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Serenidade jornalística


Do Diário do Grande ABC

07/11/2020 | 00:06


O juiz Carlos Gustavo Visconti, da Vara do Juizado Especial Cível de São Bernardo, reafirmou em sentença movida pelo prefeito do município, Orlando Morando (PSDB), o sagrado direito do Diário de publicar notícias de interesse público. O tucano pleiteava indenização por danos morais por entender que o jornal tentara atacar sua honra por basear uma de suas reportagens, intitulada ‘Irmã de Morando é condenada a pagar R$ 170 mil por obra no Swiss Park’, em “fatos antigos” – ocorridos, todavia, 12 dias antes. A decisão judicial, favorável à liberdade de imprensa, é recebida com extrema serenidade.

Recorrer à Justiça em caso de se sentir ofendido é direito inalienável de todo cidadão. Para que se obtenha sucesso na empreitada, todavia, é imprescindível possuir argumentos razoáveis, especialmente quando se tenta desmerecer atividade jornalística exercida com extrema responsabilidade.

A lisura dos propósitos deste jornal, além de seu dever constitucional de informar, foi plenamente reconhecida pelo magistrado. “Ainda que, na opinião do autor, a notícia veiculada não possui nenhuma relevância (...), temos que há eleitores que possuem interesse em obter conhecimento sobre fatos que ocorrem na vida pessoal dos candidatos a cargo político e seus parentes próximos, sobretudo quando há condenação em processo judicial com trânsito em julgado”, sentenciou o juiz. Se a decisão apontasse dolo do jornal, os leitores seriam informados.

É que, ao contrário de muitos “professores de Deus” que ministram aulas no Grande ABC, o Diário reconhece ser falível e estar sujeito a erros. Quando isso acontece, porém, quem se sente prejudicado não precisa recorrer aos tribunais para que as necessárias correções sejam feitas. Pelo contrário. Elas serão providenciadas de pronto, tão logo os profissionais desta Casa sejam confrontados com as falhas. São a consciência das próprias limitações e a humildade com que repara eventuais incorreções as molas propulsoras da credibilidade conquistadas por este jornal ao longo de 62 anos de história. E continuará sendo assim. 



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Do Diário do Grande ABC

07/11/2020 | 00:06


O juiz Carlos Gustavo Visconti, da Vara do Juizado Especial Cível de São Bernardo, reafirmou em sentença movida pelo prefeito do município, Orlando Morando (PSDB), o sagrado direito do Diário de publicar notícias de interesse público. O tucano pleiteava indenização por danos morais por entender que o jornal tentara atacar sua honra por basear uma de suas reportagens, intitulada ‘Irmã de Morando é condenada a pagar R$ 170 mil por obra no Swiss Park’, em “fatos antigos” – ocorridos, todavia, 12 dias antes. A decisão judicial, favorável à liberdade de imprensa, é recebida com extrema serenidade.

Recorrer à Justiça em caso de se sentir ofendido é direito inalienável de todo cidadão. Para que se obtenha sucesso na empreitada, todavia, é imprescindível possuir argumentos razoáveis, especialmente quando se tenta desmerecer atividade jornalística exercida com extrema responsabilidade.

A lisura dos propósitos deste jornal, além de seu dever constitucional de informar, foi plenamente reconhecida pelo magistrado. “Ainda que, na opinião do autor, a notícia veiculada não possui nenhuma relevância (...), temos que há eleitores que possuem interesse em obter conhecimento sobre fatos que ocorrem na vida pessoal dos candidatos a cargo político e seus parentes próximos, sobretudo quando há condenação em processo judicial com trânsito em julgado”, sentenciou o juiz. Se a decisão apontasse dolo do jornal, os leitores seriam informados.

É que, ao contrário de muitos “professores de Deus” que ministram aulas no Grande ABC, o Diário reconhece ser falível e estar sujeito a erros. Quando isso acontece, porém, quem se sente prejudicado não precisa recorrer aos tribunais para que as necessárias correções sejam feitas. Pelo contrário. Elas serão providenciadas de pronto, tão logo os profissionais desta Casa sejam confrontados com as falhas. São a consciência das próprias limitações e a humildade com que repara eventuais incorreções as molas propulsoras da credibilidade conquistadas por este jornal ao longo de 62 anos de história. E continuará sendo assim. 

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