Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 28 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Cultura & Lazer

cultura@dgabc.com.br | 4435-8364

Armado de humor


Thiago Mariano
Do Diário do Grande ABC

15/07/2010 | 07:27


O mais novo careca engravatado do CQC, Rafael Cortez, ocupa o palco do Teatro Municipal de Santo André, no fim de semana, para apresentar seu show solo De Tudo um Pouco.

Com os cabelos raspados desde segunda, quando seus colegas de bancada do CQC cobraram a aposta que ele fez caso o Brasil saísse da Copa perdedor, o repórter diz estar se acostumando ao novo visual. "Modéstia à parte, fico bonito de cabelo raspado. Mas é difícil. Quando uma pessoa começa a ficar careca, o que é o meu caso, se apega aos fios como se fossem filhos", diz.

No espetáculo, pode se esperar qualquer coisa de Cortez. "Nos shows, sempre faço algo específico do local onde estou. Agora, uma piada pronta sobre Santo André é: Como uma cidade tão maravilhosa, com um povo fantástico, foi dar à luz o Danilo Gentili? Essa, para mim, é a maior contradição daí", brinca, sobre seu companheiro de CQC.

O repórter frisa que a apresentação é um show de humor, não stand-up. "O stand-up tem uma logística. Se você muda a ordem, tira uma palavra, perde a piada. Gosto de interagir, improvisar."

Ele adianta que no espetáculo não faltarão músicas: "Vou falar bastante de música, levar o violão, dar uma canjinha".

"Gosto mais de falar de tipos sociais, de família, mulheres, namoro. Em momentos, sou tomado pelo amor, falo das ex-namoradas. No palco, sou meio bipolar, desequilibrado, gosto de falar sobre loucura", diz, contando que uma vez chegou a ficar 40 minutos discorrendo sobre fantasmas no teatro, tomado pelo clima do local em que estava se apresentando.

Violonista, largou a vida de músico quando descobriu que teria de ser disciplinado para chegar a concertista. "Exige paciência e disciplina, o que nunca tive. Sempre fui hiperativo, baderneiro", diz.

Mas ele conta que nunca largou o violão. "Lanço CD em outubro, instrumental, todo autoral. Vou vender independente, quem quiser comprar terá que ir à minha casa. Só vou vender para mulher."

Sobre as piadas que sempre funcionam, ele diz que é futebol, mas que não costuma falar sobre a paixão dos brasileiros. "Ainda mais agora, depois de passar mais de um mês na África do Sul. Não posso ouvir falar de futebol, vuvuzela."

De volta ao País, Cortez, junto ao CQC, vai dar atenção especial às eleições. "Vamos nos dedicar à política, continuo com o CQTeste. Nenhuma experiência que tive na vida foi igual à Copa em termos de desgaste, emoção e sacrifício. O que vier é lucro."

Sempre com humor, Cortez acredita que o riso é ferramenta de trabalho. "O humor não é explorado como devia, tem poder de aproximação. Fico impressionado de perceber como a gente consegue furo. Às vezes estamos no mesmo lugar em que jornalistas mais sérios e conseguimos informações com exclusividade. A graça desarma as pessoas", acredita.

Para Santo André, o repórter guarda surpresa.

De Tudo um Pouco - Espetáculo solo com Rafael Cortez. No Teatro Municipal de Santo André - Praça 4º Centenário. Tel.: 4433-0789. Ingr.: R$ 50. Sáb., às 21h.

Mais comédia nos teatros do Grande ABC
A agenda teatral do Grande ABC, no fim de semana, oferece mais humor, com encenações das peças Balaio de Gatos - Uma Comédia de Peso, amanhã, às 22h, no Teatro Paulo Machado de Carvalho, em São Caetano, e O Fantasma da Minha Sogra, no palco do Teatro Euclides Menato, em Ribeirão Pires, no sábado, às 21h.

Com Fabiana Karla, a Dra. Lorca de Zorra Total, Balaio de Gatos conta as bizarrices que ocorrem no sequestro de uma suposta socialite por um falso ladrão de joias.

Os dois, fingindo ser o que não são, descobrem a verdade sobre o outro e acabam se apaixonando.

O Fantasma da Minha Sogra, que conta com Mamma Bruschetta no papel da mulher que volta da morte, fala sobre um genro que passou a vida a enganar a sogra, utilizando a filha como objeto de chantagem para se apoderar da fortuna da sogra.

