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Problemas fazem Santos mudar esquema no Rio



14/08/2005 | 11:42


O técnico Gallo ainda não definiu o Santos – ou esconde o time – para o duelo contra o Botafogo, às 18h10 deste domingo, na Ilha do Governador-RJ, em um dos confrontos que fecham a rodada pelo Campeonato Brasileiro. O treinador tem o costume de guardar segredo, mas os atuais problemas vão obrigá-lo a mexer tanto na fórmula quanto na escalação. Afinal, o volante Bóvio continua entregue ao departamento médico. O lateral Paulo César, o volante Fabinho e o atacante Basílio também estão contundidos. O meia Giovanni já não disfarça o desgaste físico provocado pela recente maratona do futebol europeu. Menos mal: Wendel e Zé Elias, que cumpriram suspensão, devem reforçar o meio-campo.

No elenco, ainda persiste uma unanimidade: o Santos vacilou na quinta-feira, ao permitir que o Brasiliense buscasse o empate bem no finzinho. Gallo aproveitou a palestra de sábado para comentar as falhas que, segundo ele, não podem se repetir na seqüência da temporada. Ele cobra uma nova postura diante do Botafogo, um adversário acostumado a crescer demais no ambiente caseiro. “É fundamental alcançar o ponto de equilíbrio na hora de avançar ou de recuar. É importante aplicar uma forte marcação nos mais diferentes setores do meu esquema. Eles (do Botafogo) exploram a velocidade. Acima de tudo, não podemos abrir espaços nem oferecer os contragolpes ao time deles”, alerta o técnico, ao se referir ao desafio representado pelo imprevisível alvinegro no estádio Luso-Brasileiro.

Gallo reconhece que o Santos desperdiçou a chance de assumir a segunda colocação na tabela e de colar no líder Corinthians. Apesar de tudo, mandou um recado ao grupo: não adianta mais reclamar. “Vamos esquecer o passado e nos concentrar no Botafogo. Seria inútil falar do gol de Ávalos (contra, no finzinho). No máximo, precisamos tirar as lições dos erros cometidos e nada mais. É claro que teremos dificuldades no Rio. Estamos conscientes disso”, prevê.

Mais do que nunca, Gallo tenta repassar tranqüilidade ao grupo. Ele compara o Botafogo como se fosse o rival de mais uma decisão. “Dentro e fora de casa, nosso alvo é sempre ganhar. Nem o empate interessa”, disse Gallo, que voltou a defender-se das persistentes críticas. “Não querem ver que enfrentamos diversos problemas. Se as pessoas não analisam direito, paciência. Enxergam apenas o resultado. Às vezes, isso irrita um pouco”, desabafa Gallo, que aposta na vitória do Santos no terreiro do Botafogo.


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Problemas fazem Santos mudar esquema no Rio


14/08/2005 | 11:42


O técnico Gallo ainda não definiu o Santos – ou esconde o time – para o duelo contra o Botafogo, às 18h10 deste domingo, na Ilha do Governador-RJ, em um dos confrontos que fecham a rodada pelo Campeonato Brasileiro. O treinador tem o costume de guardar segredo, mas os atuais problemas vão obrigá-lo a mexer tanto na fórmula quanto na escalação. Afinal, o volante Bóvio continua entregue ao departamento médico. O lateral Paulo César, o volante Fabinho e o atacante Basílio também estão contundidos. O meia Giovanni já não disfarça o desgaste físico provocado pela recente maratona do futebol europeu. Menos mal: Wendel e Zé Elias, que cumpriram suspensão, devem reforçar o meio-campo.

No elenco, ainda persiste uma unanimidade: o Santos vacilou na quinta-feira, ao permitir que o Brasiliense buscasse o empate bem no finzinho. Gallo aproveitou a palestra de sábado para comentar as falhas que, segundo ele, não podem se repetir na seqüência da temporada. Ele cobra uma nova postura diante do Botafogo, um adversário acostumado a crescer demais no ambiente caseiro. “É fundamental alcançar o ponto de equilíbrio na hora de avançar ou de recuar. É importante aplicar uma forte marcação nos mais diferentes setores do meu esquema. Eles (do Botafogo) exploram a velocidade. Acima de tudo, não podemos abrir espaços nem oferecer os contragolpes ao time deles”, alerta o técnico, ao se referir ao desafio representado pelo imprevisível alvinegro no estádio Luso-Brasileiro.

Gallo reconhece que o Santos desperdiçou a chance de assumir a segunda colocação na tabela e de colar no líder Corinthians. Apesar de tudo, mandou um recado ao grupo: não adianta mais reclamar. “Vamos esquecer o passado e nos concentrar no Botafogo. Seria inútil falar do gol de Ávalos (contra, no finzinho). No máximo, precisamos tirar as lições dos erros cometidos e nada mais. É claro que teremos dificuldades no Rio. Estamos conscientes disso”, prevê.

Mais do que nunca, Gallo tenta repassar tranqüilidade ao grupo. Ele compara o Botafogo como se fosse o rival de mais uma decisão. “Dentro e fora de casa, nosso alvo é sempre ganhar. Nem o empate interessa”, disse Gallo, que voltou a defender-se das persistentes críticas. “Não querem ver que enfrentamos diversos problemas. Se as pessoas não analisam direito, paciência. Enxergam apenas o resultado. Às vezes, isso irrita um pouco”, desabafa Gallo, que aposta na vitória do Santos no terreiro do Botafogo.

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