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Bahia tem mais um caso de fraude em sistema de cotas



14/02/2006 | 00:36


O terceiro caso de fraude no sistema de cotas raciais da Universidade Federal da Bahia foi confirmado na noite desta segunda-feira após diretores da UFBA comprovarem a denúncia de que um aluno do curso de Direito teria estudado em escola da rede privada na cidade de Feira de Santana, a 108 quilômetros de Salvador.

A UFBA reserva 45% das vagas oferecidas no único vestibular anual para o sistema de cotas. Desse total 43% destinam-se a afrodescendentes e 2% a índiodescendentes. Contudo, a reserva só vale para o estudante que cursou os ensinos elementar e médio exclusivamente na rede pública. Dois alunos do curso de Medicina também fraudaram o sistema e já tiveram suas matrículas canceladas. Eles serão processados por falsidade ideológica e utilização de documentos públicos falsos pela Procuradoria da Cidadania do Ministério Público Federal em Salvador.

O terceiro caso foi denunciado anonimamente à UFBA por telefone, por uma pessoa que informou a escola particular onde o estudante de Direito havia cursado dois anos do ensino médio.



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Bahia tem mais um caso de fraude em sistema de cotas


14/02/2006 | 00:36


O terceiro caso de fraude no sistema de cotas raciais da Universidade Federal da Bahia foi confirmado na noite desta segunda-feira após diretores da UFBA comprovarem a denúncia de que um aluno do curso de Direito teria estudado em escola da rede privada na cidade de Feira de Santana, a 108 quilômetros de Salvador.

A UFBA reserva 45% das vagas oferecidas no único vestibular anual para o sistema de cotas. Desse total 43% destinam-se a afrodescendentes e 2% a índiodescendentes. Contudo, a reserva só vale para o estudante que cursou os ensinos elementar e médio exclusivamente na rede pública. Dois alunos do curso de Medicina também fraudaram o sistema e já tiveram suas matrículas canceladas. Eles serão processados por falsidade ideológica e utilização de documentos públicos falsos pela Procuradoria da Cidadania do Ministério Público Federal em Salvador.

O terceiro caso foi denunciado anonimamente à UFBA por telefone, por uma pessoa que informou a escola particular onde o estudante de Direito havia cursado dois anos do ensino médio.

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