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Ex-presidente do PT de Mauá nega caixinha dada por Peralta


Fabrício Calado Moreira
Do Diário do Grande ABC

16/08/2005 | 07:44


Depôs segunda-feira ao Ministério Público Valdeir Ribeiro, ex-presidente do PT de Mauá e ex-secretário de Serviços Urbanos do município na gestão do prefeito Oswaldo Dias (PT). Ele foi convocado pelos promotores para falar sobre suposto pagamento de propina no valor de R$ 1,8 milhão ao PT de Mauá e da capital por parte do Grupo Peralta Investimentos e Participações. Negou tudo. Na avaliação dos representantes do MP, o depoimento do petista não ajudou.

"Ele disse que tudo o que sabe é pela imprensa", relata a promotora Adriana de Morais. Para outro representante do MP, Roberto Wider, Valdeir não contribuiu às investigações. "Ele podia colaborar, mas foi ouvido como suspeito e tem a garantia de poder mentir", explica Wider. O esquema envolvendo PT e Peralta foi denunciado em fevereiro pelo ex-secretário de Habitação de Mauá, Altivo Ovando Junior, que ocupou a pasta na gestão de Dias.

Ao Ministério Público, Ovando teria revelado acordo firmado em 2002 entre a administração de Dias e o grupo Peralta para a autorização de funcionamento do Shopping Mauá Plaza na cidade. Em troca, os empresários doariam R$ 1,8 milhão às campanhas eleitorais de Dias e de Marta Suplicy (PT-São Paulo).

Segunda-feira, o presidente do PT de Mauá à época do suposto acerto disse desconhecer a existência de caixa 2 e negou participação em reunião para acerto de doações de campanha do Peralta. O MP quer agora ouvir o vereador petista Paulo Eugênio, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico de Mauá na gestão Dias. A data do depoimento do parlamentar ainda será definida.



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Ex-presidente do PT de Mauá nega caixinha dada por Peralta

Fabrício Calado Moreira
Do Diário do Grande ABC

16/08/2005 | 07:44


Depôs segunda-feira ao Ministério Público Valdeir Ribeiro, ex-presidente do PT de Mauá e ex-secretário de Serviços Urbanos do município na gestão do prefeito Oswaldo Dias (PT). Ele foi convocado pelos promotores para falar sobre suposto pagamento de propina no valor de R$ 1,8 milhão ao PT de Mauá e da capital por parte do Grupo Peralta Investimentos e Participações. Negou tudo. Na avaliação dos representantes do MP, o depoimento do petista não ajudou.

"Ele disse que tudo o que sabe é pela imprensa", relata a promotora Adriana de Morais. Para outro representante do MP, Roberto Wider, Valdeir não contribuiu às investigações. "Ele podia colaborar, mas foi ouvido como suspeito e tem a garantia de poder mentir", explica Wider. O esquema envolvendo PT e Peralta foi denunciado em fevereiro pelo ex-secretário de Habitação de Mauá, Altivo Ovando Junior, que ocupou a pasta na gestão de Dias.

Ao Ministério Público, Ovando teria revelado acordo firmado em 2002 entre a administração de Dias e o grupo Peralta para a autorização de funcionamento do Shopping Mauá Plaza na cidade. Em troca, os empresários doariam R$ 1,8 milhão às campanhas eleitorais de Dias e de Marta Suplicy (PT-São Paulo).

Segunda-feira, o presidente do PT de Mauá à época do suposto acerto disse desconhecer a existência de caixa 2 e negou participação em reunião para acerto de doações de campanha do Peralta. O MP quer agora ouvir o vereador petista Paulo Eugênio, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico de Mauá na gestão Dias. A data do depoimento do parlamentar ainda será definida.

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