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Água de hospitais atende aos padrões

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Laudos comprovam que reservatórios apresentam ausência de bactérias nocivas


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

22/12/2015 | 07:00


Todas as caixas-d’água dos hospitais municipais de São Caetano estão operando dentro da regularidade. É o que atestam os laudos dos hospitais Albert Sabin, Euryclides de Jesus Zerbini, Márcia Braido e Maria Braido, aos quais o Diário teve acesso. As análises dos documentos apontam que a água utilizada em todas as unidades de Saúde atendem aos limites estabelecidos na portaria 2.914 do Ministério da Saúde, que regulamenta o papel da União, Estado e municípios em relação à vigilância da qualidade da água para o consumo humano. Cabe a cada cidade exercer essa vigilância e inspecionar a qualidade do recurso.

Em todos os 12 laudos, elaborados pela empresa Water Lab Análises Ambientais entre o fim de novembro e o início deste mês, a água das torneiras e reservatórios dos hospitais estava dentro dos parâmetros exigidos de pH e cloro residual. Também houve ausência da bactéria Escherichia coli e de coliformes totais.

As únicas bactérias encontradas foram as Hetereotróficas. Elas estavam presentes em pequenas quantidades em oito amostras que pertencem aos hospitais Albert Sabin, Maria Braido e Márcia Braido.

Conforme esclarece o secretário da Saúde do município, Jesus Adalberto Gutierrez, essas bactérias não têm ação patogênica, ou seja, não são infecciosas ou fazem mal à saúde. “Não são prejudiciais de forma alguma. Essas bactérias, quando há uma certa quantidade, significa que a água está perdendo qualidade e você tem que tratá-la, o que já está sendo feito, conforme o procedimento padrão adotado.”

De acordo com o secretário, a análise e a limpeza de todos os reservatórios são feitas a cada seis meses. Os laudos são oriundos desses procedimentos. “A empresa faz essa análise com periodicidade, como regem as normas que regulamentam esses laudos. A empresa vem, colhe uma amostra do líquido e, a partir disso, toma todas as providências de higienização e purificação da água até que ela esteja de acordo com todos os padrões”, explica.

O procedimento é de praxe, conforme diz o secretário. Ele reiterou que todos os laudos estão dentro da normalidade e não há qualquer risco à saúde dos pacientes que ingeriram a água. “A população pode ficar tranquila. A partir de agora, a empresa tem que tomar os procedimentos para alcançar o padrão da caixa-d’água. Temos todos os laudos dos reservatórios dos hospitais municipais e garantimos que eles estão dentro da regularidade imposta pela legislação para consumo.”

Segundo a Pasta, a ideia é que os laudos sejam feitos a cada três ou quatro meses para reafirmar a qualidade dos reservatórios. “Pretendo que isso seja feito em tempo menor. Existe uma preocupação em geral com o bem-estar de todos os pacientes e cidadãos”, afirma. 



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