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Só integração salva a Represa Billings


Luciano Cavenagui
Do Diário do Grande ABC

17/09/2008 | 07:11


Integração - entre as prefeituras, Estado, União e sociedade civil - foi a palavra de ordem ontem durante o seminário Billings 2008, que discutiu ações de conservação e recuperação da represa que banha quase todas as cidades do Grande ABC, com exceção de Mauá e São Caetano.

O evento, que ocorreu no Espaço Estação Jardim, no bairro Jardim, em Santo André, foi promovido pelo Diário e patrocinado pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

"Nenhum órgão consegue resolver isoladamente as questões envolvendo a Billings", afirmou a secretária estadual de Saneamento e Energia, Dilma Pena. "Os problemas são interligados. Por isso a necessidade de integração entre Estado, prefeituras e famílias que habitam nas áreas de mananciais."

Além da secretária, outros cinco participantes, incluindo ambientalistas e representantes da Sabesp, traçaram um raio X da represa e apresentaram alternativas de soluções.

"Infelizmente, a ausência do poder público nos últimos 15 anos fez com que a empresa perdesse 10% do espelho d'água", afirmou o ambientalista Carlos Bocuhy. "Agora, para que o quadro mude ao longo dos anos, só com um trabalho conjunto firme entre todos os agentes envolvidos."

"É um absurdo que até agora os municípios do Grande ABC não criaram um conselho de meio ambiente regional para coordenar as ações", criticou o ambientalista.

Um dos fundadores da ONG (Organização Não-Governamental) SOS Billings, Jordão Gouveia, veio especialmente de São José do Rio Preto, no Interior, para participar do seminário.

"O trabalho com educação ambiental é fundamental para garantir a qualidade da Billings às futuras gerações, pois o cenário atual já está bastante degradado", disse Gouveia.

Para ele, a não-continuidade de projetos ambientais pelos órgãos competentes ao longo dos anos foi um dos fatores principais para o aumento da poluição da represa.



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Só integração salva a Represa Billings

Luciano Cavenagui
Do Diário do Grande ABC

17/09/2008 | 07:11


Integração - entre as prefeituras, Estado, União e sociedade civil - foi a palavra de ordem ontem durante o seminário Billings 2008, que discutiu ações de conservação e recuperação da represa que banha quase todas as cidades do Grande ABC, com exceção de Mauá e São Caetano.

O evento, que ocorreu no Espaço Estação Jardim, no bairro Jardim, em Santo André, foi promovido pelo Diário e patrocinado pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

"Nenhum órgão consegue resolver isoladamente as questões envolvendo a Billings", afirmou a secretária estadual de Saneamento e Energia, Dilma Pena. "Os problemas são interligados. Por isso a necessidade de integração entre Estado, prefeituras e famílias que habitam nas áreas de mananciais."

Além da secretária, outros cinco participantes, incluindo ambientalistas e representantes da Sabesp, traçaram um raio X da represa e apresentaram alternativas de soluções.

"Infelizmente, a ausência do poder público nos últimos 15 anos fez com que a empresa perdesse 10% do espelho d'água", afirmou o ambientalista Carlos Bocuhy. "Agora, para que o quadro mude ao longo dos anos, só com um trabalho conjunto firme entre todos os agentes envolvidos."

"É um absurdo que até agora os municípios do Grande ABC não criaram um conselho de meio ambiente regional para coordenar as ações", criticou o ambientalista.

Um dos fundadores da ONG (Organização Não-Governamental) SOS Billings, Jordão Gouveia, veio especialmente de São José do Rio Preto, no Interior, para participar do seminário.

"O trabalho com educação ambiental é fundamental para garantir a qualidade da Billings às futuras gerações, pois o cenário atual já está bastante degradado", disse Gouveia.

Para ele, a não-continuidade de projetos ambientais pelos órgãos competentes ao longo dos anos foi um dos fatores principais para o aumento da poluição da represa.

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