Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 15 de Julho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Cultura & Lazer

cultura@dgabc.com.br | 4435-8364

Titãs mantém espaço após transformações


Luciane Mediato
Especial para o Diário

09/04/2011 | 07:07


Com 27 anos de carreira e ícone do rock nacional, o Titãs continua em pé. Mesmo com as diversas mudanças ao longo dos anos, a banda mostra potência o bastante para agitar o público. Não à toa os ingressos para a apresentação hoje à noite no Sesc Santo André estão esgotados.

Atualmente, o grupo conta com Branco Mello (voz e baixo), Paulo Miklos (voz e guitarra), Sérgio Britto (voz, teclados e baixo), Tony Bellotto (guitarra) e Mario Fabre (bateria) na formação. Os músicos viajam pelo Brasil em turnê de divulgação do CD "Sacos Plásticos", que aborda temas variados que refletem sobre as contradições do mundo atual. "Nunca falamos de um só assunto, mas acho que a degradação do meio ambiente, a perda de valores são, em meio a outros, os temas mais relevantes do disco", explica Sérgio Britto.

O grupo, que começou nos anos 1980, era conhecido como Titãs do Ie-Iê. Durante todo esse tempo de estrada muitas mudanças ocorreram. Entre as transformações da banda, a morte do músico Marcelo Fromer, em 2001, foi um ponto-chave. "Tivemos que suprir a falta que ele (Fromer) fazia, não só musicalmente, mas também como fator agregador dentro do grupo. Era ele que fazia a ponte entre nós", revela.

Um dos trabalhos de destaque dessas quase três décadas de estrada é o icônico "Cabeça Dinossauro" (1986). O álbum marca o nascimento do estilo agressivo do Titãs. "É a nossa cara, não? Foi nesse disco que inventamos a nossa linguagem. Apesar de ser ousado artísticamente, fez também muito sucesso. Marcou época", lembra o músico.

Britto observa que o atual cenário musical não é mais tão roqueiro quanto antes. "São momentos totalmente diferentes. Nos anos 1980, havia mais espaço para diversidade e o rock era 'o som do momento'. Há muita coisa boa acontecendo, mas há pouco espaço na grande mídia." E é nesse espaço que os veteranos do rock nacional se mantêm.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Titãs mantém espaço após transformações

Luciane Mediato
Especial para o Diário

09/04/2011 | 07:07


Com 27 anos de carreira e ícone do rock nacional, o Titãs continua em pé. Mesmo com as diversas mudanças ao longo dos anos, a banda mostra potência o bastante para agitar o público. Não à toa os ingressos para a apresentação hoje à noite no Sesc Santo André estão esgotados.

Atualmente, o grupo conta com Branco Mello (voz e baixo), Paulo Miklos (voz e guitarra), Sérgio Britto (voz, teclados e baixo), Tony Bellotto (guitarra) e Mario Fabre (bateria) na formação. Os músicos viajam pelo Brasil em turnê de divulgação do CD "Sacos Plásticos", que aborda temas variados que refletem sobre as contradições do mundo atual. "Nunca falamos de um só assunto, mas acho que a degradação do meio ambiente, a perda de valores são, em meio a outros, os temas mais relevantes do disco", explica Sérgio Britto.

O grupo, que começou nos anos 1980, era conhecido como Titãs do Ie-Iê. Durante todo esse tempo de estrada muitas mudanças ocorreram. Entre as transformações da banda, a morte do músico Marcelo Fromer, em 2001, foi um ponto-chave. "Tivemos que suprir a falta que ele (Fromer) fazia, não só musicalmente, mas também como fator agregador dentro do grupo. Era ele que fazia a ponte entre nós", revela.

Um dos trabalhos de destaque dessas quase três décadas de estrada é o icônico "Cabeça Dinossauro" (1986). O álbum marca o nascimento do estilo agressivo do Titãs. "É a nossa cara, não? Foi nesse disco que inventamos a nossa linguagem. Apesar de ser ousado artísticamente, fez também muito sucesso. Marcou época", lembra o músico.

Britto observa que o atual cenário musical não é mais tão roqueiro quanto antes. "São momentos totalmente diferentes. Nos anos 1980, havia mais espaço para diversidade e o rock era 'o som do momento'. Há muita coisa boa acontecendo, mas há pouco espaço na grande mídia." E é nesse espaço que os veteranos do rock nacional se mantêm.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;