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Remédios que vêm da floresta


Caroline Ropero
Do Diário do Grande ABC

14/04/2013 | 07:00


Rayssa Mayara Marques, 10 anos, de Diadema, aprendeu que há muito tempo os índios descobriram como produzir remédios a partir das plantas encontradas na floresta.

O conhecimento medicinal nasceu por meio da observação da natureza, além do respeito que têm por ela. Começaram reparando no que os animais doentes comiam para curar o problema. Depois, faziam teste em pessoas da aldeia; se funcionasse, a planta entrava para a lista de remédios da tribo.

Foi assim que surgiram bebidas feitas com vegetais que hoje também são ingeridas por quem vive nas cidades para melhorar, por exemplo, dores de estômago e inflamações.

Índios da América do Sul usavam extrato da casca da árvore cinchona para combater os sintomas da malária. Já a aspirina veio da casca do salgueiro. Enquanto a planta dedaleira deu origem a remédios que tratam doenças do coração.

Quando tiveram acesso às descobertas dos índios, os europeus levaram as informações e plantas para seu continente para realizar experiências. Desse modo, novos medicamentos foram desenvolvidos.

Os índios, no entanto, acreditam que a doença nunca é só do corpo, mas também do espírito e da mente. Acham que não é possível curá-la somente com remédio. Segundo as crenças indígenas, também precisa fazer rituais com rezas e cantos para que alguém melhore.



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Remédios que vêm da floresta

Caroline Ropero
Do Diário do Grande ABC

14/04/2013 | 07:00


Rayssa Mayara Marques, 10 anos, de Diadema, aprendeu que há muito tempo os índios descobriram como produzir remédios a partir das plantas encontradas na floresta.

O conhecimento medicinal nasceu por meio da observação da natureza, além do respeito que têm por ela. Começaram reparando no que os animais doentes comiam para curar o problema. Depois, faziam teste em pessoas da aldeia; se funcionasse, a planta entrava para a lista de remédios da tribo.

Foi assim que surgiram bebidas feitas com vegetais que hoje também são ingeridas por quem vive nas cidades para melhorar, por exemplo, dores de estômago e inflamações.

Índios da América do Sul usavam extrato da casca da árvore cinchona para combater os sintomas da malária. Já a aspirina veio da casca do salgueiro. Enquanto a planta dedaleira deu origem a remédios que tratam doenças do coração.

Quando tiveram acesso às descobertas dos índios, os europeus levaram as informações e plantas para seu continente para realizar experiências. Desse modo, novos medicamentos foram desenvolvidos.

Os índios, no entanto, acreditam que a doença nunca é só do corpo, mas também do espírito e da mente. Acham que não é possível curá-la somente com remédio. Segundo as crenças indígenas, também precisa fazer rituais com rezas e cantos para que alguém melhore.

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