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Chile renova seu material bélico, mas nega corrida armamentista


Da AFP

15/06/2006 | 15:54


O Chile, um dos países que destina maiores recursos à Defesa na América Latina, investirá US$ 2,5 bilhões para renovar seus equipamentos bélicos, num dos mais ambiciosos projetos de renovação de material bélico da história recente do país.

O programa de modernização transformará o Chile, até 2010, no primeiro país da região a possuir Forças Armadas equiparáveis às da OTAN, segundo o Stockholm International Peace Research Institute, o Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo.

No entanto, o Governo garantiu que não se trata do início de uma corrida armamentista para pôr o Chile na vanguarda da América Latina, mas apenas uma renovação de material obsoleto.

Em sua primeira parte, o programa prevê a aquisição de dois submarinos novos do tipo "Escorpene", a um custo de US$ 500 milhões cada um, e de oito fragatas de segunda mão por US$ 1 bilhão.

Quatro navios foram comprados da Holanda, dois dos quais são anti-aéreos tipo Leander de 3.750 toneladas, recentemente modernizados e com 18 anos de construção.

Para a Força Aérea, o plano prevê 10 caça-bombardeiros F-16 novos da empresa americana Loockhed Martin, a um custo total de US$ 660 milhões.

Entre outras capacidades, os novos aviões - dois dos quais já chegaram ao Chile - alcançam 60 mil pés de altura em dois minutos.

Os modernos caça-bombardeiros se somam aos 18 F-16 usados recentemente adquiridos pela Holanda, a um custo total de US$ 185 milhões.


Para o Exército, o programa considerou a compra de 118 tanques Leopard II da Alemanha por um valor não revelado pelo Ministério da Defesa. Algumas versões da imprensa, no entanto, estimam que o governo gastou US$ 100 milhões.



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Chile renova seu material bélico, mas nega corrida armamentista

Da AFP

15/06/2006 | 15:54


O Chile, um dos países que destina maiores recursos à Defesa na América Latina, investirá US$ 2,5 bilhões para renovar seus equipamentos bélicos, num dos mais ambiciosos projetos de renovação de material bélico da história recente do país.

O programa de modernização transformará o Chile, até 2010, no primeiro país da região a possuir Forças Armadas equiparáveis às da OTAN, segundo o Stockholm International Peace Research Institute, o Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo.

No entanto, o Governo garantiu que não se trata do início de uma corrida armamentista para pôr o Chile na vanguarda da América Latina, mas apenas uma renovação de material obsoleto.

Em sua primeira parte, o programa prevê a aquisição de dois submarinos novos do tipo "Escorpene", a um custo de US$ 500 milhões cada um, e de oito fragatas de segunda mão por US$ 1 bilhão.

Quatro navios foram comprados da Holanda, dois dos quais são anti-aéreos tipo Leander de 3.750 toneladas, recentemente modernizados e com 18 anos de construção.

Para a Força Aérea, o plano prevê 10 caça-bombardeiros F-16 novos da empresa americana Loockhed Martin, a um custo total de US$ 660 milhões.

Entre outras capacidades, os novos aviões - dois dos quais já chegaram ao Chile - alcançam 60 mil pés de altura em dois minutos.

Os modernos caça-bombardeiros se somam aos 18 F-16 usados recentemente adquiridos pela Holanda, a um custo total de US$ 185 milhões.


Para o Exército, o programa considerou a compra de 118 tanques Leopard II da Alemanha por um valor não revelado pelo Ministério da Defesa. Algumas versões da imprensa, no entanto, estimam que o governo gastou US$ 100 milhões.

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