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Brasil tropeça em rivais que atropelou nas Eliminatórias

Reprodução/Instragram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Seleção não repete atuações na campanha que classificou antecipadamente time para Mundial da Rússia


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/06/2019 | 07:00


Ausência de Neymar, falta de confiança, Tite perdeu a mão. Cada brasileiro tem uma explicação para o fraco desempenho mostrado pela Seleção na partida contra a Venezuela, terça-feria, quando a equipe não passou de empate por 0 a 0 diante de frágil adversário.
Mais curioso ainda é quando volta-se um pouco no tempo e percebe-se que nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018 a Seleção Brasileira atropelou os mesmos rivais que agora não consegue superar – venceu os venezuelanos por 3 a 1 e 2 a 0, por exemplo.

O capitão Daniel Alves vivenciou essas partidas e admitiu ser difícil entender a diferença de comportamento. “Na Copa América a gente oscila muito. Nas Eliminatórias a gente consegue ter boas campanhas. Mas nós somos uma grande Seleção. Podemos melhorar. Até porque somos uma das grandes nações do continente, como as próprias Eliminatórias mostram”, afirmou.

A vitória por 3 a 0 sobre a Bolívia com gols no segundo tempo e o empate por 0 a 0 com a Venezuela colocaram Tite na inédita situação de sofrer contra países sul-americanos. O treinador conseguiu nas últimas Eliminatórias desempenho quase perfeito diante dos vizinhos, com 89% de aproveitamento e com nove vitórias.

Curiosamente, os antigos fregueses viram adversários temidos e até ameaçam participação mais efetiva do Brasil na Copa América em casa. Para Tite, a equipe tem sofrido na atual competição por causa do nervosismo. “Ficamos apressados demais, ansiosos demais. Isso fica traduzido nas jogadas em que você força e erra. As finalizações ficam imprecisas e o time passa a arriscar pouco.”

O Peru, adversário de sábado, às 16h, na Arena Corinthians, pela terceira e última rodada da primeira fase da Copa América, foi outro que não apresentou resistência nas Eliminatórias. Foram duas vitórias brasileiras: 3 a 0, em casa, e 2 a 0, em Lima. (com Agências) 


Argentina arranca empate com o Paraguai

A expectativa sobre a Argentina segue alta na Copa América, mas a seleção novamente decepcionou. E mais: escapou de perder pela segunda vez na competição. Ontem à noite, no Estádio do Mineirão, buscou um empate por 1 a 1 com o Paraguai e só não deixou o campo derrotada porque o goleiro Armani defendeu a cobrança de pênalti do santista Derlis González.

Os paraguaios saíram na frente com Richard Sánchez, aos 36 minutos do primeiro tempo. Na segunda etapa, porém, aos nove, após auxílio do árbitro de vídeo, o juiz Wilton Pereira Sampaio marcou pênalti, convertido por Messi.

Agora, para classificar como vice-líder, a Argentina (um ponto) tem de vencer o Catar (um) e torcer para o Paraguai (dois) perder da já classificada Colômbia (que chegou aos seis ontem ao vencer os asiáticos por 1 a 0, gol de Zapata). Os argentinos ainda podem avançar como um dos dois melhores terceiros. da Redação



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Brasil tropeça em rivais que atropelou nas Eliminatórias

Seleção não repete atuações na campanha que classificou antecipadamente time para Mundial da Rússia

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/06/2019 | 07:00


Ausência de Neymar, falta de confiança, Tite perdeu a mão. Cada brasileiro tem uma explicação para o fraco desempenho mostrado pela Seleção na partida contra a Venezuela, terça-feria, quando a equipe não passou de empate por 0 a 0 diante de frágil adversário.
Mais curioso ainda é quando volta-se um pouco no tempo e percebe-se que nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018 a Seleção Brasileira atropelou os mesmos rivais que agora não consegue superar – venceu os venezuelanos por 3 a 1 e 2 a 0, por exemplo.

O capitão Daniel Alves vivenciou essas partidas e admitiu ser difícil entender a diferença de comportamento. “Na Copa América a gente oscila muito. Nas Eliminatórias a gente consegue ter boas campanhas. Mas nós somos uma grande Seleção. Podemos melhorar. Até porque somos uma das grandes nações do continente, como as próprias Eliminatórias mostram”, afirmou.

A vitória por 3 a 0 sobre a Bolívia com gols no segundo tempo e o empate por 0 a 0 com a Venezuela colocaram Tite na inédita situação de sofrer contra países sul-americanos. O treinador conseguiu nas últimas Eliminatórias desempenho quase perfeito diante dos vizinhos, com 89% de aproveitamento e com nove vitórias.

Curiosamente, os antigos fregueses viram adversários temidos e até ameaçam participação mais efetiva do Brasil na Copa América em casa. Para Tite, a equipe tem sofrido na atual competição por causa do nervosismo. “Ficamos apressados demais, ansiosos demais. Isso fica traduzido nas jogadas em que você força e erra. As finalizações ficam imprecisas e o time passa a arriscar pouco.”

O Peru, adversário de sábado, às 16h, na Arena Corinthians, pela terceira e última rodada da primeira fase da Copa América, foi outro que não apresentou resistência nas Eliminatórias. Foram duas vitórias brasileiras: 3 a 0, em casa, e 2 a 0, em Lima. (com Agências) 


Argentina arranca empate com o Paraguai

A expectativa sobre a Argentina segue alta na Copa América, mas a seleção novamente decepcionou. E mais: escapou de perder pela segunda vez na competição. Ontem à noite, no Estádio do Mineirão, buscou um empate por 1 a 1 com o Paraguai e só não deixou o campo derrotada porque o goleiro Armani defendeu a cobrança de pênalti do santista Derlis González.

Os paraguaios saíram na frente com Richard Sánchez, aos 36 minutos do primeiro tempo. Na segunda etapa, porém, aos nove, após auxílio do árbitro de vídeo, o juiz Wilton Pereira Sampaio marcou pênalti, convertido por Messi.

Agora, para classificar como vice-líder, a Argentina (um ponto) tem de vencer o Catar (um) e torcer para o Paraguai (dois) perder da já classificada Colômbia (que chegou aos seis ontem ao vencer os asiáticos por 1 a 0, gol de Zapata). Os argentinos ainda podem avançar como um dos dois melhores terceiros. da Redação

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