Fechar
Publicidade

Sábado, 16 de Janeiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Internacional

internacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Governo israelense tenta minimizar tensão com Paris


Da AFP

20/07/2004 | 10:23


O primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, tenta nesta terça-feira baixar o nível de tensão com Paris, após seu apelo à comunidade judia francesa, a mais importante da Europa ocidental, a imigrar "imediatamente" para Israel.

Estas declarações provocaram uma crise que levaram Paris a anunciar que o primeiro-ministro israelense não poderá viajar a este país enquanto não der "explicações".

"Não há crise entre os dois países, apenas um mal-entendido cultural, que de agora em diante deverá ser esclarecido, dando-se um tempo de reflexão", afirmou um porta-voz do governo israelense, Avi Pazner.

"Para nós, o apelo do primeiro-ministro aos judeus do mundo inteiro e não somente da França constitui um dos fundamentos ideológicos do Estado de Israel, enquanto os franceses vêem outra coisa", acrescentou Pazner, ex-embaixador israelense na França.

"O primeiro-ministro não teve nenhuma intenção de ferir ninguém e até homenageou a ação enérgica do presidente (da França) Jacques Chirac contra o anti-semitismo", acrescentou.

Em relação a uma próxima visita de Sharon à França, Pazner disse que foram feitos contatos "no início do ano, quando o presidente israelense Moshe Katzav esteve em Paris, mas as discussões foram interrompidas nas últimas semanas e não se marcou nenhuma data".

As declarações de Sharon foram feitas durante uma reunião com representantes de associações judias americanas: "Proponho a todos os judeus que venham para Israel, mas é absolutamente necessário para os judeus da França e devem partir imediatamente" disse.

"Na França, se desencadeia um anti-semitismo desenfreado", advertiu Sharon, ao mesmo tempo em que assinalou que "o governo francês tomou medidas" contra atos anti-semitas e contra a propaganda antijudia.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Governo israelense tenta minimizar tensão com Paris

Da AFP

20/07/2004 | 10:23


O primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, tenta nesta terça-feira baixar o nível de tensão com Paris, após seu apelo à comunidade judia francesa, a mais importante da Europa ocidental, a imigrar "imediatamente" para Israel.

Estas declarações provocaram uma crise que levaram Paris a anunciar que o primeiro-ministro israelense não poderá viajar a este país enquanto não der "explicações".

"Não há crise entre os dois países, apenas um mal-entendido cultural, que de agora em diante deverá ser esclarecido, dando-se um tempo de reflexão", afirmou um porta-voz do governo israelense, Avi Pazner.

"Para nós, o apelo do primeiro-ministro aos judeus do mundo inteiro e não somente da França constitui um dos fundamentos ideológicos do Estado de Israel, enquanto os franceses vêem outra coisa", acrescentou Pazner, ex-embaixador israelense na França.

"O primeiro-ministro não teve nenhuma intenção de ferir ninguém e até homenageou a ação enérgica do presidente (da França) Jacques Chirac contra o anti-semitismo", acrescentou.

Em relação a uma próxima visita de Sharon à França, Pazner disse que foram feitos contatos "no início do ano, quando o presidente israelense Moshe Katzav esteve em Paris, mas as discussões foram interrompidas nas últimas semanas e não se marcou nenhuma data".

As declarações de Sharon foram feitas durante uma reunião com representantes de associações judias americanas: "Proponho a todos os judeus que venham para Israel, mas é absolutamente necessário para os judeus da França e devem partir imediatamente" disse.

"Na França, se desencadeia um anti-semitismo desenfreado", advertiu Sharon, ao mesmo tempo em que assinalou que "o governo francês tomou medidas" contra atos anti-semitas e contra a propaganda antijudia.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;