Com ajuda da empregada clarividente, a sogra morta volta para atazanar a vida do marido de sua filha, que no momento de luto familiar vê a chance de botar as mãos na grana.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Armado de humor

Thiago Mariano
Do Diário do Grande ABC

15/07/2010 | 07:27


O mais novo careca engravatado do CQC, Rafael Cortez, ocupa o palco do Teatro Municipal de Santo André, no fim de semana, para apresentar seu show solo De Tudo um Pouco.

Com os cabelos raspados desde segunda, quando seus colegas de bancada do CQC cobraram a aposta que ele fez caso o Brasil saísse da Copa perdedor, o repórter diz estar se acostumando ao novo visual. "Modéstia à parte, fico bonito de cabelo raspado. Mas é difícil. Quando uma pessoa começa a ficar careca, o que é o meu caso, se apega aos fios como se fossem filhos", diz.

No espetáculo, pode se esperar qualquer coisa de Cortez. "Nos shows, sempre faço algo específico do local onde estou. Agora, uma piada pronta sobre Santo André é: Como uma cidade tão maravilhosa, com um povo fantástico, foi dar à luz o Danilo Gentili? Essa, para mim, é a maior contradição daí", brinca, sobre seu companheiro de CQC.

O repórter frisa que a apresentação é um show de humor, não stand-up. "O stand-up tem uma logística. Se você muda a ordem, tira uma palavra, perde a piada. Gosto de interagir, improvisar."

Ele adianta que no espetáculo não faltarão músicas: "Vou falar bastante de música, levar o violão, dar uma canjinha".

"Gosto mais de falar de tipos sociais, de família, mulheres, namoro. Em momentos, sou tomado pelo amor, falo das ex-namoradas. No palco, sou meio bipolar, desequilibrado, gosto de falar sobre loucura", diz, contando que uma vez chegou a ficar 40 minutos discorrendo sobre fantasmas no teatro, tomado pelo clima do local em que estava se apresentando.

Violonista, largou a vida de músico quando descobriu que teria de ser disciplinado para chegar a concertista. "Exige paciência e disciplina, o que nunca tive. Sempre fui hiperativo, baderneiro", diz.

Mas ele conta que nunca largou o violão. "Lanço CD em outubro, instrumental, todo autoral. Vou vender independente, quem quiser comprar terá que ir à minha casa. Só vou vender para mulher."

Sobre as piadas que sempre funcionam, ele diz que é futebol, mas que não costuma falar sobre a paixão dos brasileiros. "Ainda mais agora, depois de passar mais de um mês na África do Sul. Não posso ouvir falar de futebol, vuvuzela."

De volta ao País, Cortez, junto ao CQC, vai dar atenção especial às eleições. "Vamos nos dedicar à política, continuo com o CQTeste. Nenhuma experiência que tive na vida foi igual à Copa em termos de desgaste, emoção e sacrifício. O que vier é lucro."

Sempre com humor, Cortez acredita que o riso é ferramenta de trabalho. "O humor não é explorado como devia, tem poder de aproximação. Fico impressionado de perceber como a gente consegue furo. Às vezes estamos no mesmo lugar em que jornalistas mais sérios e conseguimos informações com exclusividade. A graça desarma as pessoas", acredita.

Para Santo André, o repórter guarda surpresa.

De Tudo um Pouco - Espetáculo solo com Rafael Cortez. No Teatro Municipal de Santo André - Praça 4º Centenário. Tel.: 4433-0789. Ingr.: R$ 50. Sáb., às 21h.

Mais comédia nos teatros do Grande ABC
A agenda teatral do Grande ABC, no fim de semana, oferece mais humor, com encenações das peças Balaio de Gatos - Uma Comédia de Peso, amanhã, às 22h, no Teatro Paulo Machado de Carvalho, em São Caetano, e O Fantasma da Minha Sogra, no palco do Teatro Euclides Menato, em Ribeirão Pires, no sábado, às 21h.

Com Fabiana Karla, a Dra. Lorca de Zorra Total, Balaio de Gatos conta as bizarrices que ocorrem no sequestro de uma suposta socialite por um falso ladrão de joias.

Os dois, fingindo ser o que não são, descobrem a verdade sobre o outro e acabam se apaixonando.

O Fantasma da Minha Sogra, que conta com Mamma Bruschetta no papel da mulher que volta da morte, fala sobre um genro que passou a vida a enganar a sogra, utilizando a filha como objeto de chantagem para se apoderar da fortuna da sogra.

Com ajuda da empregada clarividente, a sogra morta volta para atazanar a vida do marido de sua filha, que no momento de luto familiar vê a chance de botar as mãos na grana.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;