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SP não registra raiva humana há três anos


Do Diário OnLine
Com Agências

20/07/2004 | 10:39


A Secretaria de Saúde de São Paulo informou, nesta terça-feira, que o Estado não registra caso de raiva em pessoas desde 2001. Segundo o órgão, isso se deve, principalmente, a um novo tipo de tratamento, implementado em 2000 e considerado o mais moderno já desenvolvido.

Responsável pela distribuição de vacinas a todas as 645 cidades do Estado, o Instituto Pasteur iniciou de forma coordenada a imunização contra raiva em 1975. Nesta época era preciso tomar cerca de 40 vacinas na barriga para ficar imune à doença depois de mordido por cão, gato ou morcego. Atualmente, são necessárias cinco doses no braço. Essas vacinas são aplicadas em qualquer suspeita e buscam impedir a aparição da doença.

As doses são aplicadas em casos de pós-exposição (pessoas que tiveram qualquer tipo de acidente com mamíferos). Mas também estão disponíveis em casos de pré-exposição, a veterinários, funcionários de canis, laçadores de cães e ecoturistas. Nesse último caso, são aplicadas apenas três doses.

A mudança de tratamento em 2000 ocorreu depois que a Secretaria verificou a possível ocorrência de reações adversas neurológicas à antiga vacina, oriunda de cérebros de camundongos recém-nascidos.

Em 2001 foi registrado o último óbito humano por raiva no estado. Um gato caçou um morcego contaminado adquirindo, assim, a doença. O gato atacou sua dona, que não procurou ajuda médica. No ano passado cerca de 5,2 milhões de cães e gatos foram vacinados. A penúltima morte ocorreu 1997.

Quem precisar ou quiser tomar a vacina pode se dirigir ao Instituto Pasteur, que funciona diariamente das 8h às 20h, inclusive sábados, domingos e feriados. O telefone para contato é 288 0088.



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SP não registra raiva humana há três anos

Do Diário OnLine
Com Agências

20/07/2004 | 10:39


A Secretaria de Saúde de São Paulo informou, nesta terça-feira, que o Estado não registra caso de raiva em pessoas desde 2001. Segundo o órgão, isso se deve, principalmente, a um novo tipo de tratamento, implementado em 2000 e considerado o mais moderno já desenvolvido.

Responsável pela distribuição de vacinas a todas as 645 cidades do Estado, o Instituto Pasteur iniciou de forma coordenada a imunização contra raiva em 1975. Nesta época era preciso tomar cerca de 40 vacinas na barriga para ficar imune à doença depois de mordido por cão, gato ou morcego. Atualmente, são necessárias cinco doses no braço. Essas vacinas são aplicadas em qualquer suspeita e buscam impedir a aparição da doença.

As doses são aplicadas em casos de pós-exposição (pessoas que tiveram qualquer tipo de acidente com mamíferos). Mas também estão disponíveis em casos de pré-exposição, a veterinários, funcionários de canis, laçadores de cães e ecoturistas. Nesse último caso, são aplicadas apenas três doses.

A mudança de tratamento em 2000 ocorreu depois que a Secretaria verificou a possível ocorrência de reações adversas neurológicas à antiga vacina, oriunda de cérebros de camundongos recém-nascidos.

Em 2001 foi registrado o último óbito humano por raiva no estado. Um gato caçou um morcego contaminado adquirindo, assim, a doença. O gato atacou sua dona, que não procurou ajuda médica. No ano passado cerca de 5,2 milhões de cães e gatos foram vacinados. A penúltima morte ocorreu 1997.

Quem precisar ou quiser tomar a vacina pode se dirigir ao Instituto Pasteur, que funciona diariamente das 8h às 20h, inclusive sábados, domingos e feriados. O telefone para contato é 288 0088.

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