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Colega afirma que co-piloto queria ver filha recuperada


Do Diário do Grande ABC

18/11/1999 | 10:43


O co-piloto do vôo 990 da EgyptAir, suspeito de ter provocado o acidente com o Boeing 767, desejava viver o suficiente para ver sua filha totalmente recuperada de sua doença, indicou um de seus colegas citado esta quinta-feira, pelo jornal governamental egípcio Al Ajbar.

Segundo Nader Badr, oficial do serviço de operaçoes da EgyptAir, Gamil el Battuti disse, três dias antes da catástrofe, que esperava que Deus o permitisse viver o bastante para ver a cura da filha.

Badr afirmou ter passado mais de quatro horas com Battuti no vôo Nova York-Los Angeles, em 28 de outubro, três dias antes do acidente. ``Battuti estava com pressa de chegar ao Cairo para ver a filha doente, depois de saber que havia um tratamento possível para a enfermidade nos Estados Unidos'', declarou, sem precisar qual a doença da menina.

Especialistas do Departamento de Segurança dos Transportes sugeriram a hipótese de que o acidente foi um ato deliberado cometido por Battuti, que, segundo algumas testemunhas, estaria um pouco deprimido.



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