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Candidato ao Estado, Olímpio descarta aliança com Alckmin

Andréa Iseki/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Deputado estadual diz que projeto do PDT não é barganha e minimiza saída de Paulinho da Força


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

01/09/2013 | 07:00


Deputado estadual e ex-policial militar, Major Olímpio Gomes (PDT) diz que sua pré-candidatura ao governo do Estado não é “barganha política” e garante que um eventual apoio à reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB) está completamente descartado. “Não haverá aliança com o PSDB, em espécie nenhuma. Se morrer o Major Olímpio ou se o Major Olímpio desistir de ser candidato, o PDT não estará alinhado com o PSDB.”

Oposição ao tucano na Assembleia Legislativa – embora seu partido tenha o comando da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Estado, com Tadeu Morais (PDT) – Major Olímpio afirma que os movimentos populares de junho colocaram todas pré-candidaturas em pé de igualdade na disputa eleitoral. Ele cita o caso do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), que tinha como certa a vitória de seu vice, Luiz Fernando Pezão (PMDB), mas viu sua popularidade cair vertiginosamente, mudando os planos para 2014.

Segundo o pedetista, o projeto para tentar desbancar a reeleição de Alckmin não ficará esvaziado se o deputado federal Paulinho da Força conseguir efetivar a criação do Partido Solidariedade. Até porque, de acordo com Olímpio, o PDT já se estrutura admitindo a saída do líder da Força Sindical. A primeira medida foi colocar o presidente nacional do partido, o ex-ministro Carlos Lupi, à frente da direção estadual.

“É garantia de que não haverá alinhamento do PDT com Alckmin”, reafirma o parlamentar, que diz que muitas lideranças sindicais avisaram que continuarão na trincheira pedetista, mesmo com projeto paralelo de Paulinho da Força.

O deputado estadual também crê em dificuldade de Paulinho para efetivar o Solidariedade com poder eleitoral. Ele lembra do caso do PSD, idealizado pelo ex-prefeito Gilberto Kassab. Antes das eleições municipais do ano passado, Kassab havia atraído 11 vereadores paulistanos, tirando nomes de PSDB e DEM, principalmente. No ano passado, apenas cinco deles conseguiram a reeleição. “É mais do que um alerta (para o Solidariedade).”

Por enquanto, Major Olímpio é o quarto pré-candidato colocado para a eleição do ano que vem. Além de Alckmin e do pedetista, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), e o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf (PMDB), foram colocados como postulantes por seus partidos. O Psol também avisou que entrará no pleito, porém ainda não oficializou o nome.



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