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Três cidades têm gestão de excelência

Firjan elogia S.Bernardo, Sto.André e Ribeirão Pires


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

09/04/2012 | 07:15


São Bernardo, Santo André e Ribeirão Pires foram as únicas cidades do Grande ABC a receberem conceito A em gestão fiscal no índice da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), que avaliou as administrações de 5.564 municípios no País em 2010. O conceito significa gestão de excelência sob cinco aspectos: receita própria, gastos com pessoal, investimento, custo da dívida e liquidez nas finanças públicas. A média regional foi de 0,6953 ponto - conceito B interpretado como boa gestão pela federação.

Maior cidade da região, São Bernardo conquistou 0,8516 ponto - em escala de medição que vai de zero a um. O desempenho pôs o município na 11ª posição de boas administrações no Estado e no 23º no ranking nacional. A cidade saltou 28 colocações em São Paulo com relação à análise feita em 2009, já sob comando do prefeito Luiz Marinho (PT). O município chegou a liderar o levantamento estadual em 2006, quando o prefeito era William Dib (PSDB). Na ocasião, recebeu pontuação de 0,9039, atuação que lhe conferiu o status de terceira cidade mais bem administrada do Brasil.

Santo André obteve 0,8145 ponto, ficando no 23º posto no Estado e em 65º no País. A cidade gerida por Aidan Ravin (PTB) caiu 14 lugares no estudo referente a 2009, quando registrou 0,843 ponto, alcançou a nona posição em São Paulo e figurou na 24ª no País. Assim como São Bernardo, Santo André já foi eleita a cidade mais bem comandada do Estado. Em 2007, no mandato de João Avamileno (PT), o município angariou 0,9214 pontos e também chegou à terceira posição no País.

Ribeirão Pires, do prefeito Clóvis Volpi (PV), conquistou 0,8055 ponto, atingindo a 29ª colocação no Estado e a 85ª no País - em 2009, a estância levou 0,8225 ponto, atuação que lhe rendeu o 13º lugar estadual e o 35º nacional.

São Caetano melhorou sua performance entre 2009 e 2010, mas insuficiente para subir de conceito no índice Firjan. O município administrado por José Auricchio Júnior (PTB) foi avaliado com conceito B, com 0,745 ponto em 2010, ante 0,6584 ponto há três anos. O desempenho atual colocou a cidade na 70ª posição no Estado e na 321ª no País. Em 2007, durante o primeiro mandato de Auricchio, o município foi considerado o terceiro mais bem administrado do Estado, o nono do Brasil, e ganhou conceito A, com 0,8806 ponto.

Ainda com conceito B figurou Rio Grande da Serra, gerida por Adler Kiko Teixeira (PSDB). Menor cidade da região em população e orçamento, Rio Grande obteve 0,6414 ponto, aparecendo na 246ª posição estadual e na 1.371ª nacional.

Diadema e Mauá receberam conceitos C no índice, que aponta gestão em dificuldade. O município gerido por Mário Reali (PT) foi o pior do Grande ABC, avaliado com pontuação 0,4754 (525º posto no Estado e 3.478º no Brasil). A cidade comandada por Oswaldo Dias (PT) alcançou 0,5336 ponto (465º em São Paulo e 2.775º no País). Mauá, inclusive, foi o município da região que mais despencou no ranking da Firjan. Em 2009, a cidade arrebatou 0,7107 ponto, conceito B, 69º posto estadual e 333º nacional.



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Três cidades têm gestão de excelência

Firjan elogia S.Bernardo, Sto.André e Ribeirão Pires

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

09/04/2012 | 07:15


São Bernardo, Santo André e Ribeirão Pires foram as únicas cidades do Grande ABC a receberem conceito A em gestão fiscal no índice da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), que avaliou as administrações de 5.564 municípios no País em 2010. O conceito significa gestão de excelência sob cinco aspectos: receita própria, gastos com pessoal, investimento, custo da dívida e liquidez nas finanças públicas. A média regional foi de 0,6953 ponto - conceito B interpretado como boa gestão pela federação.

Maior cidade da região, São Bernardo conquistou 0,8516 ponto - em escala de medição que vai de zero a um. O desempenho pôs o município na 11ª posição de boas administrações no Estado e no 23º no ranking nacional. A cidade saltou 28 colocações em São Paulo com relação à análise feita em 2009, já sob comando do prefeito Luiz Marinho (PT). O município chegou a liderar o levantamento estadual em 2006, quando o prefeito era William Dib (PSDB). Na ocasião, recebeu pontuação de 0,9039, atuação que lhe conferiu o status de terceira cidade mais bem administrada do Brasil.

Santo André obteve 0,8145 ponto, ficando no 23º posto no Estado e em 65º no País. A cidade gerida por Aidan Ravin (PTB) caiu 14 lugares no estudo referente a 2009, quando registrou 0,843 ponto, alcançou a nona posição em São Paulo e figurou na 24ª no País. Assim como São Bernardo, Santo André já foi eleita a cidade mais bem comandada do Estado. Em 2007, no mandato de João Avamileno (PT), o município angariou 0,9214 pontos e também chegou à terceira posição no País.

Ribeirão Pires, do prefeito Clóvis Volpi (PV), conquistou 0,8055 ponto, atingindo a 29ª colocação no Estado e a 85ª no País - em 2009, a estância levou 0,8225 ponto, atuação que lhe rendeu o 13º lugar estadual e o 35º nacional.

São Caetano melhorou sua performance entre 2009 e 2010, mas insuficiente para subir de conceito no índice Firjan. O município administrado por José Auricchio Júnior (PTB) foi avaliado com conceito B, com 0,745 ponto em 2010, ante 0,6584 ponto há três anos. O desempenho atual colocou a cidade na 70ª posição no Estado e na 321ª no País. Em 2007, durante o primeiro mandato de Auricchio, o município foi considerado o terceiro mais bem administrado do Estado, o nono do Brasil, e ganhou conceito A, com 0,8806 ponto.

Ainda com conceito B figurou Rio Grande da Serra, gerida por Adler Kiko Teixeira (PSDB). Menor cidade da região em população e orçamento, Rio Grande obteve 0,6414 ponto, aparecendo na 246ª posição estadual e na 1.371ª nacional.

Diadema e Mauá receberam conceitos C no índice, que aponta gestão em dificuldade. O município gerido por Mário Reali (PT) foi o pior do Grande ABC, avaliado com pontuação 0,4754 (525º posto no Estado e 3.478º no Brasil). A cidade comandada por Oswaldo Dias (PT) alcançou 0,5336 ponto (465º em São Paulo e 2.775º no País). Mauá, inclusive, foi o município da região que mais despencou no ranking da Firjan. Em 2009, a cidade arrebatou 0,7107 ponto, conceito B, 69º posto estadual e 333º nacional.

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