% de um total de 451.364 novas habilitações.

Junto com as motos, crescem as opções e as vendas de produtos específicos para mulheres, como capacetes, capas de chuva, jaquetas, tampas de bauletos (pequenos baús) e até manoplas cor-de-rosa.

"Há muitas opções. Temos em torno de 600 itens para mulheres", disse Wesley Oliveira, gerente da Paulinho Motopeças, de Santo André. Ele destaca que há cinco anos a participação das mulheres nas vendas era inferior a 1%. Hoje está em torno de 15%. "Acho que vai dobrar em cinco anos."

O vendedor de motos Júlio Paulin, da revenda Honda Monte Leone, de São Caetano, disse que as mulheres, ao comprarem uma moto, preferem modelos menores e mais leves, como a Biz 125, que custa em torno de R$ 6.600. "É uma moto fácil de dirigir, pois tem partida elétrica e câmbio semi-automático", comentou Paulin. Ele estima em 18% a participação da mulheres nas vendas da concessionária.

Na Japauto, revenda Honda de Santo André, esse índice é de 25%, segundo o gerente César Daniel. "Na década de 90, não chegava a 1%", afirmou.

As montadoras já perceberam esse movimento. A Sundown, por exemplo, desenvolve campanhas específicas para o público feminino, e um de seus modelos, a Web, tem 60% de suas vendas feitas para mulheres.



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Lojas de motos lucram com mulheres

Marcelo de Paula
Do Diário do Grande ABC

06/06/2008 | 07:01


O crescimento das vendas de motocicletas no Brasil vem acompanhado do aumento da participação das mulheres nesse mercado. Lojistas do Grande ABC dizem que no início da década elas representavam cerca de 1% do faturamento e atualmente esse percentual está entre 15% e 25%.

Segundo o Sindicato das Auto Moto Escolas do Estado de São Paulo, em 2002, das 169.252 carteiras de habilitação categoria A emitidas, 30.696, o equivalente a 18,13% do total, foram para condutoras do sexo feminino. Em 2007, essa participação subiu para 24% de um total de 451.364 novas habilitações.

Junto com as motos, crescem as opções e as vendas de produtos específicos para mulheres, como capacetes, capas de chuva, jaquetas, tampas de bauletos (pequenos baús) e até manoplas cor-de-rosa.

"Há muitas opções. Temos em torno de 600 itens para mulheres", disse Wesley Oliveira, gerente da Paulinho Motopeças, de Santo André. Ele destaca que há cinco anos a participação das mulheres nas vendas era inferior a 1%. Hoje está em torno de 15%. "Acho que vai dobrar em cinco anos."

O vendedor de motos Júlio Paulin, da revenda Honda Monte Leone, de São Caetano, disse que as mulheres, ao comprarem uma moto, preferem modelos menores e mais leves, como a Biz 125, que custa em torno de R$ 6.600. "É uma moto fácil de dirigir, pois tem partida elétrica e câmbio semi-automático", comentou Paulin. Ele estima em 18% a participação da mulheres nas vendas da concessionária.

Na Japauto, revenda Honda de Santo André, esse índice é de 25%, segundo o gerente César Daniel. "Na década de 90, não chegava a 1%", afirmou.

As montadoras já perceberam esse movimento. A Sundown, por exemplo, desenvolve campanhas específicas para o público feminino, e um de seus modelos, a Web, tem 60% de suas vendas feitas para mulheres.

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