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Marta vai a garagens para garantir saída de ônibus


Do Diário OnLine
Com Agências

16/04/2003 | 12:12


A prefeita Marta Suplicy, acompanhada pelo secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, e sob um forte esquema de segurança, visitou três garagens de ônibus na zona sul da capital paulista na madrugada desta quarta-feira para garantir a saída de coletivos do Plano de Atendimento a Empresas em Situação de Emergência (Paese).

A operação, implantada para suprir a falta de ônibus com descredenciamento de nove empresas suspeitas de irregularidades, foi parcialmente suspensa nesta terça-feira, devido a atos de vandalismo. Sete veículos foram retirados de circulação; seis deles foram depredados e um incendiado. Na semana passada, 72 coletivos foram danificados. Segundo a Prefeitura, as ações de vandalismo têm como objetivo pôr fim à impalantação do novo modelo de transporte para a cidade.

“Vim reassegurar o funcionamento normal do transporte público. Todos (os ônibus) têm que sair. Acabou a farra. Espero que percebam que não estamos brincando”, disse Marta. Ao todo, a cidade tem 1.460 ônibus que operam em 242 linhas nos lugares das empresas que foram descredenciadas pela Prefeitura há duas semanas.

Marta realizou blitze nas garagens das viações Bristol, Taboão e Tânia, todas sob a segurança da Guarda Civil Metropolitana e da Polícia Militar.

A prefeita disse que nesta quarta começa o credenciamento para até quatro mil motoristas, e os funcionários que perderam emprego com o descredenciamento das viações – um total de 10.800 motoristas – terão prioridade.

A Secretaria Municipal dos Negócios Jurídicos enviou à Polícia Federal (PF), em São Paulo, cópias de documentos com indícios do envolvimento de empresários do setor de transporte coletivo e representantes do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo em crimes contra a organização do trabalho e a administração pública. A PF pode abrir um inquérito para investigar o caso.



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Marta vai a garagens para garantir saída de ônibus

Do Diário OnLine
Com Agências

16/04/2003 | 12:12


A prefeita Marta Suplicy, acompanhada pelo secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, e sob um forte esquema de segurança, visitou três garagens de ônibus na zona sul da capital paulista na madrugada desta quarta-feira para garantir a saída de coletivos do Plano de Atendimento a Empresas em Situação de Emergência (Paese).

A operação, implantada para suprir a falta de ônibus com descredenciamento de nove empresas suspeitas de irregularidades, foi parcialmente suspensa nesta terça-feira, devido a atos de vandalismo. Sete veículos foram retirados de circulação; seis deles foram depredados e um incendiado. Na semana passada, 72 coletivos foram danificados. Segundo a Prefeitura, as ações de vandalismo têm como objetivo pôr fim à impalantação do novo modelo de transporte para a cidade.

“Vim reassegurar o funcionamento normal do transporte público. Todos (os ônibus) têm que sair. Acabou a farra. Espero que percebam que não estamos brincando”, disse Marta. Ao todo, a cidade tem 1.460 ônibus que operam em 242 linhas nos lugares das empresas que foram descredenciadas pela Prefeitura há duas semanas.

Marta realizou blitze nas garagens das viações Bristol, Taboão e Tânia, todas sob a segurança da Guarda Civil Metropolitana e da Polícia Militar.

A prefeita disse que nesta quarta começa o credenciamento para até quatro mil motoristas, e os funcionários que perderam emprego com o descredenciamento das viações – um total de 10.800 motoristas – terão prioridade.

A Secretaria Municipal dos Negócios Jurídicos enviou à Polícia Federal (PF), em São Paulo, cópias de documentos com indícios do envolvimento de empresários do setor de transporte coletivo e representantes do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo em crimes contra a organização do trabalho e a administração pública. A PF pode abrir um inquérito para investigar o caso.

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