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Timão defende a liderança no Pacaembu

Sem o zagueiro Chicão e o atacante Dentinho, suspensos, o Corinthians recebe o Bahia, às 16h10 de sábado


Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

19/07/2008 | 07:04


Sem o zagueiro Chicão e o atacante Dentinho, suspensos, o Corinthians recebe o Bahia, às 16h10 de sábado, no Pacaembu, disposto a segurar a liderança e a invencibilidade alvinegra na Série B do Campeonato Brasileiro. Fábio Ferreira entra na defesa e Acosta no ataque. O volante Fabinho também reaparece. O meia Douglas, liberado pelo departamento médico, será uma das opções no banco.

A equipe de Mano Menezes continua insuperável na ponta da tabela. São 27 conquistados em 33 possíveis. O excelente aproveitamento de um dos maiores favoritos ao título chega aos 81,8%.

Os detalhes que envolvem o confronto sugerem o compreensível favoritismo do Corinthians. No entanto, as declarações de Felipe servem de pretexto para que o Bahia redobre as próprias forças na casa dos paulistas. "Desde criança, você gosta de certos times e odeia outros. O Bahia é um daqueles que odeio", disse o goleiro nas entrevistas de quinta-feira.

As palavras de Felipe provocaram reações indignadas, especialmente do meia Elias e do técnico Arturzinho - este promete usar as críticas do adversário para fortalecer a motivação do elenco.

"Isso não nos surpreende. Não esperaríamos nada melhor do Felipe", atacou Arturzinho. O meia Elias igualmente reprovou o comportamento hostil de Felipe. "Ele gosta muto de aparecer, mas deveria respeitar a história do Bahia", sugeriu Elias.

Apesar de tudo, Felipe se mostra indiferente aos supostos revides. Afinal, ele tem razões de sobra para confiar no futebol do Corinthians. "Nunca perdi para eles como profissional", lembra o camisa um, que iniciou a carreira nas categorias de base do Vitória (arquiinimigo do Bahia) e lá ficou dez 10 anos.

Apesar de tudo, a irreverência de Felipe desagradou ao comandante Mano Menezes, que resolveu repreendê-lo pela imprensa. Detalhe: o Corinthians não ganha do Bahia desde 1997. "No futebol, não é bom criar um clima de rivalidade nem estimular a raiva, o sentimento de ódio, o revanchismo, Essas acusações, enfim, servem só para te atrapalhar dentro de campo. Espero que o Felipe se desligue das coisas do passado", reagiu.

Aparentemente, a revolta dos baianos parecem não incomodar Felipe, que agora curte a reconciliação entre o goleiro e a Fiel. "Acho estranho algumas pessoas desmereceram a nossa campanha. Um título da Série A, B ou C tem o mesmo peso", supõe.

Enquanto isso, Menezes chamou Fábio Ferreira e Lulinha para uma ‘conversa reservada'. Segundo ele, ambos ainda enfrentam a resistência dos torcedores. "Confio no trabalho deles, Ambos têm o meu respaldo", avisa o técnico, pronto para neutralizar as possíveis pressões que podem se repetir.

Mano Menezes aposta na dupla de ‘língua espanhola'

Antes, Mano Menezes nunca havia escalado Herrera e Acosta juntos no ataque do Corinthians. Agora, o técnico ‘investe na língua espanhola' do argentino e do uruguaio para ludibriar os zagueiros do Bahia. "Eles podem se comunicar à vontade porque, se falarem rápido, ninguém entende mesmo", brincou o treinador, que já ouviu reclamações bem semelhante dos estrangeiros. "Eles dizem que isso também acontece no campo em relação aos brasileiros", afirmou Menezes, num dos momentos descontraídos na entrevista coletiva de sexta-feira.

Na opinião de Herrera, porém, falar espanhol não representa muita vantagem. "Na prática, isso não muda nada. O que vale é a bola nos pés. O Acosta é muito experiente. Espero que a gente mostre um bom entrosamento. É o que conta", disse Herrera, que se mantém na ponta da artilharia corintiana (seis gols). "O Herrera e o Acosta ainda não começaram juntos, já utilizei os dois durante alguns jogos. Sei que eles ajudarão a manter a nossa característica ofensiva", acredita Menezes. (Com AE)



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