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Lançamento de projeto de Oswaldo vira ato pró-candidatura de Lula

Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Oficialização do retorno do ex-prefeito às urnas fica em segundo plano


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

28/07/2018 | 07:00


O ato de lançamento da pré-candidatura do ex-prefeito de Mauá Oswaldo Dias (PT) foi marcado pela defesa da candidatura ao Planalto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde o dia 7 de abril, e sinalizou a estratégia que muitos dos candidatos proporcionais petistas devem adotar em discursos.

A atividade aconteceu em bufê na cidade, na noite de ontem, e contou com a presença do vereador paulistano e candidato ao Senado Eduardo Suplicy, do ex-prefeito de São Bernardo e postulante ao governo do Estado Luiz Marinho, do também candidato ao Senado Jilmar Tatto e do ex-ministro da Previdência Carlos Gabbas.

“Lula não está preso por ter feito coisas erradas, mas sim por ter feito coisas certas”, disse Oswaldo. Último a falar, o ex-prefeito foi o que menos ficou com o microfone entre as lideranças que discursaram.

Marinho também aproveitou grande parte de sua fala para fazer a defesa da candidatura de seu padrinho político. Lula está preso na sede da PF (Polícia Federal) de Curitiba condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. “Lula será candidato, mas não darei certeza que ele estará fora da prisão. Isso é culpa do STF (Supremo Tribunal Federal) e daquela coisa de Curitiba (em referência ao juiz Sérgio Moro da 13ª Vara Criminal Federal da capital paranaense).”

Jilmar Tatto e Suplicy, ainda que mais comedidos, também engrossaram o coro que pedia a libertação do ex-presidente e homologação de sua candidatura para o Palácio do Planalto.

Ao fim do ato político, Oswaldo opinou sobre a situação atribulada da vida política de Mauá. “Vejo com muita tristeza tudo o que está acontecendo. Mauá não precisava passar por tudo que tem passado”, comentou. “Estou tranquilo para essas eleições. Ainda é cedo para pensar em algo relacionado para as eleições de 2020”, afirmou. 



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Lançamento de projeto de Oswaldo vira ato pró-candidatura de Lula

Oficialização do retorno do ex-prefeito às urnas fica em segundo plano

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

28/07/2018 | 07:00


O ato de lançamento da pré-candidatura do ex-prefeito de Mauá Oswaldo Dias (PT) foi marcado pela defesa da candidatura ao Planalto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde o dia 7 de abril, e sinalizou a estratégia que muitos dos candidatos proporcionais petistas devem adotar em discursos.

A atividade aconteceu em bufê na cidade, na noite de ontem, e contou com a presença do vereador paulistano e candidato ao Senado Eduardo Suplicy, do ex-prefeito de São Bernardo e postulante ao governo do Estado Luiz Marinho, do também candidato ao Senado Jilmar Tatto e do ex-ministro da Previdência Carlos Gabbas.

“Lula não está preso por ter feito coisas erradas, mas sim por ter feito coisas certas”, disse Oswaldo. Último a falar, o ex-prefeito foi o que menos ficou com o microfone entre as lideranças que discursaram.

Marinho também aproveitou grande parte de sua fala para fazer a defesa da candidatura de seu padrinho político. Lula está preso na sede da PF (Polícia Federal) de Curitiba condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. “Lula será candidato, mas não darei certeza que ele estará fora da prisão. Isso é culpa do STF (Supremo Tribunal Federal) e daquela coisa de Curitiba (em referência ao juiz Sérgio Moro da 13ª Vara Criminal Federal da capital paranaense).”

Jilmar Tatto e Suplicy, ainda que mais comedidos, também engrossaram o coro que pedia a libertação do ex-presidente e homologação de sua candidatura para o Palácio do Planalto.

Ao fim do ato político, Oswaldo opinou sobre a situação atribulada da vida política de Mauá. “Vejo com muita tristeza tudo o que está acontecendo. Mauá não precisava passar por tudo que tem passado”, comentou. “Estou tranquilo para essas eleições. Ainda é cedo para pensar em algo relacionado para as eleições de 2020”, afirmou. 

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