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Líder do MST considera Lula um aliado da reforma agrária


Do Diário OnLine
Com Agências

13/04/2005 | 14:12


O coordenador nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra), João Pedro Stédile, voltou a criticar nesta quarta-feira a reforma agrária do governo Lula. Apesar disto ele afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um aliado da reforma.

Ele atribuiu os problemas da reforma agrária a três fatores: o agronegócio, a política econômica e a natureza do estado brasileiro que, segundo Stédile, "só sabe ajudar os ricos e não sabe trabalhar para os pobres".

"Não acredito que do fundo do coração, o presidente acredite que essa política (econômica) resolva os problemas", disse. "Forças conservadoras do capital estão aplicando uma política econômica que é uma continuidade de FHC".

Stédile fez críticas ao agronegócio e afirmou que isso não resolve os problemas de desigualdade no Brasil. "Os setores conservadores do agronegócio estão fazendo campanha nos meios de comunicação, iludindo a população de que o agronegócio resolve os problemas. O agronegócio não resolve o problema da pobreza e da desigualdade social. Só aumenta a desigualdade no meio rural."

O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia, disse que, da mesma forma que o governo valoriza o agronegócio, dá atenção à agricultura familiar. Citou o aumento de recursos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que em 2002 recebeu R$ 2,4 bilhões e em 2004, R$ 5,6 bilhões.



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Líder do MST considera Lula um aliado da reforma agrária

Do Diário OnLine
Com Agências

13/04/2005 | 14:12


O coordenador nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra), João Pedro Stédile, voltou a criticar nesta quarta-feira a reforma agrária do governo Lula. Apesar disto ele afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um aliado da reforma.

Ele atribuiu os problemas da reforma agrária a três fatores: o agronegócio, a política econômica e a natureza do estado brasileiro que, segundo Stédile, "só sabe ajudar os ricos e não sabe trabalhar para os pobres".

"Não acredito que do fundo do coração, o presidente acredite que essa política (econômica) resolva os problemas", disse. "Forças conservadoras do capital estão aplicando uma política econômica que é uma continuidade de FHC".

Stédile fez críticas ao agronegócio e afirmou que isso não resolve os problemas de desigualdade no Brasil. "Os setores conservadores do agronegócio estão fazendo campanha nos meios de comunicação, iludindo a população de que o agronegócio resolve os problemas. O agronegócio não resolve o problema da pobreza e da desigualdade social. Só aumenta a desigualdade no meio rural."

O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia, disse que, da mesma forma que o governo valoriza o agronegócio, dá atenção à agricultura familiar. Citou o aumento de recursos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que em 2002 recebeu R$ 2,4 bilhões e em 2004, R$ 5,6 bilhões.

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