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Morador reclama de praça abandonada em Sto.André


Ana Macchi
Do Diário do Grande ABC

08/06/2003 | 18:25


Moradores da Vila Humaitá, em Santo André, querem que a administração volte a fornecer materiais para que eles possam reiniciar a construção de uma área de lazer para o bairro, interrompida há dois anos e prometida há 17 anos, na rua Cristóvão Colombo.

Segundo vizinhos do terreno, a Prefeitura deixou de fornecer material para trabalho feito em mutirão há dois anos. Desde então, as obras nunca mais foram retomadas.

O resultado da paralisação foi a deterioração do espaço, que agora é tomado por mato alto e entulho.

Os moradores contam que até chegaram a construir uma quadra de bocha com o material distribuído pela Prefeitura, mas o trabalho não foi concluído em razão da suspensão do fornecimento do material. “A praça nem tem nome ainda porque a obra nunca foi terminada. Fiz o pedido para essa construção em 1986 e, desde essa época, sou em quem cuida da área”, disse o aposentado José Rodrigues, 76 anos.

Atualmente, a quadra está repleta de mato, lixo e tem muros pichados. Não há cobertura ou iluminação. “É raro alguém aparecer para cortar a grama. Às vezes, eu mesmo faço”, disse o aposentado.

A dona de casa Nair Ferreira, 50 anos, mora no bairro e afirma que não existe outra área de lazer – que não seja o estádio de futebol Bruno Daniel. “Infelizmente, o único espaço que poderia existir não é bem cuidado. Não há nem bancos para sentar”, disse. O estudante Paulo Roberto Donella, 21 anos, reclamou também da falta de iluminação. “Não tem jeito de ficar aqui. É um espaço muito mal freqüentado”, afirmou.

O Diário procurou domingo a assessoria de imprensa da Prefeitura para falar sobre o caso, mas o departamento não funciona nos fins de semana.



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Morador reclama de praça abandonada em Sto.André

Ana Macchi
Do Diário do Grande ABC

08/06/2003 | 18:25


Moradores da Vila Humaitá, em Santo André, querem que a administração volte a fornecer materiais para que eles possam reiniciar a construção de uma área de lazer para o bairro, interrompida há dois anos e prometida há 17 anos, na rua Cristóvão Colombo.

Segundo vizinhos do terreno, a Prefeitura deixou de fornecer material para trabalho feito em mutirão há dois anos. Desde então, as obras nunca mais foram retomadas.

O resultado da paralisação foi a deterioração do espaço, que agora é tomado por mato alto e entulho.

Os moradores contam que até chegaram a construir uma quadra de bocha com o material distribuído pela Prefeitura, mas o trabalho não foi concluído em razão da suspensão do fornecimento do material. “A praça nem tem nome ainda porque a obra nunca foi terminada. Fiz o pedido para essa construção em 1986 e, desde essa época, sou em quem cuida da área”, disse o aposentado José Rodrigues, 76 anos.

Atualmente, a quadra está repleta de mato, lixo e tem muros pichados. Não há cobertura ou iluminação. “É raro alguém aparecer para cortar a grama. Às vezes, eu mesmo faço”, disse o aposentado.

A dona de casa Nair Ferreira, 50 anos, mora no bairro e afirma que não existe outra área de lazer – que não seja o estádio de futebol Bruno Daniel. “Infelizmente, o único espaço que poderia existir não é bem cuidado. Não há nem bancos para sentar”, disse. O estudante Paulo Roberto Donella, 21 anos, reclamou também da falta de iluminação. “Não tem jeito de ficar aqui. É um espaço muito mal freqüentado”, afirmou.

O Diário procurou domingo a assessoria de imprensa da Prefeitura para falar sobre o caso, mas o departamento não funciona nos fins de semana.

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