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Como funciona a urna eletrônica?

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Nayara Fernandes
Especial para o Diário

26/09/2010 | 07:07


Nathan Baub, 8 anos, Laura Silva, 8, e Victor Hugo dos Santos, 8, de Santo André, não sabem direito como funciona a urna eletrônica. "É como um computador que registra os votos", acredita Victor. "Mas tem telinha menor e os botões são diferentes", completa Nathan.

A urna eletrônica lembra um computador: o eleitor vê na tela a foto, número e partido do candidato que digitou. Suas teclas têm inscrição em braille e fones de ouvido, que passam as informações da tela em áudio, para ajudar pessoas com deficiência visual.

No momento em que é ligada, no dia da eleição, é testada para constatar se realmente é oficial. No fim da votação, imprime-se o boletim de urna, documento que informa o resultado dos votos naquele aparelho.

Essa informação também é gravada em disquete ou pen-drive. Nesse caso, é transformada em código que só pode ser decifrado por um computador especial do Tribunal Regional Eleitoral de cada Estado. Os aparelhos desses locais transmitem as informações para o sistema do Tribunal Superior Eleitoral, onde todos os resultados são somados e divulgados. Em áreas distantes, os dados são enviados por satélite.

Para a eleição que acontece no domingo, dia 3, foram preparadas 460 mil urnas, que serão utilizadas em 400 mil sessões eleitorais. Além disso, mais de 1 milhão de eleitores vão testar a urna biométrica. Este tipo permite que a pessoa seja identificada por impressão digital ou reconhecimento facial.

A urna eletrônica é invenção brasileira. Foi criada em 1996 para tornar as eleições mais rápidas e seguras. A nossa eleição é considerada a mais informatizada do mundo. Muitos países vêm ao Brasil para conhecer a tecnologia.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estima que cada eleitor vai votar em 1 minuto e 30 segundos. O cálculo é baseado nas eleições de 2008, em que gastou-se, em média, 31 segundos para escolher prefeito e vereador. O tempo será maior neste ano porque deve-se eleger candidatos para seis cargos - presidente, deputados federal e estadual, dois senadores e governador. Por isso, orienta-se as pessoas a levarem papel com nomes e números dos candidatos. (Consultoria de Giuseppe Janino, do Tribunal Superior Eleitoral)



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