Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 6 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

S.Bernardo sanciona lei que dá incentivos para compra de veículos híbridos

Denis Maciel 21/12/17 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Medida prevê devolução de 25% do IPVA aos proprietários dos automóveis ‘limpos’


Humberto Domiciano
do Diário do Grande ABC

30/12/2017 | 07:00


São Bernardo é a primeira cidade do Grande ABC a adotar incentivos para aquisição de carros híbridos – que utilizam energia elétrica, hidrogênio ou que combinem outras tecnologias consideradas limpas.

O projeto de lei foi aprovado na Câmara em abril e sancionado em dezembro pelo prefeito Orlando Morando (PSDB). A iniciativa prevê a devolução de 25% do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para quem licenciar no município carros impulsionados por energia elétrica, até o valor de R$ 170 mil.

O desconto é válido por até cinco anos. Fazem parte da iniciativa também os automóveis movidos a hidrogênio e híbridos (que funcionam com motores elétricos e a combustão). A intenção do Executivo é estimular a adoção de medidas sustentáveis e relacionadas à preservação do meio ambiente.

O chefe do Executivo afirmou que a medida faz parte de esforços para redução dos níveis de poluição no município. “É uma política ambiental adequada que incentiva o uso de veículos menos poluentes. Além disso, estou numa cidade ‘automobilística’ e acaba sendo uma forma de incentivar a produção desse tipo de automóvel aqui”, explicou o prefeito.

Na visão do presidente da Abravei (Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores), Edgar Escobar, o incentivo é importante, mas pode ser ampliado na esfera federal. “O que auxiliaria seria a queda de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Quando veio o primeiro carro elétrico, o BMW i3, em meados de 2014, ele custava R$ 234 mil, com taxa de 33% de IPI, superior aos 25% cobrados de carros que poluem. O Ministério da Fazenda, infelizmente, resiste a abrir mão desse tipo de receita”, constatou. 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

S.Bernardo sanciona lei que dá incentivos para compra de veículos híbridos

Medida prevê devolução de 25% do IPVA aos proprietários dos automóveis ‘limpos’

Humberto Domiciano
do Diário do Grande ABC

30/12/2017 | 07:00


São Bernardo é a primeira cidade do Grande ABC a adotar incentivos para aquisição de carros híbridos – que utilizam energia elétrica, hidrogênio ou que combinem outras tecnologias consideradas limpas.

O projeto de lei foi aprovado na Câmara em abril e sancionado em dezembro pelo prefeito Orlando Morando (PSDB). A iniciativa prevê a devolução de 25% do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para quem licenciar no município carros impulsionados por energia elétrica, até o valor de R$ 170 mil.

O desconto é válido por até cinco anos. Fazem parte da iniciativa também os automóveis movidos a hidrogênio e híbridos (que funcionam com motores elétricos e a combustão). A intenção do Executivo é estimular a adoção de medidas sustentáveis e relacionadas à preservação do meio ambiente.

O chefe do Executivo afirmou que a medida faz parte de esforços para redução dos níveis de poluição no município. “É uma política ambiental adequada que incentiva o uso de veículos menos poluentes. Além disso, estou numa cidade ‘automobilística’ e acaba sendo uma forma de incentivar a produção desse tipo de automóvel aqui”, explicou o prefeito.

Na visão do presidente da Abravei (Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores), Edgar Escobar, o incentivo é importante, mas pode ser ampliado na esfera federal. “O que auxiliaria seria a queda de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Quando veio o primeiro carro elétrico, o BMW i3, em meados de 2014, ele custava R$ 234 mil, com taxa de 33% de IPI, superior aos 25% cobrados de carros que poluem. O Ministério da Fazenda, infelizmente, resiste a abrir mão desse tipo de receita”, constatou. 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;