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MPE pede impugnação de quatro nomes da região

Procuradoria propôs ação diante da prestação de contas de Luiz Fernando, Turco, Chiquinho e Lair


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

23/11/2018 | 07:00


A PRE-SP (Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo), órgão ligado ao Ministério Público Eleitoral, apresentou pedido de impugnação de quatro candidaturas do Grande ABC que participaram do pleito de outubro – no total, foram 102 nomes destacados na lista. Postulantes da região, Luiz Fernando Teixeira (PT, único eleito), Luiz Turco (PT), Chiquinho do Zaíra (Avante) e Lair da Apraespi (PMB) aparecem no rol. O principal questionamento trata de problema na prestação de contas – o quarteto alega que a situação é sanável.

Segundo o órgão, a ação propõe a impugnação para apurar fatos que possam ser contrários à legislação eleitoral nas prestações de contas encaminhadas pelos candidatos que concorreram aos cargos de governador, senador, deputado federal e deputado estadual no processo eleitoral deste ano.

Reeleito para o posto de deputado estadual, Luiz Fernando argumentou que o Ministério Público apontou a doação de pessoas que estão aposentadas. Segundo o parlamentar, faltou completar documentação. “Assim que recebemos os questionamentos já começamos a ver o que estava faltando. O MP achou estranho uma pessoa que está desempregada realizar uma doação”, admitiu. “O setor jurídico analisou a situação e prepara documentação para acertar isso.”

Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luiz Fernando arrecadou pouco mais de R$ 485 mil em doações.

Na análise geral das candidaturas, a PRE identificou diversos problemas, como a existência de candidatos que apresentaram números elevados de doadores que são empregados e servidores de uma mesma pessoa jurídica, doadores que estão inscritos como desempregados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), fornecedores de campanha com suspeitas de falta de capacidade para prestar serviços e irregularidades na distribuição de cotas do Fundo Partidário às mulheres.

Nome a federal, Lair da Apraespi citou que a Promotoria pediu explicações de doações específicas, porém, ainda analisa os questionamentos da PRE. “Pelo que vi estão pedindo explicação de algumas doações. Estou analisando com os advogados para estudar qual medida cabível”, alegou.

Candidato a deputado estadual pelo Avante, Chiquinho do Zaíra também foi questionado sobre doações que levantaram dúvidas. “Já encaminhei a situação ao setor jurídico. Eram coisas simples e acredito que resolveremos facilmente.” Chiquinho revelou, recentemente, intenção de concorrer ao Paço de Mauá em 2020.

Derrotado na tentativa de reeleição, o deputado estadual Luiz Turco estuda os apontamentos indicados pela PRE. Segundo o petista, uma das indagações era referente a uma doação no valor de R$ 100. “Uma pessoa me fez doação pela internet e estão com dúvida. Vamos explicar e aguardar as decisões”, pontuou. 



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MPE pede impugnação de quatro nomes da região

Procuradoria propôs ação diante da prestação de contas de Luiz Fernando, Turco, Chiquinho e Lair

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

23/11/2018 | 07:00


A PRE-SP (Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo), órgão ligado ao Ministério Público Eleitoral, apresentou pedido de impugnação de quatro candidaturas do Grande ABC que participaram do pleito de outubro – no total, foram 102 nomes destacados na lista. Postulantes da região, Luiz Fernando Teixeira (PT, único eleito), Luiz Turco (PT), Chiquinho do Zaíra (Avante) e Lair da Apraespi (PMB) aparecem no rol. O principal questionamento trata de problema na prestação de contas – o quarteto alega que a situação é sanável.

Segundo o órgão, a ação propõe a impugnação para apurar fatos que possam ser contrários à legislação eleitoral nas prestações de contas encaminhadas pelos candidatos que concorreram aos cargos de governador, senador, deputado federal e deputado estadual no processo eleitoral deste ano.

Reeleito para o posto de deputado estadual, Luiz Fernando argumentou que o Ministério Público apontou a doação de pessoas que estão aposentadas. Segundo o parlamentar, faltou completar documentação. “Assim que recebemos os questionamentos já começamos a ver o que estava faltando. O MP achou estranho uma pessoa que está desempregada realizar uma doação”, admitiu. “O setor jurídico analisou a situação e prepara documentação para acertar isso.”

Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luiz Fernando arrecadou pouco mais de R$ 485 mil em doações.

Na análise geral das candidaturas, a PRE identificou diversos problemas, como a existência de candidatos que apresentaram números elevados de doadores que são empregados e servidores de uma mesma pessoa jurídica, doadores que estão inscritos como desempregados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), fornecedores de campanha com suspeitas de falta de capacidade para prestar serviços e irregularidades na distribuição de cotas do Fundo Partidário às mulheres.

Nome a federal, Lair da Apraespi citou que a Promotoria pediu explicações de doações específicas, porém, ainda analisa os questionamentos da PRE. “Pelo que vi estão pedindo explicação de algumas doações. Estou analisando com os advogados para estudar qual medida cabível”, alegou.

Candidato a deputado estadual pelo Avante, Chiquinho do Zaíra também foi questionado sobre doações que levantaram dúvidas. “Já encaminhei a situação ao setor jurídico. Eram coisas simples e acredito que resolveremos facilmente.” Chiquinho revelou, recentemente, intenção de concorrer ao Paço de Mauá em 2020.

Derrotado na tentativa de reeleição, o deputado estadual Luiz Turco estuda os apontamentos indicados pela PRE. Segundo o petista, uma das indagações era referente a uma doação no valor de R$ 100. “Uma pessoa me fez doação pela internet e estão com dúvida. Vamos explicar e aguardar as decisões”, pontuou. 

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