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Polícia de Jundiaí investiga roubo de horas de provedor



15/02/1999 | 12:00


A Polícia Civil de Jundiaí investiga um novo tipo de crime. Trata-se do roubo de horas na Internet. Adolescentes sao os principais suspeitos. Um juiz da cidade fez a primeira denúncia. Ele estava em férias e suas horas do provedor ZAZ foram utilizadas. Após várias investigaçoes, que contou com o apoio da Telefônica, a Polícia descobriu que a senha e o username (nome para acesso) foram utilizados por menores, que agora estao sendo convocados para depoimento pelo delegado Luiz Carlos Branco Júnior, do 7º Distrito Policial.

O gerente operacional do ZAZ Jundiaí, Jonas Barbarini, disse que esse é o segundo caso de crime eletrônico identificado no provedor. No primeiro, o titular da Delegacia de Investigaçoes Gerais (DIG), Paulo Sérgio Martins, apreendeu o computador de um garoto de 14 anos, que praticava vandalismo na Internet. Ele vinha "travando os clientes do ZAZ". Quando o garoto se conectou, os policiais foram para a casa dele e deram o flagrante.

No provedor Fox Internet, o responsável pelo suporte técnico, Márcio Vieira, disse que os casos de roubos de horas ainda nao foram parar na polícia, porque seus clientes nao quiseram. Ele disse que escolas de informática e empresas sao as principais vítimas. Algumas indústrias demitiram trabalhadores por justa causa, porque eles passaram a acessar a Internet de casa, utilizando a senha da indústria. Vieira explicou ser possível localizar quem está roubando as horas.

Os clientes freqüentemente reclamam que nao utilizaram tanto a Internet como acusam as faturas. A partir das queixas, a Fox faz levantamentos das conexoes e apresenta o número do telefone que utilizou todas as horas. "Normalmente o cliente descobre que é um parente ou amigo e resolve deixar quieto". No caso do juiz, que teve de pagar a fatura das horas roubadas, o processo vai para a Justiça e os responsáveis podem pegar no mínimo um ano de detençao. Barbarini disse que o ZAZ orienta por meio de sua página na Internet que as senhas devem ser trocadas constantemente e nem mesmo os amigos devem saber o código de acesso, para evitar problemas do gênero.



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Polícia de Jundiaí investiga roubo de horas de provedor


15/02/1999 | 12:00


A Polícia Civil de Jundiaí investiga um novo tipo de crime. Trata-se do roubo de horas na Internet. Adolescentes sao os principais suspeitos. Um juiz da cidade fez a primeira denúncia. Ele estava em férias e suas horas do provedor ZAZ foram utilizadas. Após várias investigaçoes, que contou com o apoio da Telefônica, a Polícia descobriu que a senha e o username (nome para acesso) foram utilizados por menores, que agora estao sendo convocados para depoimento pelo delegado Luiz Carlos Branco Júnior, do 7º Distrito Policial.

O gerente operacional do ZAZ Jundiaí, Jonas Barbarini, disse que esse é o segundo caso de crime eletrônico identificado no provedor. No primeiro, o titular da Delegacia de Investigaçoes Gerais (DIG), Paulo Sérgio Martins, apreendeu o computador de um garoto de 14 anos, que praticava vandalismo na Internet. Ele vinha "travando os clientes do ZAZ". Quando o garoto se conectou, os policiais foram para a casa dele e deram o flagrante.

No provedor Fox Internet, o responsável pelo suporte técnico, Márcio Vieira, disse que os casos de roubos de horas ainda nao foram parar na polícia, porque seus clientes nao quiseram. Ele disse que escolas de informática e empresas sao as principais vítimas. Algumas indústrias demitiram trabalhadores por justa causa, porque eles passaram a acessar a Internet de casa, utilizando a senha da indústria. Vieira explicou ser possível localizar quem está roubando as horas.

Os clientes freqüentemente reclamam que nao utilizaram tanto a Internet como acusam as faturas. A partir das queixas, a Fox faz levantamentos das conexoes e apresenta o número do telefone que utilizou todas as horas. "Normalmente o cliente descobre que é um parente ou amigo e resolve deixar quieto". No caso do juiz, que teve de pagar a fatura das horas roubadas, o processo vai para a Justiça e os responsáveis podem pegar no mínimo um ano de detençao. Barbarini disse que o ZAZ orienta por meio de sua página na Internet que as senhas devem ser trocadas constantemente e nem mesmo os amigos devem saber o código de acesso, para evitar problemas do gênero.

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