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Morcego tira o sono de andreense, que sofre para conseguir uma ajuda

Morador acionou vários órgãos, até que foi atendido por bombeiros


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

01/04/2020 | 01:00


O andreense, que prefere se identificar como Ivan R. U., 62 anos, tem lidado diariamente com intruso na edícula de sua residência: um morcego. O animal é apenas um dos centenas que, segundo ele, “moram” nas árvores da Escola Estadual Padre Aristides Greve, no Camilópolis, na cidade. Com problemas de saúde, inclusive o de falta de ar, o aposentado teme que sua casa vire ninho desses mamíferos e eles deem cria.

“Como vejo que saem de noite e voltam durante o dia, procurei me informar sobre qual órgão da cidade poderia me ajudar. Liguei primeiro no Centro de Zoonoses de São Paulo (Capital). Prontamente eles iriam me ajudar, mas, quando souberam que eu morava em Santo André, pediram que entrasse em contato com a unidade do município.” Assim, o aposentado fez e, sem sucesso, percorreu dez quilômetros a pé para chegar ao local. “Ouvi que tinha de contratar empresa para tirar o animal da minha casa.”

Não satisfeito, ele entrou em contato com a Fundação Butantan, também da Capital, e foi orientado a falar com o Corpo de Bombeiros, onde foi atendido, mediante protocolo. “Contatei a unidade da Vila Lucinda e foram atenciosos.”

Ontem à tarde alguns bombeiros estiveram em sua casa e espantaram o morcego, mas não o capturaram. “A escola está a cerca de 300 metros de distância da minha casa, então, certamente, irão voltar e surgirão outros.” Ou seja, para Ivan, o foco, que são as árvores da unidade escolar, é algo que precisa ser revisto. Por conta da situação, o aposentado está sendo medicado para que consiga dormir. “Fico preocupado.”

O Diário entrou em contato com o Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, que, por meio de nota, informou que, “nesse caso descrito, a central vai orientar que o solicitante procure o serviço de zoonese do município, já que possuem toda a estrutura de captura e destinação do animal para os órgãos competentes.” Mesmo assim, a corporacão ajudou o andreense.

Questionada, a Prefeitura disse, em nota que “os moradores que encontrem esse tipo de animal abram o chamado no número 0800 019 19 44. Com relação ao caso do morador da Rua Santos, esclarecemos que quando ele foi até a zoonose, foi oferecido uma equipe para ir até o local, no entanto, o solicitante disse que não precisava.” 



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Morcego tira o sono de andreense, que sofre para conseguir uma ajuda

Morador acionou vários órgãos, até que foi atendido por bombeiros

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

01/04/2020 | 01:00


O andreense, que prefere se identificar como Ivan R. U., 62 anos, tem lidado diariamente com intruso na edícula de sua residência: um morcego. O animal é apenas um dos centenas que, segundo ele, “moram” nas árvores da Escola Estadual Padre Aristides Greve, no Camilópolis, na cidade. Com problemas de saúde, inclusive o de falta de ar, o aposentado teme que sua casa vire ninho desses mamíferos e eles deem cria.

“Como vejo que saem de noite e voltam durante o dia, procurei me informar sobre qual órgão da cidade poderia me ajudar. Liguei primeiro no Centro de Zoonoses de São Paulo (Capital). Prontamente eles iriam me ajudar, mas, quando souberam que eu morava em Santo André, pediram que entrasse em contato com a unidade do município.” Assim, o aposentado fez e, sem sucesso, percorreu dez quilômetros a pé para chegar ao local. “Ouvi que tinha de contratar empresa para tirar o animal da minha casa.”

Não satisfeito, ele entrou em contato com a Fundação Butantan, também da Capital, e foi orientado a falar com o Corpo de Bombeiros, onde foi atendido, mediante protocolo. “Contatei a unidade da Vila Lucinda e foram atenciosos.”

Ontem à tarde alguns bombeiros estiveram em sua casa e espantaram o morcego, mas não o capturaram. “A escola está a cerca de 300 metros de distância da minha casa, então, certamente, irão voltar e surgirão outros.” Ou seja, para Ivan, o foco, que são as árvores da unidade escolar, é algo que precisa ser revisto. Por conta da situação, o aposentado está sendo medicado para que consiga dormir. “Fico preocupado.”

O Diário entrou em contato com o Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, que, por meio de nota, informou que, “nesse caso descrito, a central vai orientar que o solicitante procure o serviço de zoonese do município, já que possuem toda a estrutura de captura e destinação do animal para os órgãos competentes.” Mesmo assim, a corporacão ajudou o andreense.

Questionada, a Prefeitura disse, em nota que “os moradores que encontrem esse tipo de animal abram o chamado no número 0800 019 19 44. Com relação ao caso do morador da Rua Santos, esclarecemos que quando ele foi até a zoonose, foi oferecido uma equipe para ir até o local, no entanto, o solicitante disse que não precisava.” 

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