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Mercado varejista cresce 9,6% em 2007


Cristiane Bomfim
Do Diário do Grande ABC

19/02/2008 | 07:03


Com crescimento de 9,6% em 2007 na comparação com o ano anterior, as vendas no mercado varejista são as mais significativas desde 2001, quando foi iniciada a pesquisa pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2006, a alta foi de 6,2%.

O consumo em expansão é justificado pela boa fase vivida pela economia brasileira em 2007. A estabilidade do País, o crescimento do crédito (27,3% superior a 2006) e da massa salarial (aumento real de 30% entre 2005 e 2007), a diminuição do desemprego (foram criados 1.617.392 novos postos de trabalho com carteira assinada no ano passado, 31% a mais que em 2006) estimularam o varejo, principalmente o de bens duráveis.

De acordo com o IBGE, o volume de vendas de móveis e eletrodomésticos subiu 15,4% em 2007 e representa o segundo maior impacto no resultado geral. O primeiro lugar é ocupado pela atividade de hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que – apesar de ter crescido bem menos (6,4%) no ano passado – representa um terço do total das vendas.

São Paulo ficou em quarto lugar no ranking no mercado varejista em 2007 na comparação com 2006, com o crescimento de 12,5%. A primeira posição foi ocupada pelo estado de Alagoas, com um incremento de 19,2%.

REGIÃO

Segundo o economista do Observatório Econômico de Santo André, Moisés Pais dos Santos, a região acompanhou o crescimento nacional. “O Grande ABC está entre os cinco maiores em poder de consumo do País. Mesmo sem dados regionais, não é difícil afirmar que a região acompanhou os índices de crescimento das vendas.”

Esta é a mesma percepção do presidente da ACE (Associação Comercial e Empresarial) de Diadema, Odair Paulino. “Para se ter uma idéia, no ano passado, o número de consultas SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) na cidade teve crescimento de 73%. Isso é um indicador óbvio que o volume de negociações foi muito maior que em 2006.”

A região, segundo Paulino, segue o mesmo ritmo. “As cidades do Grande ABC estão atraindo investimentos. Com isso, mais empregos e mais consumo no varejo.”



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