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Câmara de São Caetano aprova reforma administrativa de Pinheiro

Legislativo avalizou sem dificuldade fim de duas secretarias; Edison Parra criticou medida do prefeito


Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

20/09/2013 | 07:00


A Câmara de São Caetano aprovou na manhã de ontem, em duas sessões extraordinárias, o projeto de reforma administrativa encaminhado pelo prefeito, Paulo Pinheiro (PMDB), e protocolado na Casa terça-feira.

Em menos de duas horas os vereadores avalizaram a proposta. Apenas Edison Parra (PHS) votou contrário ao texto.

Duas secretarias foram extintas e vinculadas como diretorias a outros setores da administração. A Secont (Secretaria Especial de Controle Urbano) será incorporada à Pasta de Planejamento e Gestão. Meio Ambiente e Sustentabilidade ficará vinculada à Secretaria de Serviços Urbanos.

Desse modo, a Prefeitura economizará pelo menos R$ 250 mil por ano. Os atuais titulares das Pastas, Vagnoilde Jacó de Araújo e Horácio Pires de Almeida, respectivamente, continuarão atuando no Palácio da Cerâmica, mas serão remanejados como diretores de departamento.

Segundo o líder do governo na Câmara, Jorge Salgado (PTB), a matéria foi aprovada sem dificuldade. “Houve o entendimento dos vereadores”, disse o petebista.

Apesar disso, Edison Parra foi à tribuna da Câmara para criticar as mudanças promovidas pelo prefeito na estrutura administrativa do Palácio da Cerâmica. “Essa é uma reforma pífia. Não vai economizar muita coisa. O certo seria extinguir e não transformar em diretoria, porque (a Prefeitura) vai continuar gastando”, criticou o parlamentar.

As mudanças serão oficializadas na semana que vem por Paulo Pinheiro. Segundo o chefe do Executivo, outras secretarias também serão enxugadas. Mas o peemedebista não especificou quais e nem quando isso irá ocorrer.

A tendência é que também ocorram mudanças no secretariado. A primeira foi anunciada na terça-feira, quando Walter Figueira (sem partido) foi oficializado como novo chefe de Gabinete, substituindo Eduardo Casonato (PTN), que, segundo Paulo Pinheiro, continuará na administração.

O chefe do Executivo tem reclamado dos R$ 264,5 milhões de restos a pagar deixados pela administração do seu antecessor José Auricchio Júnior (PTB). Até agora, cerca de R$ 90 milhões foram pagos aos credores, segundo o peemedebista.

A delicada situação financeira é vista como um obstáculos para alavancar projetos do governo.



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